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Al Andaluz – por Herman Glanz

Enquanto os foguetes continuam caindo em Israel, lançados da Faixa de Gaza pelo Hamas, e com tendência de aumento dos lançamentos, a atividade diplomática não se mostra adequada. Numa reunião no Departamento de Estado americano, (equivalente ao Ministério do Exterior), um alto funcionário declara: “Enquanto um grande número de problemas mundo afora pode trazer grandes dificuldades para os americanos, somente o conflito árabe-israelí poderá fazer com que nossas famílias sejam assassinadas.” Em entrevista ao programa Washington Journal, Michael Scheuer, ex-diretor da CIA, fala do mesmo jeito, pois não aceita que se lute para dar segurança a Israel. Leia mais

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Declarações de um ex-terrorista

Um ex-terrorista árabe fala sobre o conflito entre árabes e israelenses. Assista! Leia mais

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Israel paga pela vida, o Hamas paga pela morte

Uma “fundação de caridade” liderada pelo Ministério do Interior do grupo islâmico Hamas, em Gaza ofereceu US$ 1,4 milhão a qualquer cidadão árabe que sequestrar um soldado israelense. Os palestinos costumam pedir frequentemente o sequestro de soldados israelenses, mas essa é a primeira vez que dinheiro foi oferecido. O grupo Waad de Gaza fez a oferta em uma mensagem enviada pela internet à mídia palestina. A organização, que apoia presos palestinos em cadeias israelenses, responde ao ministro do Interior do Hamas na Faixa de Gaza, Fathi Hamad. O diretor do Waad, Usama Kahlout, disse que o prêmio é uma resposta à oferta de um grupo israelense de pagar moradores de Gaza por informações sobre o local do cativeiro do soldado Gilad Shalit, que foi capturado por terroristas aliados ao Hamas há mais de três anos e acredita-se que seja mantido escondido no território palestino. A fundação israelense Born to Freedom ofereceu US$ 10 milhões por informações não apenas sobre Shalit, mas a respeito de soldados israelenses capturados ou desaparecidos em ação.

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Reação de Israel à Decisão do Conselho de Direitos Humanos da ONU

Apesar da melhoria significativa na votação desta data (25 a favor, 6 contra e 11 abstenções), quando comparado à primeira eleição do dia 12 de janeiro de 2009 estabelecendo a Missão Goldstone (33 a favor, 1 contra e 13 abstenções), Israel rejeita a solução unilateral adotada hoje em Genebra pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e conclama todos os Estados responsáveis a também rejeitá-la.

Israel expressa sua gratidão aos Estados que apoiaram sua posição, e aos Estados que, através de seu voto, expressaram sua oposição a esta resolução injusta que ignora os ataques assassinos perpetrados pelo Hamas e outras organizações terroristas contra civis israelenses. A resolução ignora também as precauções sem precedentes tomadas pelas forças israelenses para evitar atingir civis, além da exploração cínica de civis como escudos humanos por grupos terroristas.

A adoção desta resolução pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas prejudica tanto os esforços para proteger os direitos humanos de acordo com as leis internacionais, como o esforço de promover a paz no Oriente Médio. Esta resolução encoraja as organizações terroristas ao redor do mundo e mina a paz global. Israel continuará a exercitar seu direito à autodefesa e a tomar atitudes para proteger as vidas de seus cidadãos. (fonte: Embaixada de Israel)

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TV do Hamas incentiva crianças a matarem judeus

Um programa de televisão do Hamas (Movimento de Resistência Islâmica) dirigido ao público infantil da Faixa de Gaza incentivou abertamente as crianças palestinas a matarem judeus. No programa ‘Pioneiros do Amanhã’ da rede Al-Aksa, exibido no dia 22 de setembro, um urso de pelúcia chamado Nassur conversa ao telefone com uma menina e a incita a usar a violência. “Eu vou lutar na Al-Qassam Brigades (Grupo armado do Hamas). Com eles serei um soldado da Jihad (Guerra Santa) e carregarei um rifle. Você sabe por que, Sarah?”, pergunta Nassur. A menina responde que não, e o coelho continua a explicação. “Para defender as crianças da Palestina, as crianças que são mortas e as crianças órfãs.

É por isso, que a partir de agora eu declaro guerra ao judeus criminosos. Não só eu. Eu e você. Você está pronta Sarah?”. “Nós sempre estamos prontos para defender nossa terra”, responde a menina. Segundo Jacques Zilberdik, analista da Palestinian Media Watch, o programa é uma mistura de bons e maus conselhos: “O programa dá bons conselhos às crianças, como tomar leite ou pedir permissão aos pais para fazer alguma coisa, mas também transmite mensagens de ódio aos judeus”. Não é a primeira vez que isso acontece na mídia controlada pelo Hamas. Em 2007, a ´Palestinan Media Watch´ descobriu um personagem parecido com Mickey Mouse que também conclamava ao assassinato de judeus. (fonte: Band.com.br)

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Dê um foguete para o Hamas – por Tim Marshall

Trinta palestinos mortos. Mulheres e crianças pegos no fogo cruzado. Foguetes disparados contra uma mesquita. Prisioneiros muçulmanos executados à sangue frio. Um massacre. Restrições de cobertura da mídia. Um conto familiar? Com certeza. Furor internacional e demonstrações nas ruas de Londres? De jeito nenhum.

E quais seriam os motivos? O porque é simples. Os palestinos foram mortos por palestinos e aparentemente, pela falta de reação, nestas circunstâncias suas vidas não valem nada, mas quando são mortos por israelenses, é um verdadeiro escândalo.

No dia 15 de agosto, milicianos atacaram uma mesquita em Rafah na Faixa de Gaza. Dentro da mesquita estavam extremistas do grupo JAA (Jund Ansar Allah). Este grupo é tão extremista que vê o Hamas como liberal. Eles haviam declarado Gaza como um estado islâmico e fizeram ameaças impedindo a entrada do Hamas. “Sem problemas”, disse o Hamas.

No ataque, o Hamas profanou solo sagrado, disparando uma séria de foguetes contra a mesquita, sendo que alguns atingiram casas vizinhas. Seria razoável supor que pelo menos um Alcorão sagrado possa ter sido danificado. Após terem tomado a mesquita, eles ajuntaram os sobreviventes. Filmagens de telefones celulares mostram o que parecem ser homens do Hamas “executando” alguns dos sobreviventes.

Não são provas concretas, mas jornalistas locais dizem que é isto que aconteceu, e as filmagens são com certeza dos fatos que aconteceram depois. Há materiais de áudio onde se ouvem comandantes do Hamas ordenando as mortes. Coloquei “executando” entre aspas, já que neste contexto, a morte de alguém é um termo legal. Mas no contexto do que o Hamas fez, o termo talvez deva ser substituido por assassinato.

E onde está o furor por causa destes assassinatos? As marchas, as petições, os chamados à um boicote, a teoria de conspiração de uma guerra contra muçulmanos, ad infinitum? Ouço apenas o vento soprando por sobre as sepulturas cavadas recentemente. Porque se não forem os israelenses que os matam, as pessoas não se importam.

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Israel liberta 20 palestinas em troca de um video do soldado Gilad Shalit

Israel liberta 20 presas palestinas terroristas em troca de um vídeo recente com um depoimento do soldado israelense Gilad Shalit, ferém do Hamas em Gaza desde 2006. O video, liberado pelo jornal israelense The Jerusalem Post, pode ser visto abaixo e o depoimento nada mais é do que um texto produzido pelo próprio Hamas.

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Relatório Goldstone: um estudo do preconceito – por Giora Becher

Israel está desapontado com o relatório publicado em 15 de setembro de 2009 pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDHNU), que descreve injustamente a defesa de Israel de seus cidadãos como crimes de guerra, enquanto ignora a estratégia deliberada do Hamas de executar suas ações entre sua população civil. Leia mais

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A OPERAÇÃO EM GAZA: ASPETOS FATUAIS E LEGAIS

Este detalhado documento discute uma série de questões factuais e jurídicas internacionais relacionadas à operação militar realizada pelas Forças de Defesa de Israel (“FDI”) em Gaza, em Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009 (“operação em Gaza”). Leia mais

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REAÇÃO AO “BREAKING THE SILENCE”

A unidade do porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI) lamenta o fato de mais uma organização de direitos humanos estar apresentando a Israel e ao mundo um relatório baseado em depoimentos gerais e anônimos, sem investigar os seus pormenores ou credibilidade. Além disso, esta organização negou às FDI a mínima decência de apresentar o relatório que permita investigar os depoimentos anteriores à publicação do relatório. Isto foi feito difamando e caluniando as Forças de Defesa de Israel e seus Comandantes. Leia mais

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HAMAS FAZ DESENHO ANIMADO ZOMBANDO DE GILAD SHALIT

O desenho animado abaixo, feito e reproduzido pelo canal de TV do grupo terrorista Hamas, representa o soldado israelense Gilad Shalit, sequestrado há mais de 2 anos por terroristas do hamas. Leia mais

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O DIA-A-DIA EM GAZA

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