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por Carlos Brickmann – O promotor argentino Alberto Nisman, que investigava os dois atentados a bomba que mataram 114 pessoas e feriram 500 em Buenos Aires, estava pronto para provar o acobertamento, pelo Governo, de agentes iranianos que acusava dos crimes. Morreu antes – um estranho suicídio a bala, sem que tivesse nas mãos qualquer vestígio de pólvora. As denúncias de Nisman já tinham levado a Interpol a pedir a prisão de altos dirigentes iranianos, para responder pelos atentados contra a Embaixada de Israel e uma associação cultural, a AMIA. Morreu na véspera de mostrar as provas de que a presidente Cristina Kirchner e o chanceler Hector Timmerman haviam trocado petróleo iraniano pela impunidade.

Assista a última entrevista do promotor Alberto Nisman…

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