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Foi um salto significativo, considerando que no ano passado o país ocupou a 10ª posição

O Índice Bloomberg classifica os 60 países mais inovadores do mundo usando sete critérios, incluindo gastos com pesquisa e desenvolvimento em relação a porcentagem do PIB, produtividade, atividade de patentes, concentração de pesquisadores, incluindo doutorandos em pós-graduação envolvidos em P&D por 1 milhão de pessoas e concentração de empresas de alta tecnologia.

Em 5º lugar na pesquisa geral, Israel superou a Suécia, que foi a 2ª em 2018, Cingapura, a 3ª no ano passado, e o Japão, que ficou em 6º no índice anterior. A Coréia do Sul manteve a coroa mundial no índice de inovação e os EUA subiram para o 8º lugar depois de cair do top 10 pela primeira vez no ano passado.

Israel foi o único país a vencer a Coréia do Sul na categoria de intensidade de P&D, ou seja, o gasto com P&D como porcentagem do PIB.

Enquanto isso, no Relatório de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial para 2018 – 2019, publicado em outubro, Israel chegou em 20º de 140 países, caindo quatro posições em relação ao 16º lugar de 2017-2018, mas mantendo as melhores notas em várias categorias, incluindo inovação, gastos em P&D e atitude positiva em relação ao risco empresarial.

É interessante ressaltar que esse último relatório já foi feito com mudanças nas formas de avaliação, baseando-se no novo cenário mundial, com o advento da Indústria 4.0, incluindo a adição de novas subcategorias antes não consideradas, novos pontos de referência e ponderando pilares igualmente e não mais de acordo com o atual estágio de desenvolvimento dos países.

Israel também destacou-se em parâmetros como capacidade de inovação, dinamismo empresarial, crescimento de empresas inovadoras, atitudes em relação ao risco empreendedor, disponibilidade de capital de risco, facilidade para encontrar mão-de-obra muito qualificada, empresas colocando em prática ideias disruptivas e colaboração multidisciplinar. Outro ponto interessante é que é em Israel que o insucesso empresarial é mais aceito, fruto obviamente da cultura e tradição do país, que preza o empreendedorismo mesmo em face aos índices de fracasso – esses, aliás, são vistos com bons olhos, como necessários para o futuro sucesso, para ganho de experiência e expertise.

Leia AQUI a reportagem completa

fonte: NoCamels e Israel Trade and Investment Brazil.

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