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A decisão do primeiro-ministro indiano Narendra Modi de visitar Jerusalém e não visitar Ramala provocou reações de vários setores.

A expectativa de tratamento igualitário remonta à assinatura dos Acordos de Oslo em setembro de 1993, quando o primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, representou seu governo no aperto de mãos com Iasser Arafat, o muito odiado presidente da Organização para a Libertação da Palestina. Ninguém achou isso estranho ou inadequado naquela ocasião, mas as coisas parecem diferentes quase um quarto de século mais tarde.

Agora está claro que Rabin foi tomado pela vaidade naquele evento de grande repercussão no Jardim da Casa Branca. Como chefe de estado, eleito em um governo democrático e soberano, ele jamais deveria ter consentido que Arafat, o inescrupuloso dirigente de uma organização não oficial, ditatorial e assassina, desfrutasse do mesmo status que ele.

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