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A semana que passou, bem como a entrante, têm efemérides para serem lembradas: o 11 de setembro de 2001, o 13 de setembro de 1993, os 45 anos da Guerra do Yom Kipur, de 1973, e os 40 anos de Camp David, que trouxe o Tratado de Paz de Israel e Egito, em 1979.

O dia 11 de setembro, marca o episódio, quando, em 2001, foram atingidas e destruídas as Torres Gêmeas em Nova Iorque, por um ataque terrorista. O terror, que começa atacando judeus e Israel, acaba se espalhando pelo mundo. Atingiu Nova Iorque, bem distante do Oriente Médio. Quando era contra judeus e Israel, não importava ao mundo. Apenas condolências e pesar pelas vítimas, quando muito. Mas em Nova Iorque foi diferente, com seus 3.000 mortos. Foi um ponto de inflexão. Mudava o conceito quanto ao terrorismo. O mundo passou a conhecer os efeitos maléficos do terror. Para nós, é um fato a não se esquecer.

Mas o terror não para. Sempre inventa novas modalidades de crimes. As pipas infantis, para provocar incêndios, os balões incendiários também servem para efeitos do terror. Agora, se está usando ferir e matar com facas. Esta forma criminosa, que começou em Israel, contra os judeus, está se espalhando por todo o mundo. O terror ataca, com facas, as pessoas na França, na Inglaterra, na Alemanha, na Bélgica, na Holanda, na Suécia e muitas outros países. E, para se defender, especialmente a Europa, passou a atacar Israel pensando em se dar bem com os terroristas, reconciliá-los, apaziguá-los.

Mas nada adianta. Terror é terror. E passaram os terroristas a ganhar o apoio de uma esquerda que quer o poder, fixando-se nos terroristas para amedrontar os dirigentes, para ver se conseguem fazê-los cair. Vale tudo para a conquista do poder, mesmo prejudicando o próprio país. Contra judeus, se unem a direita fascista e a esquerda fascista. O Partido Trabalhista inglês, por exemplo, optou claramente pelo antissemitismo, do qual já falamos e do seu líder, Jeremy Corbin. Hoje, morreu um israelense judeu atacado a faca em Jerusalém. E o ataque com faca chegou ao Brasil.

No dia 13, foi a vez dos 25 anos dos Acordos de Oslo, tão cantados, em prosa e verso, mas que se mostraram um fracasso. Levaram Rabin (ah) a assinar o acordo que não desejava, sob pressão de Shimon Peres e Yossi Beilin, e que serviu, apenas, para trazer o terror do finado Arafat, para junto de Israel, agora substituído por Abbas, do Fatah, no que toca à Margem Ocidental, e o Hamas, no tocante à Gaza. Foram as mesmas razões para se reconciliar e apaziguar o terror. Trouxeram a OLP, que estava longe, em Túnis, sempre alegando que era preciso dar um Estado para os palestinos viverem e paz com Israel. E não se emendam. A esquerda continua no mesmo diapasão. A direita antissemita só fala em acabar com Israel, assim como o Irã dos aiatolás. Sem escapatória.

O prêmio Nobel da Paz, para os finados Rabin e Arafat foi, na verdade, um prêmio da guerra, um prêmio ao Terror, que continua até hoje. Não trouxe paz. No Dia do Perdão, no Yom Kipur, que peçam perdão e se arrependam, pois fizeram mais vítimas judaicas.

Finalmente, o Tratado de Paz de Begin e Sadat que resultou do encontro de Camp David, rompeu o tabu do eterno ódio árabe a Israel. A Guerra do Yom Kipur, secretamente tramada, e nós entendemos que com o apoio dos então dirigentes de Israel, acabou quebrando o velho tabu, a um alto custo, mas gerou uma paz fria com Rgito, mas paz.

Já inscritos no Livro da Vida, recebamos o carimbo Divino para mais um Ano.

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