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O grupo de Amigos do Instituto Weizmann do Brasil proporcionará a quatro alunos brasileiros bolsa integral para participar do curso de verão do Instituto Weizmann de Ciências, que acontecerá durante o mês de julho, no campus do Instituto, na cidade de Rehovot, em Israel.

Os brasileiros ganhadores das quatro bolsas integrais para a Escola de Verão do Weizmann 2019 são: Natalia Von Staa Mansur, 18 anos, de São Paulo e aluna do curso de Ciências Biológicas na USP, Constanza Maria Reis da Silva Mariano, 19 anos, do Rio de Janeiro, aluna do curso de Engenharia Mecatrônica da USP, Patrícia Honorato Moreira, 19 anos, de Goiânia e Leonardo Azzi Martins, 19 anos, do Rio Grande do Sul, ambos recém formados no Ensino Médio.

Três bolsistas foram escolhidos após um intenso processo de seleção aberto a todo Brasil, que contou com a participação de mais de 470 inscritos de 26 Estados, e uma das vagas foi conferida na FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia da USP).

“Temos encaminhado alunos desde 1982 e muitos dos que passaram pelo Instituto tiveram suas vidas acadêmicas e profissionais positivamente influenciadas por esta experiência”, destacou o presidente dos Amigos do Instituto Weizmann do Brasil, Mario Fleck.

“O Brasil do futuro será o resultado da nossa capacidade de ter uma boa educação de base e de detectar talentos muito cedo. Esta atividade baseada em chamada espontânea mostra a força de nossa juventude”, complementou a professora Regina P. Markus, vice-presidente do Grupo de Amigos do Weizmann Brasil.

O International Summer Science Institute acontecerá de 02 a 25 de julho de 2019, período em que o Instituto Weizmann abrirá seus mais modernos laboratórios nas áreas de bioquímica, biologia, química, matemática, ciência da computação e física para os futuros cientistas.

Além de participarem diretamente de pesquisa científica de ponta, trabalhando em laboratórios e desenvolvendo projetos de investigação ao lado de profissionais, os alunos vão conhecer Israel e “dividir a bancada” com cerca de 80 jovens de vários países.

A programação inclui três semanas dedicadas à pesquisa científica de laboratório, onde ocorrem palestras, seminários e visitas a algumas das instalações de última geração no campus.

Na última semana os estudantes se deslocam para o deserto da Judéia e do Neguev, onde acompanhados de experientes guias fazem extensas caminhadas e experiências na natureza, em trilhas rochosas e córregos, onde vivenciam “in loco” a vida selvagem do deserto, bem como a ecologia, arqueologia e a história deste ecossistema único e peculiar.

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