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Dia destes, não mais do que há uma semana, o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, num dos discursos que realizou, teceu comentários a respeito de funcionários públicos brasileiros.

Fiel ao mandamento de por todos os meios, destruir o governo Bolsonaro, a esquerda de paletó e gravata foi rápida. Detonou o ministro, pinçando parte da fala dele e colocando todos os funcionários públicos brasileiros contra o homem.

Ele, o Paulo Guedes, disse que há vantagens que não são mais possíveis de serem oferecidas ao funcionalismo público brasileiro, vez que o país se transformou num hospedeiro de uma classe que recebe aumentos automáticos, sendo que o último foi de 50 por cento sobre os índices de inflação e mais uma porção de benesses que esta categoria recebe e que já não mais cabe no combalido caixa nacional.

Uma destas benesses é a estabilidade de emprego, num país onde a sociedade sofre com um índice enorme de desemprego, com mais de 10 milhões de pessoas sem trabalho formal.

Um funcionário público pode, sim, ser demitido após um rigoroso processo administrativo, enquanto qualquer empregado em quaisquer das empresas brasileiras, aliás como deve ser mesmo, é demitido através de uma simples comunicação.

Qual é a base deste tipo de apoiamento paternalista?

É desse tipo de legislação que o país necessita? Ou, ao contrário? Para que o Brasil se desenvolva é necessária a diminuição do estado brasileiro com o fim da divisão entre o Brasil dos privilégios e o Brasil dos simples e mortais cidadãos que morrem nas filas dos hospitais, enquanto há classes privilegiadas para quem nada falta.

É chegada a hora das reformas que vão tirar o país dos tempos do onça para colocá-lo nos trilhos do desenvolvimento e da pujança financeira, cultural, social e científica, compatível com as riquezas naturais que possuímos e não conseguimos explorar para o bem de toda a nação.

Portanto, necessitamos, sim, de reformas que nos coloquem no patamar das nações desenvolvidas, nos tirando do verdadeiro atraso em que nos encontramos.

Ao Paulo Guedes o nosso apreço.

A quem quer destruir o governo e o país, o nosso repúdio!

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