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Salvo raríssimas exceções, os liberais nos Estados Unidos advogam em prol de altos patamares de imigração e a esquerda americana vai ainda mais longe defendendo o “fim do ICE” (referência ao Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas, agência de segurança das fronteiras dos Estados Unidos). Contudo os desdobramentos na Europa sugerem que essa quase unanimidade poderá um dia cair por terra.

Desde o final da Segunda Guerra Mundial, a esquerda da Europa testemunha a livre movimentação da mão de obra e da imigração como a melhor maneira de enfrentar os interesses corporativos, nas palavras do escritor progressista David Adler (no artigo: “Meet Europe’s Left Nationalists”, no qual me baseio aqui), isso “acelerou o ritmo da história, elevando as contradições do capitalismo”.

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