Mais uma vez o antissemitismo na UNESCO

Mais uma vez o antissemitismo na UNESCO

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A Resolução da UNESCO colocando Hebron fora de Israel não deve surpreender. Vejamos a constituição do Conselho Executivo da UNESCO atualmente:

1 – Afeganistão
2 – Albânia
3 – Argélia
4 – Angola
5 – Argentina
6 – Áustria
7 – Bangladesh
8 – Barbados
9 – Belise
10 – Brasil
11 – Chad
12 – China
13 – Cuba
14 – Tchecoslováquia
15 – República Dominicana
16 – Equador
17 – Egito
18 – El Salvador
19 – Estônia
20 – Etiópia
21 – França
22 – Gabão
23 – Gâmbia
24 – Alemanha
25 – Guiné
26 – Índia
27 – Indonésia
28 – Itália
29 – Japão
30 – Kuwait
31 – Malawi
32 – Mali
33 – Ilhas Maurício
34 – México
35 – Montenegro
36 – Marrocos
37 – Moçambique
38 – Namíbia
39 – Nepal
40 – Holanda
41 – Nigéria
42 – Paquistão
43 – Papua Nova Guiné
44 – República da Coreia
45 – Rússia
46 – Santo Kits e Nevis
47 – Espanha
48 – Suécia
49 – Tailândia
50 – Macedônia
51 – Togo
52 – Trinidad Tobago
53 – Tunísia
54 – Turcomenistão
55 – Uganda
56 – Ucrânia
57 – Inglaterra
58 – Estados Unidos

Por aí temos uma ideia de como se dá a votação da proposta dos palestinos, em mais uma investida para deslegitimar Israel.

Ocorre que temos observado as mentirosas informações colocadas na mídia, justamente agora quando se vivemos no centenário da Declaração Balfour. Citam que a tal declaração foi a oferta solene de uma nação para outra nação, de um país de uma terceira nação, no dizer de Arthur Koestler.

Devemos dizer que se trata de mais uma solene mentira. A Palestina, ocupada pelo Império Turco, não pertencia ao Império Turco. Fora tomada pela força. Aliás, não havia Palestina no Império Turco, não havia tal divisão – era uma vasta área de domínio turco. Interessante é que ninguém diz que a África do Sul pertencia a Inglaterra, nem que o Egito pertencia a Inglaterra; também não se diz que a Argélia pertencia à França.

Mas quando se trata da Palestina, aí é diferente, até para os próprios judeus. Hoje se fala que a Inglaterra deveria se desculpar com o povo palestino árabe. Deve-se dizer que o povo palestino árabe também não existia. Foi criação mais recente, de 1964, de Gamal Abdel Nasser em sugestão soviética de então, criando-se OLP – Organização para a Libertação da Palestina, que fala de um povo palestino. A própria “libertação” significa acabar com o Estado de Israel.

O finado Arafat, líder palestino, era natural do Egito. É a distorção de uma esquerda predatória antissemita e dos fascistas de sempre. São todos desmembramentos da mesma política antisraelense e antissemita como a “ocupação” e o BDS – o boicote. E também o terror. Outros países estão sentindo o terror que nada tem a ver com Israel. É pura e simplesmente o interesse em dominar os países e ganhar poder. Nossos protestos contra a decisão da UNESCO. É preciso gritar contra tais abusos.

O porquê de tudo isso são outros 500.

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Herman Glanz
Herman Glanz é presidente do Likud no Rio de Janeiro. Foi um dos fundadores e ex-presidente do Grupo Universitário Hebraico do Brasil. Foi Diretor da FIERJ, vice-presidente da Organização Sionista do Rio de Janeiro e do Brasil. É Secretário do Comitê Eleitoral Regional da Organização Sionista do Brasil e Secretário da Chevrá Kadishá do Rio de Janeiro.