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Em Riad, na primeira escala de sua viagem tri-monoteísta, que o levará a Jerusalém e Roma (lamento, Meca não estava disponível), Donald Trump proferiu um discurso histórico sobre uma ampla gama de temas – Oriente Médio, violência jihadista, Irã, “OTAN árabe” e o Islã. Sua performance foi uma colcha de retalhos, mas em termos gerais, positiva.

Primeiramente, o que há de equivocado no discurso de 34 minutos: ele é incoerente, saltando de um tópico para outro e depois voltando para o anterior. Não é eloquente nem perspicaz (quando ele diz: “os terroristas não adoram a Deus, adoram a morte”). Em algumas partes ele repete os mesmos eufemismos de Obama quando afirma que o grande teste da história está diante de nós, um objetivo que transcende todas as outras considerações: “dominar o extremismo e derrotar as forças do terrorismo”.

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