Artigo do escritor espanhol Sebastian Vivar Rodriguez (Novembro de 2004) – Estava andando em Barcelona e de repente descobri uma verdade apavorante – A Europa morreu em Auschvitz. Nós matamos seis milhões de judeus e os trocamos por 20 milhões de muçulmanos. Em Auschvitz queimamos cultura, pensamento, criatividade, capacidade. Destruímos o povo eleito, realmente eleito, pois eles nos deram pessoas únicas e especiais, que mudaram o mundo. A influencia dessas pessoas é sentida em todos os aspectos da vida: ciências, artes, comercio internacional e mais de tudo – a consciência do mundo.
Esses são os seres que queimamos. E sob o cinismo de compreensão, porque queríamos provar para nos mesmo que nos curamos da doença do racismo, abrimos nossos portões para 20 milhões de muçulmanos, que trouxeram com eles ignorância e idiotice, fanatismo religioso e incompreensão, assaltos e pobreza derivados da falta de vontade de trabalhar e de sustentar suas famílias com honra. Eles transformaram nossas cidades espanholas maravilhosas em terceiro mundo, infestadas de desespero e assaltos. Eles moram em casas que receberam de graça do governo e lá mesmo eles planejam o assassinato e destruição das pessoas inocentes que os receberam.
E assim, para azar nosso, trocamos cultura por ódio fanático, criatividade por destruição, inteligencia por atraso e ignorância. Trocamos a busca da paz do judaísmo da Europa e a capacidade destes de almejar um futuro melhor para seus filhos, e respeito a vida, por ser sagrada; por pessoas que correm atrás da morte, pessoas que almejam a morte para si, para os outros, para nossos filhos e para seus filhos. Que erro terrível foi feito pela Europa triste.


























