Data: 01 outubro 2011
O Congresso Judaico Latino-Americano expressa suas mais profundas diferenças com os conteúdos e termos que o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez Frías, expressou em uma carta pública enviada ao secretário-geral da ONU. Consideramos que os mesmos banalizam o Holocausto, distorcem a História, atacam o povo judeu e consideram o Sionismo, crime. Leia mais
Data: 12 julho 2011
Venezuela e Brasil: principais centros do Hezbollah na América Latina. Leia mais
Data: 27 janeiro 2011
Um vídeo esclarecedor sobre a perseguição religiosa na Venezuela. Leia mais
Data: 19 setembro 2010

Rabino Isaac Cohen junto ao presidente venezuelano Hugo Chávez
“Uma reunião extraordinária”. Assim, definiu o presidente Hugo Chávez a reunião que manteve com a comunidade judaica da Venezuela, no Palácio de Miraflores, ontem (16/9), às vésperas do Iom Kipur (Dia do Perdão), ponto alto do calendário judaico. O encontro objetivou celebrar o início do ano novo judaico, motivo pelo qual o presidente Chávez fez questão de receber a comunidade e saudar através dos membros da Junta Diretiva da Confederação de Associações Israelitas de Venezuela (CAIV), toda a comunidade judaica do país. O chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, que também participou da reunião, destacou que “o principal desse encontro é que ele foi permeado por um espírito de entendimento e irmandade”.
Após o encontro com o chefe de Estado, o presidente da CAIV Salomón Cohen Botbol explicou que como venezuelanos judeus, manifestaram ao presidente sua profunda preocupação pelas inúmeras expressões anti-judaicas difundidas nos meios de comunicação oficiais e afins do Governo. “Temos sofrido as consequências negativas que tais expressões de ódio trazem consigo, e como podem vir a afetar a segurança e integridade das instituições e membros da comunidade venezuelana judaica”, expressou Cohen Botbol após a audiência.
A comunidade judaica solicitou formalmente ao presidente sua intervenção para deter essas expressões e reiterou seu desejo em no restabelecimento das relações diplomáticas entre Venezuela e o Estado de Israel. Os dirigentes comunitários mostraram-se mito felizes pela demonstração que o presidente Chávez deu, ao recebê-los, sobretudo nessa ocasião, quando judeus de todo o mundo se preparam para o Iom Kipur e pelo convite ao diálogo que, certamente,”trará resultados positivos e em benefício da convivência, da paz”, afirmaram eles. Vale ressaltar que a presença judaica na Venezuela remonta ao século 18, e desde então, várias gerações de venezuelanos judeus tem contribuído e seguem fazendo isso, contribuindo com orgulho para o desenvolvimento do país.
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Data: 10 agosto 2010

Lideranças judaicas reuniram-se com Nicolás Maduro
Ontem, uma delegação do Congresso Judaico Latino-Americano (CJL), liderada por seu presidente Jack Terpins, encontrou-se em Caracas (Venezuela) com o chanceler Nicolás Maduro, a fim de discutir ações do Governo contra a recente onda antissemita que vem tomando conta do país. Maduro assegurou à liderança judaica local e ao presidente do Congresso Judaico Latino-Americano que haverá sanções contra esse tipo de atividade, que já se deu através de meios de comunicação e um ataque à uma instituição religiosa. Satisfeitos e seguros de que o Governo venezuelano agirá imediatamente, com energia e seriedade, os representantes da comunidade judaica agradeceram o chanceler.
Participaram da reunião com Nicolás Maduro, além de Jack Terpins – presidente do CJL, o seu diretor executivo Claudio Epelman, o presidente da Confederação das Associações Israelitas da Venezuela (CAIV) Salomón Cohen Botbol e seus vice-presidentes David Bittan, Efraim Lapscher y Raúl Cohen, e o assessor Oscar Jaroslavky. Esta visita se enquadra na estratégia geral do CJL em manter e reforçar os vínculos com as comunidades da região para atender suas necessidades. Desde o encontro que o Congresso Judaico Mundial (WJC) e o Congresso Judaico Latino- Americano (CJL) mantiveram em agosto de 2008 com o presidente Hugo Chávez, o CJL mantém uma relação cordial com o Governo da Venezuela.
Data: 26 julho 2010
Quando falamos que existe antissemitismo no nosso mundo, não estamos sendo paranóicos. Vejamos o que está ocorrendo: Turquia e Síria estão exterminando os curdos da Síria, da Turquia e do Iraque. Alguém viu algum protesto ou manifestação em defesa dos curdos? Mas quando se trata de Israel e Gaza, há uma grita geral contra o Estado de Israel, que deve ser proibido de se defender. Leia mais
Data: 15 julho 2010
A convite do embaixador da República Checa Stanislav Slavicky e senhora, com apoio da B`nai B’rith da Venezuela, um evento em Caracas lembrou e mostrou documentos sobre a pouco conhecida história de Sir Nicholas Winton, que em 1938, criou o “Comitê Britânico para os Refugiados da Checoslovaquia, Seção Crianças”. Winton, corretor a bolsa de valores britânica. com apenas 21 anos, elaborou um plano para tirar do país o maior número possível de crianças judias para levá-las a locais onde puderam viver em paz, longe das garras dos nazistas.
Somente a Suécia e a Grã-Bretanha aceitaram sua solicitação (esta última desde que deixasse um depósito como garantia para uma eventual repatriação). O primeiro transporte ocorreu em 14 de março de 1939, via aérea, nos meses seguintes outros sete transportes seguiram por trem, de Praga até a Holanda e daí de barco até a Grã Bretanha. O último foi em 2 de agosto. Mais um sairia de Praga dia 1 setembro, no qual viajariam 250 crianças. Nesse data a Alemanha invadiu a Polônia, fechou as fronteiras e o trem literalmente desapareceu. Mais de 15 mil crianças judias foram assassinadas na Checoslováquia durante a 2ª Guerra Mundial.
Winton salvou 669 crianças judias checas, mas manteve este fato em segredo por mais de 50 anos. Aos 98 anos, ainda mora na Grã Bretanha e leva sempre no dedo um anel presenteado por algumas crianças que salvou, com a inscrição “Quem salva uma vida, salva o Mundo”. Sua história inspirou dois filmes: All my loved ones, dirigida pelo produtor checo Matej Minác e Nicholas Winton: The Power of Good, que ganhou um Emmy em 2002. Na homenagem estiveram presentes diversas autoridades do corpo diplomático e das comunidades judaica e checa da Venezuela. (Fonte: BB Press / B’nai B’rith Venezuela)
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Data: 30 junho 2010
A B’nai B’rith Internacional, em comunicado oficial, condenou veementemente as afirmações do presidente da Venezuela Hugo Chavez efetuadas dia 27 de junho acerca do governo “genocida” de Israel, denunciando à comunidade internacional esta retórica. As afirmações foram ditas durante encontro entre Chavez e o presidente da Síria Bashar Assad em Caracas. “Este é outro exemplo do deplorável sentimento anti-Israel por parte do presidente da Venezuela”, destaca o presidente da B`nai B’rith Internacional Dennis W. Glick. “Nâo é a primeira vez que Chavez faz esse tipo de afirmações e provavelmente não será a última. Elas continuam sendo inaceitáveis”.
Chavez disse que as Colinas de Golã devem ser devolvidas à Síria e criticou o bloqueio de Israel à Gaza referindo-se ao país como “o braço assassino do império Yankee”, descrevendo que os sírios e ele tem “inimigos em comum”. Este encontro foi uma ação política da Venezuela para formar uma parceria com outro país do Oriente Médio cujo estado fomenta o terrorismo”, afirmou o vice-presidente executivo da B’nai B’ri th Internacional. “Conclamamos o mundo civilizado a se unir e repudiar firmemente esta linguagem”. A B`nai B`rith, voz global da comunidade judaica, é a mais antiga e conhecida entidade humanitária judaica. Por 166 anos vem trabalhando pelo respeito, tolerância e dignidade para todos.
Data: 24 maio 2010

Nesta 3ª feira (18/5), Jack Terpins, presidente do Congresso Judaico Latino-Americano, e Claudio Epelman, diretor executivo do mesmo, estiveram em Brasília, onde se encontraram com Maximilian Sánchez, novo embaixador da Venezuela no Brasil. O objetivo do encontro foi o de dar as boas vindas ao novo representante daquele país no Brasil e, reiterar os agradecimentos pela sua amizade com a comunidade judaica venezuelana, com a qual demonstrou um profundo respeito, e cooperou com o fortalecimento de uma boa relação entre o Governo da Venezuela e os membros da kehilá. Clara Ant, que também colaborou com a aproximação entre o Governo da Venezuela e a comunidade judaica local, participou do encontro.
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Data: 09 março 2010
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) publicou um relatório no qual adverte para uma “ameaça à vida e à integridade física da comunidade judaica na Venezuela” em função das crescentes restrições às liberdades políticas e violações aos direitos humanos naquele país. A Comissão acusa o governo de Hugo Chávez de criar uma atmosfera de intolerância política e de impunidade para os acusados de abusos. O relatório cita o crescimento do discurso antissemita na mídia e entre representantes do governo, combinado com investidas policiais contra entidades judaicas. Como exemplos, o relatório lembra um discurso de Chávez de 2005 em que faz acusações a “minorias descendentes daqueles que crucificaram Cristo” e a investida policial contra o Centro Hebraico Social, Cultura e Esportivo de Caracas, em dezembro de 2007. Cerca de 12 mil judeus vivem na Venezuela. Veja AQUI mais informações.
Data: 20 novembro 2009
Enquanto as perspectivas de paz no Oriente Médio não se mostram animadoras, vários acontecimentos se encadeiam e que devem pesar nas análises. Os foguetes Kassam continuam caindo em Israel, vindos de Gaza, controlada pelo Hamas, e as Forças de Defesa de Israel já pensam que nova guerra se aproxima, visto ser necessário estancar as agressões do Hamas. Leia mais
Data: 16 setembro 2009
O terror e o antisemitismo triunfam na Venezuela, que está se armando até os dentes para dominar o resto do continente. Leia mais