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Domingo de manhã cedo, na Praça Bolívar, em Caracas, centro histórico da cidade, próxima à prefeitura e à catedral, um cartaz acusava os judeus de querer dividir a Bolívia. Isso significa dizer que os 600 bolivianos de fé judaica, distribuídos entre La Paz (300), Santa Cruz (180) e Cochabamba (120) seriam os encarregados de dividir o país? É preciso lembrar que os seguidores do regime chavista exercem um controle ferrenho em todos os cartazes que se colocam na Praça Bolívar. Nada pode ser posto ali sem a sua aprovação. A frase é o mais puro anti-semitismo, associado ao mais rançoso fascismo e nazismo. Qual é o limite para a calúnia e a barbárie? Fonte original não divulgada. Publicado pelo Distrito 23 da B’nai B’rith – Norte da América Latina e Caribe. (Fonte: BB Press)








