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Projetado em 1929 pelo russo Samuel Roder, a convite de um grupo formado pelas famílias Klabin, Lafer, Segall e Feffer, a sinagoga é alvo atualmente de processo de tombamento pelo Conpresp (conselho municipal de preservação do patrimônio).

O prédio possui cinco andares. Devido a um desnível do solo, porém, os três primeiros estão quase completamente no subsolo e têm apenas um “paredão” com vista para a avenida 9 de Julho. A entrada principal, localizada na rua Martinho Prado, leva ao quarto andar (considerado o térreo), onde funciona o salão dos homens. Acima dele, está a ala destinada às mulheres. Esses dois últimos pisos constituem uma construção em estilo bizantino que guarda uma curiosidade: vários aspectos arquitetônicos do local estão ligados ao número sete, que, para Roder, tinha um significado especial. O próprio formato em que foram construídos o prédio e as torres, por exemplo, é heptagonal.

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