O Dia da Imigração Judaica homenageia a contribuição dessa comunidade na formação da cultura brasileira, especialmente nos campos artístico, político, diplomático, científico, da indústria, do comércio e das finanças. O Brasil foi palco para a primeira comunidade judaica estabelecida nas Américas. Com a expulsão dos judeus da Espanha e a conversão forçada em Portugal, pouco antes da descoberta, judeus convertidos ao catolicismo (cristãos-novos) já haviam se estabelecido na nova colônia. Ao menos dois pisaram na terra quando Pedro Álvares Cabral chegou em 1500, fazendo parte de sua tripulação: Mestre João, médico particular da Coroa Portuguesa e astrônomo; e Gaspar da Gama, intérprete (ajudara Vasco da Gama nas Índias, onde vivia) e comandante da nau que trazia mantimentos. Nas primeiras décadas do século XX, boa parte dos judeus asquenazim se estabeleceram no bairro do Bom Retiro, enquanto muitos sefaradim moravam e trabalhavam nos bairros da Mooca e do Brás. No início da década de 1930 havia em São Paulo entre 15 a 20 mil judeus. Estima-se que esse número é atualmente de 60 mil somente no Estado de São Paulo e cerca de 120 mil em todo o Brasil. Por iniciativa do então deputado federal Marcelo Itagiba, no Rio de Janeiro, a data 18 de Março foi oficializada como Dia Nacional da Imigração Judaica. A data tem como referência a reinaguração da Sinagoga Kahal Zur Israel, no Recife (PE) em 2002.
Serviço:
Exposição “Imigração Judaica – Cronologia e Origens”
Data: 19 e 20 de Março de 2011
Horário da exposição: 9h às 18h
Solenidade de abertura: Sábado (dia 19) às 18h30
Endereço: Rua Hungria, 1000 – Jardim Paulistano – São Paulo, SP
Entrada: Gratuita – Site: www.ahjb.org.br


























