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Em meados de 1942, os correios da Alemanha começaram a receber panfletos que denunciavam as atrocidades cometidas pelo regime nacional-socialista e conclamavam a população à resistência pacífica.

Os autores desses textos eram cinco estudantes e umprofessor da Universidade de Munique. Willi Graf, Alexander Schmorell, Christoph Probst, os irmãos Hans e Sophie Scholl e o professor de FilosofiaKurt Huber assinavam seus panfletos como “A Rosa Branca”. A história desse grupo foi registrada por Inge Scholl em um livro, cuja tradução inédita para o português foi lançada em 2013 e chega à sua segunda edição em 2014 (A Rosa Branca: a história dos estudantes alemães que desafiaram o nazismo, Editora 34, Organização de Juliana P. Perez e Tinka Reichmann). Em evento a ser realizado na Tenda Cultural Ortega y Gasset (Praça do Relógio, s/ nº, cidade universitária), o público é convidado a conhecer mais sobre esse grupo emblemático da resistência alemã ao nazismo a partir de uma sequência de atividades culturais.

15 de maio | quinta-feira | 14h00 às 19h30
14h00 – Encenação teatral “Pétalas Vivas de Rosa Branca” (Direção: Leslie Marko)
14h45 – Mesa-redonda com os Profs. Drs. Juliana P. Perez (Letras, USP), Maria Luiza Tucci Carneiro (História, USP), Rainer Schmidt (Sociologia, USP) e Tinka Reichmann (Letras, USP). Mediação: Cide Piquet (Editora 34)
17h00 – Exposição “A Rosa Branca. A resistência deestudantes contra Hitler. Munique 1942/ 43” e coffee-break
17h30 – Filme “A Rosa Branca” de Michael Verhoeven (Alemanha, 1982, legendas em português)

rosabranca

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