| Alerta máximo nas embaixadas de Israel |
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Israel reforçou as medidas de segurança em suas representações diplomáticas no exterior, depois que o país foi acusado pelo grupo terrorista Hezbollah como responsável pelo assassinato de um de seus líderes. "Reforçamos as medidas de segurança em torno de nossas embaixadas e consulados, pelo temor de ataques do Hezbollah ou de seus aliados iranianos", disse uma fonte do governo". Israel negou oficialmente qualquer envolvimento na morte do terrorista Imad Mughnieh, que encabeçava as listas dos terroristas mais procurados por Israel, em um atentado cometido terça-feira em Damasco. Porém, o Hezbollah atribuiu a responsabilidade pela morte a Israel e afirmou que Mughnieh foi "alvo dos sionistas durante 20 anos". Segundo a rádio militar israelense, o Shin Beth ordenou o reforço da vigilância de embaixadas e consulados, dos escritórios da Agência Judaica e de autoridades israelenses em viagem. Também foi recomendado uma vigilância maior nos aviões da ElAl, navios mercantes israelenses, sinagogas e instituições judaicas no exterior. O terrorista Imad Mughnieh foi um dos organizadores do atentado na AMIA, instituição judaica argentina, aonde dezenas de pessoas morreram e centenas ficaram feridas. |
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