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Presidente da Conib, Fernando Lottenberg, vai integrar Conselho Gestor da Secretaria de Relações Internacionais do Estado de São Paulo

Uma das prioridades do Governador João Doria, as relações internacionais, comandadas pelo Secretário Julio Serson, vão ganhar um Conselho de Gestão. O Conselho, com 10 integrantes, terá por objetivo debater assuntos que envolvam a atração de investimentos estrangeiros e ações de cooperação da Secretaria de Relações Internacionais (SERI), além do assessoramento em assuntos diplomáticos.

A expectativa é que o Conselho, integrado por lideranças do setor empresarial e público, se reúna a cada 60 dias no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

“Selecionamos um time de lideranças empresariais e membros de destaque do setor público que estarão lado a lado com a Secretaria Internacional para criar um ambiente de diálogo que favoreça um maior intercâmbio entre o estado de São Paulo com outros países e governos regionais, e propicie o aumento de investimento no Estado com consequente geração de empregos, determinação primeira do Governador João Doria para a área”, afirmou Julio Serson.

Presidido pelo ex-chanceler Celso Lafer, o Conselho Gestor será formado, além de Fernando Lottenberg, pelo Secretário de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo; por Rubens Ometto, Presidente da Cosan; Benjamin Steinbruch, Presidente da Companhia Siderúrgica Nacional; Professor e advogado Arnoldo Wald Filho, referência na área de arbitragem; Alfredo Cotait, Presidente da Associação Comercial de São Paulo; Carlos Jereissati Filho, CEO do Grupo Iguatemi; e pelo Embaixador Affonso Massot, Assessor Especial para Assuntos Diplomáticos da Secretaria de Relações Internacionais.

Os integrantes do conselho não serão remunerados e nem reembolsados de qualquer despesa para participação nos encontros.

“Sinto-me honrado com este convite e espero colaborar para criar condições favoráveis ao intercâmbio entre São Paulo e outros países”, disse Fernando Lottenberg. “A experiência da comunidade judaica como elemento de conexão entre pessoas e instituições em todo o mundo poderá ser de grande valia”, completou.

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