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Dançarina do ventre é ameaçada de morte

Durante sua apresentação no Festival Hellfest da França, no ultimo dia 19 de junho, o grupo israelense de rock[bb] “Orphaned Land” recebeu muita atenção por ter recebido a dançarina do ventre libanesa Johanna Fakhri no palco. Leia mais

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Hezbollah na América Latina

Venezuela e Brasil: principais centros do Hezbollah na América Latina. Leia mais

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19 anos do atentado na Argentina

Video em homenagem ao 19° aniversario do atentado ocorrido na Embaixada de Israel em Buenos Aires, ocorrido em 17 de março de 1992 aonde foram mortas 29 pessoas inocentes. Leia mais

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As fronteiras de Israel

Israel expõe os perigos a que está sujeito… Leia mais

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O parque temático do Hezbollah

O grupo terrorista Hezbollah inaugura seu parque temático. Leia mais

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México frustra plano do Hezbollah de criar rede sul-americana

A policia mexicana desarticulou uma célula do Hezbollah que pretendia montar uma rede da organização na América do Sul. A policia informou que prendeu o libanês Jameel Nasr na cidade de Tijuana, depois de receber avisos dos Estados Unidos de que o Hezbollah, com a ajuda do Irã, pretendia ampliar sua presença na região instalando células na América Central e América do Sul. Os EUA já haviam denunciado os planos do Hezbollah de criar uma rede com bases na Colômbia, Brasil, Paraguai e Argentina. Fonte: Haaretz / BB Press

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No Oriente Médio, aposte num cavalo forte – por Daniel Pipes

A violência e a crueldade dos árabes frequentemente deixam os Ocidentais perplexos. Não somente proclama o líder do Hisbolá “Nós amamos a morte,” mas também, diz o mesmo, por exemplo, um homem de 24 anos que no mês passado gritava “Nós amamos a morte mais do que vocês amam a vida” ao arremessar o seu carro contra a Bronx-Whitestone Bridge (ponte) na cidade de Nova Iorque . Enquanto os pais assassinavam sua filha adolescente, em nome da honra, com treze facadas usando uma faca de açougueiro em St. Louis, o pai, palestino, gritava “morra!”. Morra logo! Morra logo! . . . Quieta, pequena! Morra minha filha, morra!” – e receberam apoio da comunidade árabe local contra as acusações de assassinato. Recentemente um príncipe de Abu Dabi torturou um comerciante de grãos acusando-o de fraude; apesar de um vídeo da atrocidade ter aparecido nas TVs internacionais, o príncipe foi absolvido, e seus acusantes, condenados. Leia mais…

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O Terror Age – por Herman Glanz

O que segue abaixo é de um resumo de documento oficial, um comunicado à imprensa da Procuradoria Federal dos Estados Unidos – Distrito da Flórida, de sexta-feira passada, dia 19 de fevereiro de 2010. Vejam a gravidade. Leia mais

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Declarações de um ex-terrorista

Um ex-terrorista árabe fala sobre o conflito entre árabes e israelenses. Assista! Leia mais

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Por que Ahmadinejad não vai à Argentina? – por Alberto Dines

A turnê do presidente do Irã ao Brasil inclui duas escalas: Bolívia e Venezuela. Mahmoud Ahmadinejad já esteve com Hugo Chávez onze vezes desde 1999, sete delas em Teerã. No ano passado, conseguiu arrastar dois outros líderes bolivarianos, Evo Morales e Rafael Correa, a visitar o seu país. Como explicar a ausência da Argentina neste circo de seduções?

Essa é uma pergunta que a mídia brasileira recusou-se a fazer. O único a lembrar a questão foi o governador paulista José Serra (Folha de S.Paulo, 23/11, pág. A-3). Os Kirchner mantêm fortíssimos laços políticos e econômicos com o caudilho Chávez, porém jamais admitiram qualquer tipo de aproximação com a sua alma-gêmea no império persa.

Na longa lista de objeções à visita de Ahmadinejad, a mídia brasileira não consegue enxergar nem incluir o justo ressentimento dos argentinos com a ação terrorista promovida pelo Irã em seu território em 18 de julho de 1994. Além da falta de solidariedade com nossos vizinhos, a omissão da nossa mídia demonstra a sua incontrolável preferência pelo óbvio ululante e o descaso por questões graves e incômodas: agentes iranianos a serviço do Hezbollah e da Guarda Revolucionária iraniana explodiram uma picape-bomba em frente ao edifício de uma organização beneficente judaica em Buenos Aires, a AMIA, matando 85 pessoas e ferindo 300. Foi o maior atentado terrorista ocorrido na América do Sul.

explosão sacudiu a Argentina, abalou a sensação de segurança que tomava conta do país e revelou de forma abrupta os resquícios da ditadura que permaneciam intactos no esquema policial. Durante os mandatos do presidente Carlos Menem as autoridades policiais e a justiça argentina conseguiram impedir o curso das investigações.

Os Kirchner foram em frente e finalmente em 2007 foi expedida uma ordem de prisão através da Interpol contra quatro altos funcionários iranianos. Um deles, Ahmad Vahidi, era o chefe da Guarda Revolucionária ao tempo do massacre de Buenos Aires. Para demonstrar o seu profundo desprezo pelos organismos internacionais e pelos direitos humanos, Mahmoud Ahmadinejad o nomeou, em agosto, para um dos principais cargos da equipe que o ajudará no segundo mandato: o ministério da Defesa.

A Argentina protestou furiosamente. Vahidi, o criminoso procurado pela Interpol, foi mantido no cargo. Quem o acoberta foi recebido em Brasília com honras de chefe de Estado. Todos os crimes cometidos por Ahmadinejad foram e estão sendo cometidos no Irã. O massacre da AMIA ocorreu na América do Sul. Nossa mídia que nunca foi muito sensível à história parece que também não dá muita bola para a geografia.

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De Perigos e Esperanças – por Herman Glanz

Todo o mundo sabe, pois a mídia internacional assim divulga que, em qualquer circunstância, o Estado de Israel, (tal qual o judeu), é culpado pelos males que assolam o mundo. É o velho-novo antissemitismo. O sionismo, ao qual Theodor Herzl deu forma e acreditava acabaria com esse eterno ódio aos judeus, não conseguiu realizar tal intento. O antissemitismo não tem sido compreendido até hoje, suas causas e raízes continuam intocadas. Israel se tornou o judeu das nações. Assim, o chamado ‘Relatório Goldstone’, que condena Israel e não o terrorismo, foi aprovado pela Assembléia-Geral das Nações Unidas. Afinal, são mais de meia centena de nações islâmicas; Israel é um só e, talvez, esse seja um dos motivos do antissemitismo, a unicidade. Leia mais

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COMO O IRÃ ESTENDE SEU ALCANCE – UMA LIÇÃO A PARTIR DA ARGENTINA

Artigo de Daniel S. Mariaschin, publicado no The Forward em 15 de Julho de 2009.
Em 18 de Julho de 1994, terroristas bombardearam o edifício da Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA) em Buenos Aires, matando 85 pessoas e ferindo outras 300. Desde então, foi descoberto que o ataque foi realizado a mando de lideranças chaves da República Islamica do Irã. Leia mais

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