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Debatendo com elegância

Artigo do Rabino Michel Schlesinger pelo Dia Nacional Contra a Intolerância Religiosa. Leia mais

Graças Lopes de Sousa, Abraham Tekiah, חנה לופס, Ito Mechaber, Jacqueline Sassoon, Carlos Felix Dos Santos, Miguel Lohmeyer liked this post
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SIB realiza homenagem a vítimas do Holocausto

A Sociedade Israelita da Bahia (Sib), promoverá no dia 29 de janeiro em Salvador a cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, solenidade instituída pela ONU. Leia mais

Ito Mechaber, Ralson Nuremberg, Filipe Porto, Paty Isa, Elisabete Rosa Mattes, Osiel Assunção, Cláudia Bhirdo, Jacqueline Martins, Pollyana Neri liked this post
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As duas grandes religiões do mundo

por Paulo Rosenbaum – Relutei o quanto pude, mas Bernard Henri-Levy estava certíssimo em pelo menos uma percepção: as duas grandes religiões[bb] do mundo contemporâneo são laicas, o antiamericanismo e o antisionismo (eufemismo para judeofobia). Leia mais

Salomao Pereira, Mauricio Fernandes-Perovano, Christianno Cohin, Luiz Carlos Figueiredo, Igor Danilo, Alcides Souza Filho liked this post
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Polícia destrói célula neonazista na Alemanha

A célula acabou na explosão de uma casa na cidade de Zwickau, na antiga Alemanha[bb] Oriental, no que parece ter sido um pacto de morte entre os dois principais integrantes do grupo. Eles cometeram uma série de assassinatos com a ajuda de simpatizantes. Leia mais

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Israel e o Apartheid

Israel é um estado com apartheid? Veja o vídeo… Leia mais

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O Antisemitismo Democrata-Americano

por Deborah Srour – Nesta semana tivemos o supremo líder do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, declarou que qualquer acordo que aceitasse a existência de Israel deixaria um “tumor canceroso” que ameaçaria a segurança do Oriente Médio para sempre. Leia mais

Antonio Florentino curtiu este post
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Algo de Podre na Noruega

por Herman Glanz – Algo de Podre na Noruega. Intolerância? Não, é antisemitismo mesmo.

Depois dos ataques terroristas na Noruega, mês passado, o embaixador norueguês em Israel, Svein Sevje, numa entrevista aos jornais, declarou que o terrorismo do Hamas contra Israel pode ser justificado, mas o ataque terrorista na Noruega, não. “Os noruegueses consideram que a ocupação é a causa do terror contra Israel.”

A intolerância não tem limites. Muito antes do que chamam de “ocupação” já havia ataques contra judeus em Israel, e até muito antes de existir o Estado de Israel, como o ataque em Tel Chai, no qual morreu Trumpeldor, em 1920; o massacre de Hebron, em 1929, e os ataques de 1936 a 1939. Nunca é demais lembrar que Karl Marx, que atacou violentamente os judeus, nos deu conta de existir maioria absoluta judaica em Jerusalém, ainda no século XIX, antes da maior presença dos muçulmanos, apesar de terem chegado como conquistadores muito antes do Século XIX.

Continuam falando em linhas de 1967, quando Israel entrou nos territórios ocupados pelos árabes em 1948. Isto mesmo – ocupados pelos árabes em 1948. As linhas de 1967 são as linhas do armistício de 1949, mas se se falasse em linhas de 1949, os árabes seriam os ocupantes, quando, na guerra que fizeram contra Israel, ocuparam Gaza, a Margem Ocidental, que tem esse nome porque a Jordânia a ocupou, e que fez com que o reino mudasse o nome de Transjordânia, como era a sua denominação, para Jordânia; também o Golã foi ocupado pela Síria, pois o Golã nunca pertenceu à Síria, mas agora virou “território ocupado”, numa evidente mentira que corre pela mídia intolerante.

Gaza ficou totalmente livre de judeus em 2005, tendo sido destruídas as sinagogas e instalações produtivas judias lá existentes, num evidente apartheid, que não figura na mídia intolerante; mas o Hamas, governo em Gaza, continua seu terror contra Israel, mesmo com Gaza totalmente desocupada, porque quer que Israel desapareça; não é “desocupação”, é destruição, que o embaixador norueguês demonstra aprovar desavergonhadamente. Até 1967 não se queria formar um Estado Palestino, mas somente acabar com Israel, e hoje continua o mesmo objetivo.

De que adianta falar que a Noruega tem um passado e um presente antissemita, sendo um dos países europeus mais antissemitas do momento? O governo norueguês se mostrou surpreso com recente pesquisa nas escolas de sua capital, Oslo, publicada no mês passado, com alunos da 8ª à 10ª série. 33% dos alunos judeus sofrem, regularmente, bullying nas escolas, o que significa que, em cada 3 incidentes de abusos verbais ou físicos, 1 é contra judeus, a cada mês. Em seguida temos os budistas, com 10%; outros, em geral, com 7%, e abusos contra muçulmanos não chegam a 5%. 51% dos alunos consideram a palavra “judeu” com sentido pejorativo. Dos quase 5 milhões de habitantes na Noruega, a comunidade judaica não passa de 800 pessoas, podendo chegar a 2000 com a visita de israelenses, mas que logo vão embora.

Mas não paramos aqui. O massacre perpetrado por Anders Breivik no acampamento da ilha Utoya para jovens do Partido dos Trabalhadores da Noruega, Partido no governo, tem um precedente nosso conhecido, o ataque terrorista numa escola de Maalot, Israel, quando terroristas palestinos, muçulmanos, tomaram a escola do 1º Grau e mataram, com armas automáticas, centenas de crianças. Todavia este precedente não é coincidência somente. Paradoxalmente, e não menos ironicamente, o massacre da ilha Utoya foi perpetrado por um Breivik, norueguês antimuçulmano, cristão e xenófobo, segundo ele mesmo afirma.

Esse acampamento na ilha Utoya é da Liga da Juventude dos Trabalhadores, do Partido dos Trabalhadores e uma das suas influentes personalidades é Lars Gule, o Secretário-Geral da Associação Humanista da Noruega, que foi líder da Liga da Juventude dos Trabalhadores na Universidade de Bergen, e terrorista da DFLP – Frente Democrática para a Libertação da Palestina. Defende a discriminação contra mulheres e gays por parte dos muçulmanos. Essa Frente Democrática para a Libertação da Palestina foi quem executou o massacre de Maalot.

Dois anos depois deste massacre de Maalot, Lars Gule foi enviado pela Frente para Israel, via Noruega, com explosivos nas capas de livros. É hoje um destacado líder da esquerda norueguesa. A Liga da Juventude dos Trabalhadores é uma fusão da Juventude Comunista e da Juventude Socialista. Anders Breivik se formou nessa cultura, pois seus pais são do Partido Socialista. Serão seus textos e declarações os verdadeiros pensamentos do terrorista ou são um disfarce? É possível que muita informação ainda vá aparecer.

O Ministro do Exterior norueguês, Gahre-Store, visitou o acampamento um dia antes do massacre terrorista e foi recebido com cartazes contra Israel, mas nunca se viu um cartaz contra o terrorismo. Gahre-Store pediu negociações com o grupo subsidiário da al-Kaida na Somália, conversou com Kaled Meshaal do Hamas e se pronunciou em favor dos talibãs. Ex-lider da Liga da Juventude dos Trabalhadores, tornando-se Ministro, teve papel influente nos Acordos de Oslo entre Israel e Arafat.

A ação de Anders Brevik é tida como um fato isolado, lamentável e sob quaisquer pontos de vista censurável e condenável, mas o que vai no acampamento de Utoya deve ser também censurável e condenado, sendo derivado da doutrinação governamental. Devemos condenar todo e qualquer ato de terrorismo contra civis inocentes, e não somente condenar um lado, condenando as vítimas, como fez o embaixador norueguês. Ninguém dançou nas ruas apoiando o massacre de Utoya como foi em Gaza no caso de Maalot; a esquerda toda condenou o terrorismo de Breivik, dito de direita, mas apóia o terrorismo do Hamas e do Fatah, porque contra o pequeno satã, Israel, e o grande satã, os EUA.

Anders Breivik, como esse Lars Gule, são fruto da podridão que reina na Noruega, quando se defende o terrorismo do fundamentalismo islâmico, contra Israel, como foi contra os Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, contra trens em Madri e contra o Metrô em Londres, e em tantos outros lugares. Quando se defende a violência contra algo que detestamos, quando se defende o terrorismo, ele pode se voltar, também, contra os próprios, pois hoje, o nazifascismo é tanto da direita como da esquerda e do fundamentalismo. Por ora, Breivik foi um ato isolado de um indivíduo e não política de grupos ou de governos como é o caso contra Israel e o Ocidente.

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Rabino Nilton Bonder é premiado no RJ

A noite do dia 28 de junho foi um marco na cidade do Rio na luta contra o preconceito de todos os tipos e gêneros. Leia mais

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Uma piada infeliz

por Marcio Svartman – Piada infeliz, erro grave… mas antisemita não. Leia mais

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Fisesp vai monitorar racismo no Twitter

A Federação Israelita do Estado de São Paulo se manifestou contra mensagens ofensivas a judeus que se espalharam nas redes sociais Leia mais

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Antisemitismo na Argentina

Clique na imagem para assistir o vídeo com a reportagem

O diretor de uma escola judaica no bairro “Judaico” de Once em Buenos Aires foi espancado na cabeça com um ferro Leia mais

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O racismo no Twitter

Uma notícia sobre o cancelamento de uma estação de metrô no bairro de Higienópolis, em São Paulo, gerou uma acalorada discussão nas redes sociais, graças a piadas racistas dos “comediantes” Danilo Gentili (@danilogentili) e “Milton Fernandes” (@ateucristao). Veja abaixo…

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