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O que acontece quando uma mosca cai numa xícara de café?
O Italiano joga fora a xícara, quebra-a, e saí da mesa com muita raiva.
O Alemão lava cuidadosamente a xícara, esteriliza-a e prepara nova xícara de café.
O Francês tira a mosca e bebe o café.
O Chinês come a mosca e joga o café fora.
O Russo toma o café com a mosca afinal ela foi um acréscimo grátis.
O Israelense vende o café para o Francês, a mosca para o Chinês, passa a beber chá e usa o dinheiro que ganhou para inventar um equipamento que impeça moscas de cairem no café.
O Palestino acusa o Israelense pelo fato de uma mosca cair em seu café, protesta este ato de agressão na ONU, levanta um emprétimo na União Européia para comprar uma nova xícara de café, usa o dinheiro para comprar explosivos e vai explodir a loja de café onde o Italiano, o Francês, o Chinês, o Alemão e o Russo estão, todos juntos, tentando explicar ao Israelense que ele deveria entregar seu copo de chá ao Palestino.

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Comentários

  1. Analogia interessante! Tem uma resposta parecida, mas do ponto de vista palestino e sobre amigos que estão passando por problemas.
    Um amigo judeu procura socorro na casa de um palestino. Perdeu familiares numa chacina e junto com eles todos os seus pertences, pelo menos esse é seu discurso. O amigo palestino o recebe de bom grado e o deixa pernoitar num dos quartos. Ambos tomam chá juntos. Passam-se os dias e o palestino sai de casa para comprar mantimentos. Ao chegar em casa, não consegue mais abrir a porta pois o amigo lhe deu um tratamento especial, mudando as chaves. A explicação para isso é simples, rápida e ríspida: sou escolhido por Deus e não é justo que você seja dono da casa. Sem entender a perda, o palestino recorre a justiça, quando descobre que o frágil ex-amigo é primo do juiz. Inconformado, volta a casa disposto a despejar o ladrão de seu lar e é recebido à bala. Ao revidar com pedras, a polícia que vê a cena da rua atira também no palestino e o mata. Com desonra, o corpo do palestino é levado. A esposa e filhos, sabedores apenas do ato caridoso do pai, retornam a casa depois de duas semanas de viagem na casa dos avós. Como o marido não havia informado por vergonha o golpe que levou, não entenderam porque foram recebidos com gritos de FORA DE NOSSA TERRA de estranhos em sua sacada. Perguntaram pelo pai e marido, mas ouviram coisas terríveis sobre ele ser um terrorista que foi para o inferno. Anos depois, após muitas dificuldades, os filhos cresceram e discerniram sobre o que poderia ser a verdade. Descobriram inclusive que muitos judeus poderiam ajudá-los a entender o que aconteceu. Alguns filhos resolveram lutar pela lei, outros desejaram vingança e o resto da história o amigo tomador de chá acima poderá dizer como foi.

  2. A historinha do Rene Bastos começa logo com uma informação hnistoricamente falsa: o palestino podia estar morando na casa, mas, nesse tipo de metáfora, a casa não era nem nunca fora dele. Foi adquirida pelos antepassados do judeu, com escritura e tudo (uma escritura de mais de 3 mil anos) , onde gerações moraram durante 1.200 anos, a maior parte dos moradores tendo sido expulsa (mas sempre ficando alguns, ao longo de 3.200 anos) por usurpadores. A paritr de então (século I d.C.) várias ondas de arriivistas se aproveitaram do casarão vazio e se instalaram por lá: romanos, mouros, mamelucos, seljucos, otomanos. Mas a posse da casa niunca foi transferida, e as gerações da família expulsa nunca desistiram de voltar, durante 2 mil anos. Nada a ver com o Holocausto ou outras perseguiições, para sair por um momento da metáfora. A volta da família a sua casa baseava-se do direito que todas as famílias adquiriram na modernidade, de ter cada uma sua própria casa. E não pedia a expulsão dos atuais moradores, apenas o reconhecimento da posse e o direito de trazer os sem-teto da família que estivessem sofrendo por isso, ou querendo morar na própria casa, para que se reinstalassem na casa da família. E essa família aceitou, por fim, dividir a casa e sua posse, mesmo assim sem expulsar de sua parte os moradores ocupantes, que mesmo originários de outra casa lá estavam há 1.300 anos. Note-se também que a família desses ocuntes ocupara casas alheias (que haviam invadido) durante séculos, e acabaram recebendo a posse das mesmas, ou seja, não era carente de casa(s) própria(s). O que o mundo decidiu, por sua Assembleia de Representantes, em 1947, foi que o direito à casa própria se estendia também àqueles que haviam sido expulsos há 2 mill anos de sua própria casa (o sofrimento e as perseguições como catalisador de urgência, mas não como o gerador do direito) , mas que na retomada de posse a casa seria dividida em duas, uma para ps que nela moravam, mesmo sem documento de posse, há 1.300 anos (e que teriam outras quinze casas que haviam ocupado, para registrar como suas), outra para os proprietários originais, que não dispunham de nenhuma outra para viver. Só que os ocupantes dessa família não aceitaram a decisão, queriam a casa toda, mais uma, negando aos outros os mesmos direitos que não lhe eram negados.
    Essa é a historinha que corresponde aos fatos.
    O resto, senhor Rene Bastos, é consequência

  3. Sr. Paulo Geiger, minha preocupação está exatamente nisso: a consequência dos atos sionistas com uso da violência por causa de uma "escrituração questionável". Terrível imaginar o uso instrumentalizado de sua historinha por parte dos descendentes de assírios, persas, egipcios ou até mesmo de "italianos". Quem planta ódio não colhe amor. Fico feliz por saber que existe uma distância enorme entre ser Judeu e ser sionista. O Terrorismo de Estado aplicado pelo governo de Israel só pode ser consequência da escolha sionista e o resultado de tudo isso, infelizmente, o senhor já sabe. Um caminho alternativo a tudo isso precisa ser pensado, discutido, criado, em nome de uma possível felicidade das gerações futuras.