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Os palestinos querem um estado independente, mas estão totalmente interligados a Israel. A Faixa de Gaza está governada pelo inimigo mais feroz de Israel, a organização terrorista Hamas, que recebe eletricidade e material de primeiras necessidades de Israel e dele depende.

A Autoridade Palestina de Mahmoud Abbas educa e age no mundo todo contra Israel, apesar de depender do Estado Judeu em todas as áreas e até o da segurança para manter o regime atual. A moeda usada em Gaza e na Cisjordânia, não é o dinar jordaniano ou o dolar americano, é o shekel israelense.

A incitação contra Israel começa no jardim de infância, passa pela escola e vai adiante e assim é difícil de lidar e educar para ter a paz. Desde a Declaração Trump de que Jerusalém é a Capital de Israel, o número de atentados contra Israel triplicou. Da Faixa de Gaza, foram lançados 19 projéteis para atingir povoados israelenses.

Israel se contêm por pelo menos 2 razões. A de não desviar a atenção das manifestações no Irã e para não prejudicar as tentativas de aproximação entre a Autoridade Palestina (A.P.) e Hamas. Nesta área, a A.P. consentiu em voltar pagar pela eletricidade que Israel fornece à Faixa de Gaza.

A situação humanitária nesta região é tão caótica que Israel tem interesse em melhorá-lo e não deixar que piore. Essa foi uma das razões que concordou em passar eletricidade para uma área que está fazendo de tudo para prejudica-lo. Hamas não se importa com a população que governa, tanto é que boa parte do cimento fornecido para a construção de moradias na F. de Gaza, é desviada para a construção de túneis de ataque da Hamas para o território israelense.

Com o retorno do fornecimento de eletricidade de Israel para a Faixa de Gaza, muitos protestaram, não pelo ato em si, mas por não condicionar isto com o recebimento dos restos mortais de 2 soldados caídos há mais de 3 anos, e os 3 israelenses que passaram para Gaza e estão nas mãos da Hamas e nem ao menos receber informações do seu paradeiro.

A situação é absurda e impossível, eles também tem mãe, pai e familia. Israel ajuda hamas que não só que não atende pedidos de receber informações sobre os restos mortais e os israelenses em seu poder, também atira diretamente ou permite que outros lancem mísseis e morteiros contra o território israelense.

O Egito, a quem a Faixa de Gaza pertencia antes da Guerra dos Seis Dias e é o padrinho da aproximação da A.P. e Hamas, entende que Hamas continua suas relações com os terroristas radicais no Sinai e não abre sua fronteira para dar passagem aos gazenses. Isto foi prometido aos palestinos pelo Egito que não a cumpre.

Neste teatro do absurdo, o absurdo aumenta mais agora que Israel quer tentar conter a incitação palestina contra Israel e os judeus, através de lei que tramite no Knesset, “a lei dos salários”. Esta é para compensar dos valores que Israel passa a Autoridade Palestina pelo recolhimento de impostos, dos “salários” que a A.P.paga a terroristas e aos seus familiares que efetuaram ataques e assassinatos contra israelenses. Esses “salários” na realidade são incentivo da AP para agir com terror e mortes contra Israel.

Durante décadas a A.P. tem um catálogo pelo qual paga a terroristas encarcerados ou para familiares de terroristas mortos a soma de 1 bilhão de shekels (cerca de US$300milhões) anuais. O salário minimo na Cisjordânia é de 2.000 shekels e na Faixa de Gaza, ainda é menor pelo grande desemprego.

Terrorista condenado de 3 a 5 anos recebe 2.000 shekels mensais, valor que vai aumentando a penas de 10 a 20 anos para 6.000 shekels e de 20 a 35 anos já recebem 12.000 shekels mensais. Os casados tem acréscimo de 300 shekels e por cada filho mais 50 shekel.

Esses “salários” são vitalícios. Arabes israelenses como os de Jerusalém Oriental recebem 300 shekel adicionais e os de Israel d’antes de 1967 são recompensados com 500 shekel/mensais. Esses valores incentivam outros a fazer atentados até por motivos econômicos. Países do mundo, inclusive o Brasil, passam verbas a A.P. e indiretamente incentivam o terror.

É hora de entender que só com boa vontade dos dirigentes e educação dos povos desde a infância até as universidades é que dará para chegar a uma coexistência pacífica, senão a almejada paz.

OS DRUZOS DO GOLAN SE INTEGRAM A ISRAEL

Os druzos são conhecidos por serem leais aos governantes nos países em que vivem. Já tratamos dos druzos israelenses que estão totalmente integrados a sociedade israelense, desde o exército até um Ministro de Estado (o das Comunicações). Os druzos que vivem no Golan, conquistado da Síria em 1967, mantiveram-se fiéis a Síria de Assad, por convicção e por temer pelos familiares que tem do outro lado da fronteira. Parece que a guerra civil e o tempo mudaram algo na sua convicção. Muitos druzos do Golan (cerca de 16.000) que vivem em boa vizinhança com os judeus da área(cerca de 18.500), estão pedindo a cidadania israelense. Esta ação, no passado, levava ao ostracismo a quem o pedia.

Na semana passada os druzos do Golan, ou melhor, uma equipe de futebol, o Bnei MMBE (abreviação de 4 povoados que a formam – Majdel Shams, Massade, Buka’ta e Ein Kania) que joga na 2ª divisão ia jogar contra o Macabi Tel Aviv. No passado, as equipes de druzos do Golan boicotaram as ligas israelenses, mas agora querem jogar, por se considerarem israelenses. Samih Smara de 38 anos, politizado,”socialista de alma” (viajou ao enterro de Fidel Castro) e que já cumpriu pena de prisão por violar a segurança de Israel, é o líder e porta voz da equipe. Ele se diz “israelense de origem síria”. Aos que são contrários a normalização com Israel, geralmente os mais idosos, disse: ”receber dinheiro do INSS israelense vocês pegam, trabalhos de construção para o Ministério da Defesa vocês fazem, os direitos da carteira azul (o RG) voces recebem com alegria, então porque não ao futebol”.

Alguns jogadores druzos da equipe já jogaram em times israelenses, principalmente o da próxima Hapoel Kiriat Shmona. O Bnei MMBE conseguiram chegar as oitavas de final da Taça Nacional que disputariam contra a vice campeã nacional, Macabi Tel Aviv. Organizaram 10 ônibus para levar torcedores gratuitamente do Golan para o Estádio de Natania, onde foi o jogo, no sábado (6). Chegaram 1500, número recorde de torcedores do Golan e incentivaram seu time que jogou bravamente e no final perdeu de 3 a 0. Mas valeu até mesmo pelo dinheiro que entrou a sua caixa e pelo jogo com Macabi.

Outro sinal de normalização com os druzos do Golan, é que depois de longa batalha entre os pró-sírios e os que desejam normalização com Israel, estes estão levando a melhor. O Ministério do Interior já declarou que fará eleições municipais no Golan, em outubro. Estas serão livres e democráticas, elegerão seus prefeitos e sua população será beneficiada.

CURTAS:

EXEMPLO DE BOA ABSORÇÃO. Israel é um país que absorve judeus dos 4 cantos do mundo. Numa recente visita da Comissão de Aliá e Absorção do Knesset na fábrica Elta da Indústria Aeronautica de Israel (IAI) em Ashdod, os deputados tiveram oportunidade de ver a absorção no seu melhor estilo. O chefe da equipe de engenheiros de programação (software) do sistema da Cúpula de Ferro de Ferro é Amit. Este jovem emigrou da Etiopia, onde na sua infância era pastor de ovelhas. Ele e dezenas de jovens etíopes emigraram para Israel, se formaram engenheiros e são entre centenas de imigrantes da Etiopia que trabalham na IAI. A chefe do Departamento Pessoal é Olga que emigrou da Russia. Asher, vice diretor da área jurídica nasceu no Marrocos, emigrou para Canada e de lá para Israel.O chefe do Departamento de Experimentos Espaciais é Ilan que emigrou da França.O vice diretor da IAI e que é o diretor geral da Elta emigrou do Egito. Esta companhia vendeu em 2016 produtos no valor de 1 bilhão de dolares e tem encomendas no valor de 2 bilhões de dolares de 71 países.A Elta desenvolve produtos de Inteligência e Cibernética, sensores e radares, sistemas de defesa aérea e terrestre, entre êles o “casaco de vento”, que defende tanques de mísseis anti tanques.

CORTES NO MINISTÉRIO DO EXTERIOR. A guerra começa onde termina a diplomacia. Na guerra, Israel com seu exército sabe lidar, mas quanto a imagem de Israel no exterior deixa muito a desejar. Israel não consegue passar suas mensagens no mundo , também por deficiência de representações e de diplomatas capacitados. O 1º Ministro, Benjamin Netanyahu, que também serve de Ministro do Exterior, viaja pelo mundo e é o melhor “vendedor” de Israel, mas valoriza as relações do Estado Judeu com os EUA. No orçamento de 2019, o Ministério do Exterior terá corte de 216 milhões de shekel e fechará 22 representações. O governo devia aumentar o orçamento das Relações Públicas e enviar mais pessoas para projetar Israel em conferências, universidades, encontro com jornalistas e divulgar o que é Israel e o que faz.Quem não pensa na guerra midiática, perde a opinião pública e isto é trágico.

CLÉRICO IRANIANO TRATADO NA ALEMANHA.A Europa que tanto despreza a presença de muçulmanos, faz de tudo para bajular os govêrnos de países islamicos, não importando com o seu regime. O nome do jogo é fazer mais negócios. Os direitos humanos de que tanto se fala deixam o lugar para os “direitos dos negócios”e os cidadãos que se danem. Da tentativa de rebelião no Irã não há mais noticias, mas há informes não confirmados de que o regime clerical conseguiu conter os protestos prendendo milhares de pessoas e muitas delas foram silenciosamente executadas. Isto não atrapalha o govêrno alemão de dar tratamentp medico ao ayatolá Mahmoud Hashemi Shahroudi. Segundo Amnesty, êsse religioso é responsável direto pela execução de 2.000 pessoas, entre êles menores de idade e ativistas políticos. Shahroudi é ligadíssimo ao líder espiritual Khamenei e é o responsável pela Identificação dos Interesses da República Islamica do Irã. Logo depois de noticiada a sua presença em solo alemão,Shahroudi e sua comitiva de 6 pessoas deixaram as pressas a clinica particular onde era tratado de câncer. Isto para não dar tempo para inqueri-lo da queixa dada a polícia pelos opositores, do partido “Verde”. A França que tanto trabalha pelo Acordo Nuclear das potencias com o Irã e faz negócios bilionários com o regime de sangue nas mãos é a mesma França que deu asilo ao ayatolá Ruhollah Khomeini. Avião da Air France o levou ao Irã e a onda de violências do regime são conhecidas.

PALESTINOS COMETEM ROUBOS EM ISRAEL. A polícia israelense avalia que cerca de 80% dos carros roubados em Israel e 47% de roubos em casas, no ano de 2017, foram executados por ladrões palestinos, que vieram da Cisjordânia. Há casos desvendados, mas o sistema de “olho de falcão”, colocado na passagem de Israel para a área controlada pela Autoridade Palestina, detectou mais de 2.000 carros roubados que por êle passaram.

AMOR DO TATUADOR DE AUSCHWITZ. Lale Sokolov, nasceu com o nome de Ludwig Eisenberg, na Eslováquia em 1916. Na 2ªGuerra Mundial, como muitos judeus foi levado a campos de concentração e em abril de 1942 chegou ao difamado Campo de Auschwitz. Lá contraiu o tifo e teve a sorte de que o tatuador francês dos números nos braços das vítimas,pegou-o como ajudante, talvez por ser poliglota. Quando o francês desapareceu, provàvelmente executado, Lale tornou-se o tatuador principal de Auschwitz. Êle tatuou o número nos braços de centenas de milhares de pessoas. Em julho de 1942, Gita Fuhrmannova, judia checa chegou a Auschwitz e Ludwig (Lale)lhe tatuou número no braço. Como disse décadas depois:”eu lhe tatuei número no braço, ela tatuou o seu nome no meu coração”. No inferno de Auschwitz os dois se apaixonaram num amor impossivel. Com todo o cuidado passaram menssagens de amor e as vêzes se encontravam atrás da barraca da Gita. Quando finalmente foram libertados no fim da guerra, êles se perderam na confusão. Lale viajou procurar sua amada e casualmente a encontrou numa rua na Bratislava. Pouco depois casaram-se e deixaram o maldito continente europeu,seguindo para a longícua Australia. Tinham negócio de têxtil,um filho e como muitos sobreviventes do Holocausto não falaram da época dos nazistas e de Auschwitz. Lale até pensou que seria acusado de colaboracionista por ter tatuado os braços dos que ali chegaram.Só em 2003, pouco depois do falecimento da Gita, Lale se abriu e contou sua história à escritora Heather Morris, que a publicou no livro O Tatuador de Auschwitz. Três anos mais tarde, Lale Sokolov faleceu.

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