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Eram os idos e obscuros tempos portugueses do século XIV. Havia um rei em Portugal chamado Dom Afonso IV, casado com Beatriz de Castela. Este casal real tinha um filho cujo rei o escolheu como sucessor, ao trono português. Trata-se de Dom Pedro I de Portugal (não confundir com Dom Pedro I do Brasil).

O jovem Dom Pedro I de Portugal casou-se com Constança Manuel. Com o passar de poucos anos, a princesa veio a falecer. Dom Pedro, e não havia quem não soubesse, já tinha um tórrido romance com uma cristã-nova. Uma daquelas mulheres cuja família fora obrigada à conversão pela Igreja que influenciava os soberanos.

Dom Pedro I, sentindo-se livre com o falecimento da esposa-princesa, foi ao rei, pai dele e disse:

– A mulher da minha vida é e sempre foi Inês de Castro. Vou me casar com Inês que será, quando for o meu tempo, a rainha de Portugal.

Afonso IV espumando de ódio, respondeu:

– Nunca uma judia,cristã-nova, vai ser a rainha de Portugal.

Dom Pedro I retrucou:

– Pai, já disse! Não se envolva! Inês é a mulher de minha vida! Vou me casar com ela, inclusive, saiba que tenho 2 filhos com ela.

– Nunca, uivou o rei. Nem que seja sobre o meu cadáver!!! Tu não te casarás com esta mulher! Não quero sangue judeu no Reino de Portugal! Tenho compromissos com a Igreja e com o papa.

Na surdina e na escuridão da noite, o rei Afonso IV, mandou 2 dos melhores homens de confiança que havia em seu reino, no encalço de Inês. Os dois a encontraram e a mataram.

A notícia se espalhou.

Dom Pedro I, ao descobrir, matou os assassinos, apeou o pai do poder, prendendo-o no castelo da família e, desesperado, rumou para Coimbra onde já estava enterrado o corpo da amante amada e assassinada por ordem do rei pai.

Pedro I mandou que a desenterrassem, a vestissem e mesmo morta, sentou-a no trono e a coroou rainha, obrigando o povo a beijar-lhe, em procissão, a mão pendendo do corpo exaurido, já sem vida e apodrecendo!

A dinastia de Bragança, sobrenome dos quatro filhos de Inês de Castro com Dom Pedro I de Portugal, durante os anos de relacionamento entre eles, assumiu o trono português.

Dom João VI, Dom Pedro I do Brasil e Dom Pedro II tiveram nas veias, sangue judeu, correndo. São todos descendentes de Inês de Castro!

Está assim explicada a adoração de Dom Pedro II pela língua hebraica e pelo judaísmo. Consta que dentre os pertences do Imperador do Brasil, Pedro II, ao deixar, exilado, o Brasil, está uma Torá que foi comprada em Jerusalém.

Este rolo da Torá seguiu para a França com o Imperador e está desaparecido!

Você depois desta leitura, sabe o quer dizer a expressão: “Agora, Inês é morta!”. Algo como: “não adianta mais nada: Inês é morta!”

Como sempre digo e a frase não é minha: A HISTÓRIA JAMAIS FAZ JUS AOS VENCIDOS. QUEM A CONTA SÃO OS VENCEDORES. E, QUEM NELA ACREDITA TEM OS PRÓPRIOS MOTIVOS.

Esta versão que acabo de contar é verídica. Se há quem não acredite, que faça a pesquisa entendida como necessária!

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