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Foto: “Expulsando a escuridão”, pintura de 2019, técnica mista sobre tela, com 80cm x 148cm.

São mais de trinta anos de atividade profissional. Mas Miriam Nigri Schreier continua em plena atividade criativa, e com a mesma energia da juventude. Em 7 de Agosto ela abre nova exposição individual, desta vez no espaço da Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos.

A mostra, que estará aberta a visitação até 22 de Setembro, apresenta um instigante conjunto de trinta e três trabalhos, metade deles produzidos nos três últimos anos. Estão reunidos sob o sugestivo título Cidades imaginárias, revelador da temática urbana que perpassa toda a obra recente da artista. A curadoria é de Carlos Zibel e Antônio Carlos Cavalcanti.

Predileção pelo vermelho – Como se vê na exposição Cidades imaginárias, o trabalho de Miriam Nigri Schreier é sempre luminoso, quente, nunca sombrio. “Em minhas construções eu procuro captar a luz, para expulsar a escuridão”, afirma.

A artista trabalha, invariavelmente, com formas muito geométricas, usando uma paleta de cores que vibram e criam uma notável ilusão de movimento. A mostra revela também a especial predileção da artista pelo vermelho, por muito vermelho. E, ainda, pelas telas em grandes formatos: “Nos quadros grandes eu me esparramo, respiro melhor”, diz.

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