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Toda a informação que temos sobre ações de antissemitismo, ataques a Israel, diabolização dos dirigentes, são uma forma da Guerra de Nova Geração. O mundo vive em estado de luta permanente, uma fase de guerra política contínua, sem frente de batalha, sem regras de engajamento, usando uma série de estratégias para anular as vantagens do inimigo, como numa guerra assimétrica. O interesse é conquistar o território inimigo, anular o inimigo, conquistar poder.

Segundo o general Valery Gerasimov, Chefe do Estado-Maior russo, a Guerra de Nova Geração é “um conflito de espectro ampliado em direção a um importante emprego de medidas de caráter político, econômico, informacional, humanitário e outras tipicamente não-militares… Aplicadas em coordenação com o potencial dos protestos da população alvo.”

É isso que estamos vendo sem entender o porquê desse ódio que nos dedicam, mas o que se está fazendo é a tentativa de um novo Holocausto, afora outros interesses em desestabilizar regimes e dirigentes. Assim se observam os constantes ataques a Trump, a Netanyahu e outros dirigentes que se opõem a esse tipo de guerra, porque há interesse de dominar e conquistar poder, (nada a ver com a defesa destes dirigentes, apenas uma citação).

Isto quer dizer que estamos em guerra e não percebemos. E, lamentavelmente, pouca gente sabe dos problemas que fundamentam essa guerra, pois, no nosso caso, há um permanente ódio enraizado, até subconsciente, fácil de assimilar e apoiar. Ademais, temos, hoje, uma esquerda que denominamos de predatória, que se engajou contra nós e contra Israel, provocando apoios de quem não deveria atuar neste sentido. A esquerda inglesa está provocando um verdadeiro surto antissemita, a ponto de judeus já estarem deixando o Partido Trabalhista inglês. A França nem precisa falar, e a Suécia está vendo a saída de judeus. A propósito, lembramos dos 90 anos do massacre de Hebron, perpetrado pelos árabes na então Palestina.

Triste sina. Mas há esperança de que tudo mudará, pois estamos vendo vozes se levantarem contra tal estado de guerra, até na atual reunião do G7.

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