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O Brasil registra um dos maiores surtos da doença nos últimos anos. Saiba mais sobre a imunização contra a febre amarela.

  • Moradores de regiões com incidência da febre amarela ou pessoas que irão viajar para essas áreas devem receber a vacina.
  • Quem não mora em uma área com casos registrados de febre amarela e também não irá viajar para um local com incidência da doença não deve tomá-la.
  • O Ministério da Saúde anunciou uma campanha de vacinação contra a doença nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, prevista para começar em fevereiro deste ano e com uma novidade: a dose fracionada da vacina.
  • O fracionamento é o uso da vacina da febre amarela em porções menores das habituais e/ou prescritas tradicionalmente.
  • A dose habitual (única) pode ser dividida em quatro ou cinco doses da vacina fracionada. Portanto mais pessoas podem ser imunizadas. A diferença entre a vacina fracionada e a clássica é a quantidade de vírus injetada, 1/5 da dose habitual na fracionada.
  • Outra diferença prática entre as doses é o “tempo de validade”. A fracionada vale por oito anos e possivelmente será necessário fazer uma nova vacinação – ainda não definida pelo Ministério da Saúde. Já pacientes que receberam a dose única contra a febre amarela não precisam ser vacinados novamente.
  • A dose única não deixará de ser aplicada. Ela é necessária para viajantes, uma vez que a Organização Mundial de Saúde (OMS) não reconhece essa forma de vacinação (fracionada) e não garante o atestado.
  • Crianças de nove meses a dois anos de idade, pessoas com condições clínicas especiais, como Aids, doenças hematológicas ou após o término de quimioterapia, gestantes em zonas de risco e viajantes internacionais (mediante apresentação do comprovante de viagem) receberão a dose única.
  • Receberão a dose fracionada: outros brasileiros acima dos dois anos de idade que estiverem nas áreas determinadas pelo Ministério. Indivíduos com mais de 60 anos devem se consultar com o médico antes de tomar a vacina.
  • Qualquer vacina contra a febre amarela permanece contraindicada – salvo outra orientação dos profissionais – a pacientes imunodeprimidos ou em tratamento contra o câncer, alérgicos a ovo e a gestantes fora de áreas de risco.

fonte: Hospital Albert Einstein

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