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“O tamanho não é tudo”, proclama um comunicado de imprensa da revista Nature divulgado esta semana. Um novo ranking normalizado do Nature Index 2019 acrescentou uma nova perspectiva para as contribuições relativas de cada Instituto e classificou o Instituto Weizmann de Ciências de Israel entre os três primeiros do mundo, atrás apenas do laboratório Cold Spring Harbor nos EUA e do o Instituto de Ciência e Tecnologia da Áustria.

Na tabela padrão, o Instituto Weizmann se classificou entre os top 100, e como o número 1 em Israel.

Este ranking leva em conta o número de artigos de alta qualidade publicados em uma proporção da produção global de cada Instituto na área das ciências naturais. Esta normalização – que avalia as contribuições de uma instituição pelos seus artigos científicos, compara estes aos artigos publicados em revistas de alta qualidade e à sua produção científica total – permitindo que institutos pequenos sejam classificados junto aos grandes.

As menores instituições classificadas nas 10 melhores posições têm algumas características em comum: ambição – declarando como missão o esforço por serem a melhor do mundo; a interdisciplinaridade – com forte colaboração entre os campos de estudo e em vários casos, ter o apoio de laureados no Prêmio Nobel.

“Nós sabemos há muito tempo que o tamanho é irrelevante quando se trata de excelência na ciência. Para o Instituto Weizmann se esforçar para ser o melhor envolve atrair os melhores cientistas e deixá-los seguir sua curiosidade. A interdisciplinaridade e a colaboração entre campos e entre países são simplesmente parte do nosso DNA, e estamos orgulhosos desse fato”, declarou o Presidente do Instituto Weizmann de Ciências, Prof. Daniel Zajfman.

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