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Guerra e Paz no Oriente Médio

por Herman Glanz – A situação no Oriente Médio se deteriora rapidamente. Devemos entender que os Estados Unidos, entenda-se, o governo de Barack Obama, deixou o Iraque, cumprindo promessa de campanha eleitoral, mas partiu para resolver as diferenças com o Irã, e, aí sim, resolver, indiretamente, a guerra no Iraque. Tudo decorre da grande ajuda que o Irã destina aos xiitas iraquianos que fustigavam os americanos. Lembremo-nos que o dirigente iraquiano é xiita. E Barack Obama precisa tomar posição em ano eleitoral, embora Obama não queira a guerra, porque o povo não quer lutar pelos outros. Leia mais

Ito Mechaber, Junior Ben Castro, Glúon Charges Charges, Jacques Griffel, Marie Ben David liked this post
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O suicídio Persa

por Sérgio Sinenberg – Com a sua política internacional recheada de bravatas ameaçadoras contra Israel e Ocidente, agora incluindo Turquia, o Iran só conseguirá ser destruído: lentamente, por esmagamento econômico ou violenta e inesperadamente, por um devastador ataque militar de proporções bíblicas[bb]. Sua farsa militarista pode chegar a ser tão convincente, que seus ameaçados vizinhos árabes, Israel e Ocidente podem chegar a acreditar e levá-lo a sério e decidir se livrar dessa ameaça que já é insuportável. Leia mais

Pedro Henrique Barros, Paulo Alexandre de Lima liked this post
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Tentativa de terrorismo em Washington pelo Irã

por Deborah Srour – Há duas semanas atrás, o Departamento de Justiça Americano revelou um plano do Irã para assassinar o embaixador saudita e bombardear as embaixadas sauditas e israelenses em Washington. Leia mais

Rodolfo Augusto, Christianno Cohin, Amisrael Brasil liked this post
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Guerra Geométrica ou a Geometria da Guerra

por Herman Glanz – Novas formas de guerra se apresentam, mas que continuam sendo guerra, porque a finalidade é matar gente e um grupo se impor sobre os outros – guerra simétrica, guerra assimétrica, e ainda há a guerra da informação, com a guerra do cinismo e a guerra da realidade. Estamos falando dos recentes ataques a Israel. Leia mais

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Para Fazer a Guerra Basta Um Querer

por Herman Glanz – O recente episódio do sítio da Internet – Wikileaks – revelando documentos secretos da diplomacia americana, mostrou, e vem mostrando, quase tudo que já era sabido: os interesses dos governantes não se coadunam com o senso comum do que deve ser feito, mas segue de acordo com os interesses pessoais dos dirigentes. E nada apareceu de documentos secretos de outros países. Que falta fazem, para diversão de muitos! Como serão vistos os segredos russos, chineses, ingleses, franceses, japoneses, e dos demais países pelo mundo? Atualmente, a Holanda quer se tornar um país sem judeus – recomendou que deixassem a Holanda, devido ao perigo do islã radical. Leia mais

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Encontro dos Velhos Soldados

por Israel Blajberg – Comunidade Judaica presente em Santa Catarina no Encontro dos Velhos Soldados. Leia mais

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Declaração de Guerra em Período Eleitoral – por Herman Glanz

Nada muda no Oriente Médio: continua-se discutindo a paz de Israel com os palestinos, ou que seja um entendimento provisório para criar um momento de calmaria para, um dia, num futuro desconhecido, chegar a uma paz. Por enquanto, o Presidente americano pressiona somente Israel para ceder em tudo, para poder agradar os palestinos e, conseqüentemente, ter o apoio do mundo árabe pelos seus gestos de simpatia e por dobrar Israel. O que ocorre é que houve um “pedido”, bem, a palavra “pedido” poderia significar quase uma ordem, uma pressão, com a qual o Primeiro-Ministro de Israel concordou, para congelar as construções de novas moradias necessárias aos israelenses que vivem na chamada área da Cisjordânia, portanto fora dos limites da linhas de armistício de 1949, separando Israel da Cisjordânia, e que vigoraram até 1967. O prazo desse congelamento se encerrou e os dirigentes de Israel não o prorrogou. Leia mais

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Direito de Defesa

Um video esclarecedor sobre o direito de defesa do Estado de Israel.

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Como Anda o Mundo – por Herman Glanz

O mundo continua o mesmo, ou melhor os dirigentes, os déspotas do mundo afora, continuam com as mesmas idéias e os mesmos ódios, logicamente na linha de frente existe ódio contra os judeus. Leia mais

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Os Ventos da Guerra – por Herman Glanz

Os ventos da guerra sopram com mais força. Ninguém deveria querer a guerra. Os incidentes dos últimos dias na fronteira de Israel com o Líbano indicam um movimento preocupante. Forças libanesas atiraram através da fronteira e mataram um coronel israelense. As forças da ONU já indicaram a culpabilidade do Líbano e ocorreu uma reunião tripartite entre as forças da ONU, a UNIFIL, Israel e Líbano, quando Israel exigiu que o Líbano punisse o militar responsável, que disse ter recebido ordens. Mas o que se vê é o Líbano, diretamente, aparecer como mais um a atacar Israel, além do Hizbollah. Circularam notícias de que representantes da inteligência iraniana estavam na fronteira para inspecionar a situação. Estarão provocando Israel para que reaja e se desencadeie um novo conflito? Assistiram à tal reunião tripartite adidos militares das embaixadas dos Estados Unidos, França e Inglaterra em Beirute para tentar desarmar a situação e, evidentemente, fazer Israel não responder aos ataques. Leia mais

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Um Mundo em Conflito – por Herman Glanz

A crescente influência islâmica radical – fundamentalista no mundo decorre de alguns fatores, alinhados aqui sumariamente: Leia mais

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Resistir com armas e palavras

Massas judaicas, aproxima-se a hora. Deveis estar preparados para resistir. Nem um só judeu deve ir aos vagões. Os incapazes de oferecer resistência ativa, devem resistir passivamente, devem se esconder. Nosso lema deve ser: Todos prontos para morrer como seres humanos. (Manifesto público da ZOB, a Organização Combatente Judaica do gueto de Varsóvia)

Todos os anos fazemos questão de lembrar o levante do gueto de Varsóvia, iniciado em 19 de abril de 1943, a primeira noite de Pessach daquele ano. Por quê? Em que esta revolta se diferencia das demais? Ritualizar a memória não empobrece seu conteúdo?

Há muitas respostas. Embora várias rebeliões contra os nazistas tenham acontecido em campos de concentração na Europa, a do gueto de Varsóvia foi a que teve melhor nível de organização e, em consequência, a que maior resistência opôs à máquina de guerra hitlerista. A Organização Combatente Judaica foi exemplar na costura da unidade dos vários grupos políticos que conviviam na área do gueto. Seu comando, encabeçado por Mordechai Anilevitch, um jovem de 23 anos que havia escapado do gueto, mas voltara para comandar a resistência armada, sintetizava a pluralidade comunit& aacute;ria dos judeus poloneses.

A liderança contava com representantes dos comunistas, socialistas e sionistas de várias tendências. Betar e o grupo ligado a Zeev Jabotinsky preferiram não aderir à revolta. Não é irrelevante lembrar que as primeiras ações da ZOB foram contra a chamada polícia judaica. De acordo com o historiador Israel Gutman, sobrevivente do levante, “a ZOB estava convencida de que não se podia transformar o gueto numa força combatente se não fossem eliminados elementos da quinta coluna”.

Foi uma luta desigual, encarniçada, de final previsível. Apesar de inúmeros atos heróicos, os revoltosos terminaram dizimados pelos nazistas, que tinham enorme vantagem em homens e armas. O gueto acabou transformado numa pilha de escombros, mas a vontade dos insurgentes, “de morrer como seres humanos”, sobrevive como lição eterna. Oprimidos, humilhados e ofendidos têm o legítimo direito de resistir, com os meios que julgarem mais adequados, à violência que sofrem. Em abril de 1943, a luta armada foi não apenas um gesto de coragem, mas uma resposta, um grito, para a História. Os povos criam, a cada momento, instrumentos variados de resistência. Não foi diferente em Varsóvia.

Em outubro de 1941, o professor e intelectual de esquerda Emanuel Ringelblum foi para o gueto. Lá, formou a Oyneg Shabes, organização clandestina que teve entre 50 e 60 militantes, com um único objetivo: preservar a memória do que acontecia no gueto. Durante dois anos, esses guerrilheiros da História fizeram centenas de entrevistas, acumularam manuscritos e pesquisaram metodicamente o cotidiano do gueto. Ao perceberem o início das deportações, colocaram todo esse material em latões e os enterraram. Parte do material foi recuperada depois da guerra.

O que leva um homem, que tem a consciência de que dificilmente sobreviverá por muito tempo, a pensar no futuro ? Talvez se possa responder lembrando que, segundo uma longa e sofrida tradição judaica, o último ato de resistência consiste em dar testemunho, sobretudo para transmiti-lo às futuras gerações. Em certo sentido, a palavra demonstrou ser uma arma muito mais eficiente dos que os métodos de extermínio postos em prática pelos nazistas. Ao lado das armas, a palavra confinada em toscos latões ajudou a contar o que aconteceu no gueto de Varsóvia. ZOB e Oyneg Shabes. Duas vertentes, um objetivo: reafirmar a esperança de que a barbárie não vencerá. Que o homem poderá viver sem ser humilhado ou explorado por seu semelhante.

ASA – Associação Scholem Aleichem de Cultura e Recreação (Rio de Janeiro)
CCMA – Centro Cultural Mordechai Anilevitch (Rio de Janeiro)
ADAF – Associação David Frischman (Niterói)
ICIB – Instituto Cultural Israelita Brasileiro (São Paulo)
Movimento Juvenil Hashomer Hatzair (São Paulo)
Meretz Brasil
ICUF – Federación de Entidades Culturales Judias (Argentina)
ACIZ – Asociación Cultural Israelita dr. Jaime Zhitlovsky (Uruguai)

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