Palestinos terroristas fazem chacina em seminário de estudos judaicos
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O assassinato na noite de 6 de março de oito estudantes de uma Escola Judaica (Yeshiva) durante um evento religioso, expressa da forma mais deplorável os fundamentos fundamentalistas-extremistas, em nome do qual o terrorismo palestino funciona. Israel nunca permitirá que o terrorismo alcance seus objetivos. Ataques terroristas tão abomináveis devem fortalecer o entendimento do mundo livre sobre a natureza da ameaça terrorista. Uma posição clara, decisiva e inflexível é necessária contra tal terrorismo. Israel está na linha de frente do combate ao terrorismo e continuará a defender seus cidadãos que estão expostos a esta ameaça diariamente. Israel espera que as nações do mundo apóiem sua guerra contra aqueles que assassinam estudantes, mulheres e crianças, por quaisquer meios, sem respeitar lugar ou alvo.




O assassinato deliberado de civis - nesse caso estudantes religiosos - é uma característica abominável, mas que se sobressai no campo extremista, que emprega a violência e o terrorismo para promover seu objetivo de aniquilar o Estado de Israel. Quando forçado a atacar o terrorismo, as Forças de Segurança de Israel fazem todo o possível para evitar atingir a população civil, e a sociedade israelense lamenta quando há mortes de árabes inocentes. Entretanto, os terroristas têm propositadamente como alvo os civis e aqueles que os apóiam louvam estes ataques e comemoram com danças nas ruas de Gaza e nas fortalezas do Hezblolá no Líbano. O lançamento contínuo de foguetes Qassam e Grad contra as cidades ao sul de Israel , e um atirador que invade violentamente um seminário rabínico são dois lados da mesma moeda - a do terrorismo extremista com o objetivo de matar o maior número possível de israelenses. Ontem, a liderança moderada palestina concordou com Israel em recomeçar as negociações promovendo uma solução de dois estados para dois povos. Hoje, os extremistas nos lembraram que para eles, não há nada para ser negociado, e que a única solução para eles, é a destruição de Israel.




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Fotos cedidas e autorizadas pela Embaixada de Israel em Brasilia


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