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Sempre que explode na midia algum destaque como o carro alegórico da Viradouro, aparecem nas páginas dos jornais as mesmas calunias malevolas, tanto em cartas quanto em matérias assinadas ou nao, além das antigas e já surradas "dominacao do mundo, da midia e da economia". Certamente nem os que assacam as inverdades acreditam nelas, as principais sendo o "Holocausto" palestino, as comparacoes maldosas e cinicas de Sharon a Hitler, e por absurdo de israelenses a nazistas.
Mutatis mutandis, se assim fosse, nos tempos negros da 2ª. Guerra Mundial, os judeus atravessariam as fronteiras para trabalhar na Alemanha, retornando ao final do dia as suas casas, onde seriam supridos de luz, agua, telefone, comida, remedios, combustiveis fornecidos pelos alemaes. Em caso de doenca sem tratamento nos paises de origem, seriam levados para atendimento nos melhores hospitais de Berlin.
Na Alemanha, dezenas de ONGs pacifistas seriam criadas para aproximar alemaes e judeus, com a imprensa noticiando livremente eventuais casos de abuso dos direitos humanos. Advogados alemaes frequentemente defenderiam judeus que alegassem terem sofrido excessos, com a justica alema prolatando sentencas favoraveis. Os alemaes teriam se retirado unilateralmente dos paises vizinhos, sem nenhuma pré-condicao ou exigencia.
Em resumo, nao teria existido o Holocausto, nem ghettos e campos de exterminio. Nao teriam perecido 6 milhoes de judeus, mas algumas centenas. Em "agradecimento", os judeus lançariam foguetes artesanais contra cidades fronteiriças da Alemanha e enviariam "judeus-bomba" para se explodir em cervejarias lotadas de Munique e nos onibus e restaurantes de Berlin. Nas escolas judaicas se ensinaria as criancas a odiar os alemaes. Assim, hoje nao existiria o carro da Viradouro, e seriamos poupados do desagradavel odor exalado dos caluniadores de jornal.
O odor bolorento e nauseabundo do anti-semitismo. |