Domingo de arte, conscientização e interatividade na Nova Escola Judaica

Com a presença de mais de duas mil pessoas, o domingo, 25 de outubro, foi um dia de arte, conscientização e interatividade nas duas unidades da Nova Escola Judaica. Na Unidade Bialik, foi possível explorar a arte em suas inúmeras formas de expressão. Essa foi a proposta do Dia das Artes, um dos mais esperados eventos da escola, e que este ano teve como tema “Memórias”.

A programação foi intensa, com apresentações musicais, de dança, cinema, coral e teatro. Pais e filhos participaram de atividades envolvendo artes cênicas, plásticas e musicais e se revezaram nas oficinas de arte urbana, sucata, jogos, grafite e stencil, desenho e pintura, monotipia, lanterna mágica, música e teatro.

Uma grande escultura de gelo, que ia se derretendo com o passar das horas, deu o tom da Mostra Cultural, que aconteceu na Unidade Renascença e teve como foco o conceito da sustentabilidade. “Se a humanidade não olhar para a vida de maneira sustentável, ela vai se acabar, assim como o gelo vai se derretendo”, declarou Deborah Cukierkorn, responsável pelo departamento de eventos da Unidade Renascença.

Os diversos espaços da escola ficaram tomados pelas produções de alunos de todos os ciclos e com foco no conceito de sustentabilidade. Um dos destaques do evento foi a coleção de roupas e acessórios desenvolvida com materiais reciclados, apresentada no desfile de modas produzido pelos alunos do Ensino Médio. Quem compareceu ao evento pôde participar de diversas oficinas como pintura de canoas, brinquedos em sucatas e xilogravura.

“Hoje temos eventos nas duas unidades da Nova Escola Judaica e que marcam o trabalho pedagógico do ano. Eles trazem uma visão da arte que amplia a percepção do aluno para o mundo do conhecimento. Os pais participam de oficinas e interagem com os alunos e ao mesmo tempo tem uma visão geral do material produzido pelos alunos em várias áreas durante o ano. É um momento pedagógico muito forte e de integração das comunidades Bialik e Renascença”, declarou o professor João Carlos Martins, diretor-geral da Nova Escola Judaica.

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