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Ataque antisemita em cemitério judaico argentino

Veja fotos do ataque que vândalos antisemitas realizaram no cemitério judaico de San Luis, localizado na Argentina.

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MTV e o Holocausto

Dois filmes produzidos pela MTV sobre a consicentização do antisemitismo. Leia mais

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De Perigos e Esperanças – por Herman Glanz

Todo o mundo sabe, pois a mídia internacional assim divulga que, em qualquer circunstância, o Estado de Israel, (tal qual o judeu), é culpado pelos males que assolam o mundo. É o velho-novo antissemitismo. O sionismo, ao qual Theodor Herzl deu forma e acreditava acabaria com esse eterno ódio aos judeus, não conseguiu realizar tal intento. O antissemitismo não tem sido compreendido até hoje, suas causas e raízes continuam intocadas. Israel se tornou o judeu das nações. Assim, o chamado ‘Relatório Goldstone’, que condena Israel e não o terrorismo, foi aprovado pela Assembléia-Geral das Nações Unidas. Afinal, são mais de meia centena de nações islâmicas; Israel é um só e, talvez, esse seja um dos motivos do antissemitismo, a unicidade. Leia mais

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O Holocausto como paradigma da barbárie do século XX

O ciclo de seis palestras – gratuitas e que ocorrerão às quartas-feiras – apresentará um panorama do fenômeno considerado o símbolo representativo da barbárie do século XX, o Holocausto ou Shoah, o processo não-linear de perseguição, exclusão sócio-econômica, expropriação, guetoização e extermínio por meio de fome, doenças, exaustão pelo trabalho, fuzilamentos em massa e gaseamento por monóxido de carbono e Zyklon B dos judeus da Alemanha nazista e da Europa ocupada, ocorrido de 1933 a 1945.

O Holocausto ou Shoah, perpetrado pelos nazistas e seus colaboradores, resultou no assassinato de seis milhões de judeus e de uma vasta destruição da cultura judaica da época. Outros grupos foram também vítimas do regime nazista: opositores políticos, ?Sinti e Roma? (os “ciganos”), eslavos, homossexuais alemães, testemunhas de Jeová e deficientes físicos e mentais. Para a implementação da tentativa de ?extermínio total? dos judeus e do assassinato das demais vítimas, o universo concentracionário (que chegou a abranger 20 mil campos) e o aprimoramento da técnica em favor do assassinato em massa desempenharam um papel importante na dimensão, eficiência e crueldade da catástrofe.

Palestra 1 – dia 28.10 – O conceito de Holocausto ou Shoah e as políticas antijudaicas na Alemanha nazista de 1933 a 1939
Palestra 2  – dia 04.11 – O universo concentracionário e as vítimas do nazismo de 1933 a 1939
Palestra 3 – 11.11 – A Segunda Guerra Mundial, a ocupação da Europa e a ampliação da violência antijudaica e do universo concentracionário, 1939 a 1945
Palestra 4 – 18.11 – Os guetos no Leste Europeu como antessala da ?Solução Final da Questão Judaica?, 1940-1945
Palestra 5 – dia 25.11 – Assassinato em escala industrial nos campos de extermínio nos campos de extermínio (Belzec, Sobibor e Treblinka) e a ?Solução Final da Questão Judaica?
Palestra 6 – dia 02.12 – A resistência judaica: resistência armada e espiritual nas cidades, nos guetos, nos bosques e nos campos de extermínio
 
Profa. Ania Cavalcante
• doutora em História pela USP com especialização pelo Yad Vashem de Israel
• pesquisadora do módulo “Holocausto e Antissemitismo” do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da USP (LEI-USP)
• professora de Holocausto no Projeto Morei Morim Lehoraat HaShoah do Beit Hamejanej Haiehudí da Argentina e do Yad Vashem de Israel
• professora nativa de Língua Alemã

Data: às quartas-feiras, das 18:30 às 20:00 h, de 28 de outubro a 2 de dezembro de 2009.
 
As palestras são gratuitas, mas é necessária inscrição prévia.
Pode-se inscrever nas palestras individualmente.
Serão emitidos certificados pelas palestras assistidas.
 
Local: Sala de Reuniões do LEI-USP, localizada na Casa de Cultura Japonesa da USP
Av. Prof. Lineu Prestes, 159 – Cidade Universitária – USP – Butantã
Informações e inscrições: Tel.: (11) 3091-2441 / (11) 3091-3584 / E-mail: lei@usp.br
 
Organização:
Módulo “Holocausto e Antissemitismo” do Laboratório de Estudos sobre Intolerância da USP

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Por quê defender Israel? – por Persio Bider

israelAs noticias que correm o mundo globalizado hoje em dia chegam cada vez mais rápido. É impressionante como num piscar de olhos sabemos o que está acontecendo do outro lado do planeta e também com nossos vizinhos próximos. Porém, a pergunta que sempre fica é, será que podemos sempre confiar nas informações que nos chegam a todo instante e sentir-nos atualizados sem qualquer dúvida? A resposta é não.

Primeiramente porque sabemos que este ou aquele repórter, ou veículo não estará sempre comprometido com a verdade, sendo parcial para o lado que mais convém, destruindo o comprometimento jornalístico. Outra resposta é que através da internet, qualquer um pode postar, publicar ou escrever qualquer coisa que poderá ser lido por qualquer pessoa em qualquer parte do mundo.

Outra pergunta que fica é exatamente o que fazemos com essas informações verídicas ou não, quando o assunto atinge o nosso povo, nossa história, nossa religião. Todos nós sabemos que Israel é atacado diariamente, seja por mísseis travestidos de ?foguetes caseiros?, seja por uma quantidade tão grande quanto os mísseis, de notícias tendenciosas e mentirosas.

O leitor perguntará o que isso o afeta, já que Israel está longe, possui um dos melhores exércitos do mundo, obtém (ainda) o apoio irrestrito dos EUA e recebe importantes doações por ano dos judeus ao redor do mundo. Além disso, vivemos no Brasil, um país em que se permite a liberdade religiosa, os povos vivem em uma relativa paz e não sofremos ameaças como em qualquer outro país do mundo.

Se você se inclui neste grupo, vamos analisar com calma essa situação.

Vivemos sim em um Estado democrático de direito onde os povos vivem em relativa harmonia, salvo todos os nossos problemas com educação, saúde, transporte, segurança, corrupção, dentre outros. Ocorre que mesmo à distancia, presenciamos um estado de inação que se não for alterado, pode sim afetar nossas vidas aqui mesmo, no Brasil.

Mesmo aqueles que não se consideram sionistas, aqueles super ideológicos mesmo, devem estar cansados de saber que Israel é o único país do mundo onde qualquer um pode exercer seu direito de nascer, crescer, viver e morrer como um judeu, seja qual for sua orientação religiosa. Que não precisará ficar explicando pro chefe ou professor o motivo de faltar no trabalho ou nas provas, por causa de alguma data importante no calendário judaico. Poderá usar a kipá ou andar com uma camiseta escrita em hebraico que todos vão entender, sem que imaginem que você veio de outro planeta. Também sabem, assim como o resto do mundo, que Israel não acabará e não será destruído como alguns loucos pregam.

Porém, alguém gritará, não se pode fazer associação entre judaísmo e sionismo, pois eu posso ser judeu nos EUA ou Canadá por exemplo, e Israel não faz diferença na minha vida. E é aí que todos se enganam. Pois não associar Israel com o judaísmo faz com que nos enfraquecemos e ao mesmo tempo fortalecemos aqueles que nos odeiam, que infelizmente sabem exatamente como manipular a mídia e pior ainda, algumas sessões solenes da ONU (aquela mesmo que outrora decidiu ser Israel fundamental para os judeus e para o mundo e hoje permite alguns discursos contrários).

Os que não gostam dos judeus não podem mais falar abertamente que não gostam. Não está mais na moda não gostar dos judeus e em muitos países, qualquer ato de violência contra os judeus é considerado crime. Então, como fazer para que os antissemitas de plantão continuem com seu discurso de ódio e intolerância senão vestindo uma roupa nova em suas declarações, mas agora não mais falando contra os judeus e sim contra o Estado de Israel.

Israel é um Estado legítimo que não precisa se desculpar por existir. Temos milhares de exemplos de coisas boas que o país concedeu ao mundo, através de seus cidadãos que, mesmo sob ameaça de diversos inimigos vizinhos, continuam a viver suas vidas assim como todos nós em qualquer outro país e anseiam por paz única e exclusivamente.

É inadmissível calar-nos quando vemos que o ódio gratuito e infundado contra Israel é manipulado pela mídia em geral. Não precisamos ser a favor ou contra este ou aquele governo, mas precisamos sim, lutar pela existência e legitimidade de um país que nos possibilita sermos quem somos, independente de onde estivermos.

Nossa resposta pode ser de diversas formas, seja na escola, faculdade, trabalho ou entre amigos, mas o que não podemos nunca é ficarmos omissos quando o assunto é Israel. Devemos agir, como judeus, contra qualquer situação que tentem colocar a legitimidade de existência do Estado de Israel em jogo e isso não podemos permitir nunca.

O Brasil, para aqueles desavisados, coloca em risco sua democracia e seu estado de imparcialidade e respeito entre os povos, quando convida um líder extremista, homicida e terrorista como o presidente do Irã para visitar o país, com todas as honras de chefe de estado. Este mesmo terrorista que prega diariamente a destruição do Estado de Israel assim que conseguir sua bomba nuclear e pior, se é que podemos valorar estas questões, nega efusivamente e criminosamente o Holocausto e o assassinato de seis milhões de judeus.

Não podemos aceitar a presença de um covarde como este, que persegue, tortura e mata cruelmente mulheres, homossexuais e outras minorias religiosas e que ainda frauda o sistema eleitoral eclodindo uma guerra civil, com seus opositores presos e mortos. Devemos exigir de nosso presidente que não suje suas mãos de sangue ao cumprimentá-lo ou sequer que o receba em nosso Brasil.

Não podemos ter vergonha de sermos judeus e muito menos de vincular nossa religião ao Estado que possibilita sermos quem somos, sem preconceitos ou discriminações. Não podemos nunca ter vergonha de defender a existência de Israel, porque não sabemos como fazer, o que falar ou está na moda atacar Israel, então melhor ficar quieto do que ser odiado também.

Falar mal dos judeus não é mais “in”, porém, atacar Israel ainda é, e se não começarmos a tomar atitudes de defesa, quem de novo estará “out” seremos nós, os judeus apátridas da história.

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Persio Bider
Presidente da Juventude Judaica Organizada
Site: www.jjo.org.br | E-mail: presidencia@jjo.org.br

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Artistas de Hollywood são contra boicote a filmes israelenses

Artistas de Hollywood como Natalie Portman, Sacha Baron Cohen, Lisa Kudrow e Jerry Seinfeld estão a favor da exibição de filmes israelenses no Festival Internacional de Cinema de Toronto. Eles e outra dezena de famosos do cinema assinaram uma declaração defendendo a decisão. A lista foi uma resposta à carta aberta de apoio ao diretor John Greyson, que pedira um boicote ao festival devido à exibição de filmes israelenses no programa City to City.

A ideia de boicote ganhou força com a assinatura de Danny Glover e Jane Fonda. ”Não precisamos de uma nova lista negra”, diz a declaração, numa referência à ”caça às bruxas” desencadeada nos EUA nos anos 50. ”Aplaudimos o Festival Internacional de Filme de Toronto por incluir a comunidade cinematográfica israelense, cujos filmes, frequentemente críticos à sociedade, não têm ligação com a propaganda oficial”, afirma a declaração. (fonte: Abril)

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Antisemitismo na Venezuela

O terror e o antisemitismo triunfam na Venezuela, que está se armando até os dentes para dominar o resto do continente. Leia mais

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Artigo antissemita gera atrito entre Israel e Suécia

Autoridades de Israel e da Suécia mostraram-se descontentes nesta quarta-feira, 19, com um jornal sueco que publicou um artigo na segunda-feira sugerindo que soldados israelenses teriam matado palestinos e retirado seus órgãos. LEIA MAIS…

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O ANTISSEMITISMO DE CHÁVEZ

por SALOMÃO SCHVARTZMAN e ZEVI GHIVELDER
Em recente exemplar da publicação “Boston Review” há um inquietante artigo assinado pelos professores Claudio Lomnitz e Rafael Sanchez sob o título “Unidos pelo Ódio – Os Usos do Antissemitismo na Venezuela de Chávez”. O primeiro leciona antropologia na Universidade Columbia, e o segundo ensina no Centro de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos na Universidade de Nova York. Leia mais

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A familia judia salva por alemaes

por Rui Martins, direto de Locarno, Suiça. – Em 1965, Marga Spiegel publicou na Alemanha o livro Retter in der Nacht, na qual contava como foi salva da deportação dos judeus pelos nazistas graças a um fazendeiro alemão que a acolheu assim como sua filha, trocando o sobrenome Spiegel pelo de Kronen. Seu marido que, na juventude, lutara pelos alemães na Primeira Guerra Mundial, ficou escondido numa mansarda de outro fazendeiro vizinho. Leia mais

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A PAZ É O LIMITE – por Herman Glanz

A situação política mundial de hoje em dia demonstra um recrudescimento do antissemitismo, nunca imaginado que pudesse ocorrer depois da tragédia da Segunda Guerra Mundial. A verdade é que o antissemitismo nunca acabou. Leia mais

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MADURO, MORÁTINOS E TERPINS SE REUNEM NA VENEZUELA

Jack Terpins, presidente do Congresso Judaico Latino-Americano/CJL, acaba de regressar da Venezuela, onde se reuniu com Miguel Angel Morátinos, ministro de Assuntos Exteriores da Espanha, e com Nicolás Maduro-ministro das Relações Exteriores da Venezuela, na Sinagoga Tiferet Israel, brutalmente atacada em 30 de janeiro deste ano por cerca de 15 homens armados. Leia mais

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