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33º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog

Estão abertas as inscrições para o 33º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos[bb]. Leia mais

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Pessach, Paz, Liberdade e Direitos Humanos

por Herman Glanz – A solução do conflito de Israel com os atuais palestinos está na dependência de um processo de paz. Leia mais

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Direitos Humanos?

por Herman Glanz – Sírios estão sendo mortos a tiros, assassinados e presos pelo próprio regime Leia mais

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A orientação sexual e a intolerância no mundo islâmico

Assista o vídeo que mostra os Estados Islâmicos falando na ONU sobre “Direitos Humanos” Leia mais

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Israel: um estado malfeitor

Gabriel Latner, estudante de Direito da Universidade de Cambridge, participava de um debate em que apoiava a idéia de que “Israel é um estado malfeitor”. Leia mais

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Um guia para os perplexos em 2011

por Herman Glanz – Ultrapassamos o primeiro decênio do Século XXI. E podemos dizer que esses primeiros dez anos nos ensinaram que o ataque às Torres Gêmeas, em Nova Iorque, naquele 11 de setembro de 2001, foi um marco na história da humanidade, deixando a todos perplexos com o que viram de inimaginável, aliás, não se acreditava no que se viu. O mundo jamais será o mesmo depois daquele dia. Leia mais

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Dia dos Direitos Humanos

Mensagem de Irina Bokova, Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia dos Direitos Humanos. Leia mais

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Chanuka – por Herman Glanz

A festa das Luzes, da Liberdade e dos Direitos Humanos. Leia mais

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Direitos humanos em mãos erradas – por Giora Becher

As entidades pró-Hamas, inclusive no Brasil, continuam organizando mais flotilhas políticas de provocação para a região da Faixa de Gaza. Leia mais

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Prêmio Direitos Humanos 2010 abre inscrições

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) abriu as inscrições para sugestões ao Prêmio Direitos Humanos 2010 – 16ª Edição. O prêmio, composto por uma escultura e um certificado, é concedido pelo governo federal a pessoas e organizações cujos trabalhos na área dos Direitos Humanos sejam merecedores de reconhecimento e destaque por toda a sociedade.

Ao longo de 16 anos de existência já foram agraciadas diversas pessoas e instituições. Entre as personalidades premiadas estão: Herbert de Souza, o Betinho, o Cardeal Emérito de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, a novelista Glória Perez, o padre Júlio Lancelotti, ex-ministro da Justiça, José Gregori, Milton Santos (post morten), o Padre Jaime Crowe, Manoel Bezerra de Mattos Neto, entre outros. Das ONGs contempladas estão: Central Única de Favelas, Fórum em Defesa dos Direitos Indígenas, Comissão Pastoral da Terra, Aldeias Infantis SOS Brasil – Amazonas, Grupo Cultural AfroReggae, entre outras.

Instituído em 1995, o Prêmio Direitos Humanos inclui na edição de 2010 duas novas categorias: Mídia e Direitos Humanos e Garantia dos Direitos dos Povos Indígenas.Os vencedores serão conhecidos em dezembro, ponto alto das comemorações da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A UNESCO é parceira da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República por meio de dois acordos de cooperação técnica internacional voltados para a educação em direitos humanos e a construção de políticas de acessibilidade.

As sugestões de inscrições deverão ser encaminhadas para o endereço eletrônico pdh@sedh.gov.br até 17 de outubro de 2010.

(via BB Press)

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Direitos relevantes – por Giora Becher

Israel aplaude e apoia todos os países que buscam uma solução equitativa para o processo de paz no Oriente Médio. Além disso, é uma das sociedades que mais respeitam os direitos humanos e individuais. A Declaração da Independência determina que o Estado de Israel garantirá completa igualdade social e direitos políticos a todos os seus habitantes independentemente de religião, raça ou sexo.

Existe uma precisão nos dados e informações sobre o que o Estado de Israel realmente é. Estes dados são importantes para fomentar um novo entendimento sobre o país, que é usualmente retratado somente por seus problemas.

Nota-se que mais de 20% da população israelense é de não judeus, e os árabes têm direito a voto, assim como os muçulmanos, drusos, judeus ou cristãos.

As mulheres árabes, como em raros países, também têm este direito em Israel, onde não é necessário ser judeu para tornar-se primeiro-ministro ou presidente.

Há juízes e diplomatas drusos e árabes e os árabes-israelenses, ainda que se autodefinam como palestinos, mantêm no país um altíssimo nível de vida, muito superior à média dos países árabes.

Israel é uma sociedade pluralista e multiétnica, uma democracia verdadeira, que conta com mais de 40 partidos.

A liberdade religiosa é prevista em lei e o governo respeita este direito. Todas as comunidades religiosas têm autoridade sobre seus membros em questões de casamentos e divórcios. Alguns cidadãos israelenses se casaram com palestinos e viveram em Israel. Após a união, a parte palestina lamentavelmente participou de atos terroristas. Por este motivo, o direito destes casais de morar em Israel não é automático e precisa ter o aval das autoridades israelenses. Apesar dos contínuos ataques do Hamas, Israel tem mantido a transferência de alimentos à Faixa de Gaza. Desde 2009, mais de um milhão de toneladas de suprimentos humanitários, de Israel, entrou na região. Israel alcançou a paz com Egito e Jordânia a paz é possível.

Israel e Brasil têm uma histórica amizade, que se fortaleceu ainda mais após a aprovação, em março, do acordo de livre comércio Israel-Mercosul. Em 2008, o Brasil exportou para Israel mais de US$ 390 milhões, e no ano seguinte este valor foi de mais de US$ 270 milhões. Já no primeiro semestre, foram US$ 140 milhões, sendo US$ 67,7 milhões somente em maio e junho.

Em 2008, o Brasil importou US$ 1,2 bilhão em produtos israelenses e, neste ano, mais de US$ 420 milhões, sendo US$ 130 milhões em maio e junho. Em dez anos, 97% dos produtos importados pelo Mercosul vindos de Israel, e viceversa, terão alíquota zero. É importante ressaltar que as economias de Israel e Brasil são complementares e não são concorrentes. Hoje, o Brasil é o maior parceiro comercial de Israel na América Latina. Israel é sinônimo de futuro e, com um processo de paz encaminhado, toda a região poderá florescer.

GIORA BECHER é embaixador de Israel.

Fonte: Embaixada de Israel em Brasilia
Artigo publicado no jornal O Globo em 01/09/2010

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Des-Humanize-se

A Exposição Des-Humanize-se, desdobramento do Yad Vaed – programa do Hillel Rio sobre memória do Holocausto, direitos humanos e democracia – traz o Holocausto para o centro do debate sobre direitos humanos, a partir de obras dos estudantes do Yad Vaed e de textos de Primo Levi, para estudantes da rede pública do Rio de Janeiro.

Inspirada por uma viagem de jovens judeus cariocas ao campo de extermínio nazista de Auschwitz-Birkenau, a exposição “Des-Humanize-Se”, em cartaz no Rio de Janeiro, aborda o processo de desumanização pelo qual passaram as vítimas do Holocausto. O material da mostra é composto de instalações artísticas feitas pelos próprios jovens, com base em suas experiências durante a viagem e na leitura do livro “É isto um homem?”, do escritor Primo Levi, vítima da bárbarie.

A exposição não foca especificamente a história, mas o aprendizado a partir do Holocausto. Tem como público-alvo alunos do ensino fundamental da rede pública municipal do Rio e foi desenvolvida por jovens do “Yad Vaed”, um programa sobre memória do Holocausto, direitos humanos e democracia do Hillel-Rio, instituição cultural judaica voltada para jovens universitários e pós-universitários.

Os alunos da rede pública do Rio concorrem a uma viagem a Israel. O vencedor será aquele que apresentar o melhor trabalho (gravura, pintura, colagem) sobre a mostra. Em Israel, acompanhado de seu professor, visitará projetos de coexistência. 200 estudantes têm visitado a exposição diariamente. A mostra, feita em parceria com a secretaria municipal de Educação, tem entrada franca e pode ser visitada até 3 de setembro, das 9 às 16 horas, no Centro de Referência do Ensino Público, localizado à Avenida Presidente Vargas, 1.314, no centro do Rio de Janeiro. (via Conib)

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