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Rosh Hashaná da Na´amat Pioneiras SP com a presença do rabino Ruben Sternschein

No dia 14 de setembro, com a sala repleta de chaverot, o Rabino Ruben Sternschein, da Congregação Israelita Paulista, compareceu à sede da Na´amat Pioneiras São Paulo, para a comemoração de Rosh Hashaná. Em sua palestra, o rabino enfatizou a importância do perdão e iniciou sua explicação de maneira interativa, perguntando às chaverot em quais circunstâncias uma pessoa pede perdão, para depois explicar os motivos pelos quais pedimos perdão: por ter feito demais, por ter feito de menos, por não ter feito ou por ter feito errado, assim como os três diferentes momentos da alma, em que se pode pedir, dar ou receber o perdão. “Todo dia é dia das pessoas pedirem perdão. No Yom Kipur, D´us ajuda as pessoas a refletirem, a aceitar o perdão e a se sentirem melhor”, finalizou o Rabino. Após as explicações ele atendeu às diversas perguntas feitas pelas chaverot e encerrou o encontro com uma “brachá”.

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Alunos do Colégio Renascença vivenciam as tradições do Rosh Hashaná

A chegada do ano 5771 foi comemorada com muita alegria no Colégio Renascença. Com a proposta de integrar os alunos aos costumes realizados na comemoração de Rosh Hashaná, a escola promoveu diversas atividades como: Concurso de Cartões, Oficinas de Shofar no Beit Chabad, e Toque do Shofar pelos alunos. Na semana em que se comemorou o Rosh Hashaná os alunos se vestiram em trajes festivos e participaram de cerimônias onde acenderam as velas, recitaram as rezas e comeram os alimentos típicos da festividade como: maçã com mel e bolo de mel, para que se tenha um ano doce e chalá agulá, que simboliza a continuidade e o desejo de um ano com muita Paz.

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Alunos do Bialik recebem o Tanach em uma grande festa com pais e familiares

Com o objetivo de valorizar as tradições judaicas e estimular o estudo do Tanach, o Colégio Bialik promoveu, no sábado, 28 de agosto, uma grande comemoração especialmente preparada para marcar na vida dos alunos o início sistemático do estudo da Bíblia. O tema da festa, Hemshech (continuidade) destacou por meio de música, dança e explicações dois trechos da Torá que mostram a promessa de D’us em dar uma descendência para Avraham, nosso primeiro patriarca. Os pais não ficaram apenas como espectadores; eles também subiram ao palco para cantar e dançar, participando, assim, da alegria da família e da escola. A despedida do Shabat, por meio da realização da Havdalá, foi uma das emocionantes vivências da noite. Para simbolizar a passagem dos ensinamentos judaicos de geração para geração, cada aluno recebeu o Tanach das mãos de seus pais simbolizando uma corrente de continuidade que permanece viva.

Confira depoimentos dos alunos:

“Eu gostei da festa, porque foi divertido, porque nós cantamos em coral todos juntos e dançamos nossas danças e tudo correu bem”.
Rony – 4º ano B

“Esta Festa da Torá foi muito divertida por causa das danças e das músicas. Também foi interessante, por causa da história Avraham, Sara e Itzchak. Queria que tivesse todo ano esta festa”. Nicholas Pitavino – 4º ano A

“Eu gostei da Festa da Torá por que é uma festa que faz parte da nossa história, ou seja, é um momento muito importante de nossas vidas. Com o Tanach, podemos aprender as histórias, os costumes e etc”. Yasmin – 4º ano A

“Eu achei a Festa da Torá legal porque todo o esforço que todos tiveram para organizar o evento compensou. A festa ficou linda e mesmo quando o piano falhou nós não paramos de cantar. Eu senti várias emoções, primeiro fiquei gargalhando, depois fiquei tensa, depois deu vontade de chorar”. Livia – 4º ano A

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Mensagem de Rosh Hashana do Primeiro-Ministro do Estado de Israel

Mensagem do Primeiro-Ministro do Estado de Israel, Benjamin Netanyahu, às Comunidades Judaicas na Diáspora, por ocasião do Ano Novo judaico de 5771.

Queridos amigos,

Daqui, de Jerusalém, a capital unificada de Israel, quero desejar às Comunidades Judaicas de todo o mundo um Feliz Ano Novo – Shaná Tová.

Espero que seja um ano no qual nosso povo desfrute de segurança, prosperidade e paz.

Este ano que acaba foi um dos mais seguros em duas décadas. Entretanto, o brutal assassinato na semana passada de quatro israelenses, incluindo uma mãe de seis filhos e uma mulher grávida, lembra-nos que nunca devemos nos esquecer de nossa segurança.

Temos que prosseguir com uma política firme que deixa claro que o terror e os ataques de mísseis contra os nossos cidadãos não serão tolerados.

Neste ano que se passa, nós vimos um florescimento da economia israelense. Israel tem resistido à crise financeira melhor do que vários outros países industrializados. Nossa economia está agora firmemente de volta em um caminho sólido para o crescimento em longo prazo. Mas é claro que sabemos que a crise não acabou e vamos agir de forma resoluta, decisivamente, mas com cautela.

Neste próximo ano o meu governo irá continuar no caminho das reformas econômicas, pois uma economia mais forte significa um Estado de Israel mais forte.

Nos últimos dias também temos acompanhado uma renovação no processo de paz. Temos buscado conversas diretas com os palestinos por um ano e meio.

Estou muito satisfeito que o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, tenha se unido a mim nessas negociações sem condições prévias.

Acredito que nós devemos realizar todos os esforços para chegar a um acordo histórico em prol da paz ao longo do próximo ano. Eu garanto uma coisa. Isso não será fácil. Mas, como Primeiro-Ministro de Israel, é minha responsabilidade realizar todos os esforços para estabelecer uma paz duradoura com os nossos vizinhos.

Esta paz duradoura deve ter como base a segurança e o reconhecimento da permanência do Estado judeu na região, não apenas como um fato, mas como algo que os nossos vizinhos aceitem como um direito.

Neste ano que começa, Israel terá de enfrentar muitos desafios. Porém, não tenho dúvida de que quando chegarem estes desafios, as comunidades judaicas em todo o mundo estarão do lado de Israel – eu acredito que nós temos visto isto em cada passo do caminho dado até hoje. Vamos caminhar adiante.

Que todos tenham um saudável e feliz Ano Novo.

Shaná Tová!

Benjamin Netanyahu

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Mensagem de Rosh Hashana de Shimon Peres

Mensagem do Presidente do Estado de Israel, Shimon Peres, às Comunidades Judaicas na Diáspora, por ocasião do Ano Novo judaico de 5771.

Com o início de um novo ano, a esperança para a paz parece tangível. Enquanto nos concentramos na reunião de cúpula em Washington, oramos para que este encontro culmine com a assinatura de um tratado de paz histórico entre Israel e os palestinos, trazendo tranqüilidade, prosperidade e segurança para os povos da região.

Em busca de um futuro comum e melhor, o povo judeu da Diáspora e de Israel devem trabalhar em conjunto para o benefício das gerações que estão por vir e por um futuro mais brilhante. Neste contexto, é imperativo que um espírito de fraternidade e de um vínculo estreito com Israel continue a ser parte da educação judaica e sionista da juventude judaica na Diáspora. Eu acredito que a experiência de visitas a Israel desempenhe um papel importante na tarefa de atingir este objetivo.

Em um período em que as tentativas de deslegitimar Israel como um Estado judeu são implacáveis, é essencial que nós, tanto em Israel como o povo judeu em todo o mundo, busquemos frustrar estes esforços. Devemos mobilizar as nossas forças para denunciar as mentiras e destacar os valores do povo judeu através dos séculos, com base nos Dez Mandamentos, bem como os valores morais e éticos que constituem os alicerces do nosso país e nosso povo.

É também vital nos alinharmos com a comunidade internacional na luta contra os líderes fanáticos, munidos de armas nucleares, que negam o Holocausto e fazem apelos para a destruição do Estado de Israel.

Em um mundo onde a ciência e a tecnologia de ponta ocupam uma alta posição, Israel continua na vanguarda dos avanços nestes domínios. De fato, temos orgulho da professora Ada Yonath, do Instituto Weizmann, que recebeu o Prêmio Nobel de Química, e do Professor Elon Lindenstrauss, da Universidade Hebraica, que foi agraciado com a prestigiosa Medalha Fields de Matemática, por suas conquistas e por trazer tal crédito para Israel e para o povo judeu.

Nossa missão para o próximo ano é reforçar a nossa unidade em questões que afetam o destino e o futuro de todos nós. Devemos trabalhar juntos em harmonia e chegar a acordos através do diálogo. A solidariedade, fraternidade, tolerância e a compreensão são os alicerces de uma família forte e segura. Não podemos, nem devemos, permitir que divergências nos separarem. Devemos dedicar-nos em coletividade para o bem-estar do povo judeu.

Neste espírito, eu transmito os meus melhores votos para os nossos irmãos em todo o mundo por um ano de paz, alegria, saúde e prosperidade.

Shana Tova U’Metukah!

Shimon Peres

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Mensagem de Shaná Tová da FISESP

No próximo dia 08 de setembro, logo depois do pôr-do-sol, o povo judeu celebra a festividade de Rosh Hashaná, o Ano Novo de 5771. Rosh Hashaná significa, literalmente, “cabeça do ano”, no sentido de começo. Nossa certeza é que, antes de qualquer coisa, o povo judeu deve manter-se coeso, preparado para desafios, calcado permanentemente nos seus valores legítimos e nas suas raízes. Nestes dias de jejum, oração e caridade, temos de lembrar o que o Criador e a história judaica demandam, que permaneçamos unidos como um só povo. Podemos manter a unidade, mesmo quando discordamos em nossas opiniões. O nosso objetivo é comum, diferimos no modo de alcançá-lo. No alvorecer de um novo Rosh Hashaná, transmitimos à comunidade judaica nossa confiança e a certeza que todos manterão inabaláveis as convicções que herdaram de seus predecessores. Desejo à toda comunidade judaica, Shaná Tová e um feliz e frutífero Ano Novo.

Boris Ber
Presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo

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Os Tratamentos de Fertilização e as Religiões

Em seu 11º livro, Dr. Arnaldo Cambiaghi, além de esclarecer algumas dúvidas em relação à religião versus tratamento, busca tornar o contato médico-paciente mais humano.

Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi é médico especialista em Reprodução Humana e responsável por uma das clínicas de maior credibilidade desta especialidade no país: o Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia (www.ipgo.com.br) em São Paulo. É considerado um expoente nesta área e devoto ferrenho da ciência atualizada e da tecnologia avançada para os tratamentos de infertilidade.

Os Tratamentos de Fertilização e as Religiões – O permitido e o proibido é o 11º livro de sua autoria e apresenta um tema inédito sobre os tratamentos de reprodução humana. Dr. Arnaldo, que sempre acreditou que para a excelência dos tratamentos e obtenção dos melhores resultados, o lado humano da relação médico-paciente deve ser sempre valorizado, sentiu a necessidade de escrever sobre esta questão após muitas vezes presenciar, em seu consultório, as dúvidas e angústias de pacientes. Eram pessoas que além de lidar com algo tão delicado e frustrante como a infertilidade, ainda se viam em dúvida se determinado tratamento iria contra a religião que seguiam.

O envolvimento de Dr. Arnaldo com o tema foi tanto que fez com que ele criasse o termo Biorreligião – até agora inexistente em dicionários brasileiros ou mesmo na Internet – que, em sua opinião, traduz a responsabilidade e o respeito dos médicos e embriologistas à religião dos envolvidos nos tratamentos ligados à vida.

Os Tratamentos de Fertilização e as Religiões – O permitido e o proibido tem também a intenção de resgatar a humanização nos tratamentos de reprodução humana. Algo um pouco esquecido em detrimento aos avanços tecnológicos que a área vem obtendo nos últimos anos. Porém, é igualmente dedicado a todos que se interessam em saber como cada religião avalia o assunto, não sendo preciso estar envolvido em algum tratamento de infertilidade para entender como é interessante conhecer a diversidade de opiniões entre os representantes religiosos e as leis da doutrina que cada um representa: o proibido, o permitido e o interpretado.

Para que o livro fosse escrito, foram feitas várias entrevistas com conceituados representantes das principais religiões presentes no Brasil e por uma ampla pesquisa bibliográfica. São orientações que não tem a pretensão de apontar se alguma crença está correta e outra errada. A intenção é apenas apresentar ao público como cada uma (Catolicismo, Judaísmo, Espiritismo, Jeovismo e Protestantismo, entre outras) lida com um tema tão atual e, por vezes, ainda polêmico.

É como lembra Dr. Arnaldo em um capítulo: “Nos momentos difíceis, quando se apresentam dois caminhos conflitantes, precisamos privilegiar a sabedoria, termos calma e não tomarmos decisões precipitadas. Se em um primeiro julgamento algo se apresenta maravilhoso, incrível e sedutor, deve-se ponderar e considerar com profundidade uma outra opção que pode privilegiar o nosso destino e não somente o presente”.

Vale lembrar que 10% do valor de cada exemplar vendido, durante o lançamento, será doado à Casa Hope que dá apoio biopsicossocial e educacional a crianças com câncer e seus acompanhantes provenientes de todo o país.

SERVIÇO:
Os Tratamentos de Fertilização e as Religiões – O permitido e o proibido
Lançamento: 12 de agosto de 2010.
Local: Livraria Cultura – Shopping Market Place – às 19 horas.
Preço: R$ 52,00 (sendo 10% revertidos à Casa Hope).
Onde encontrar: No site do IPGO e nas livrarias Cultura, Saraiva, Martins Fontes e Livraria da Vila.

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Curso de Cabala no CCJ

Aulas do conceituado professor oferecem uma visão mais profunda sobre a origem do comportamento humano.

No mês de julho e agosto, continua aberta a exposição Portinari em Israel, com um recorte de 64 obras que o pintor produziu após sua viagem à Terra Santa, em 1956. Além disso, o Centro da Cultura Judaica dá continuidade aos seus mais variados cursos, e promove a partir do dia 3 de agosto, aulas especiais de Cabalá 2 com o professor Moshe Yogev. O módulo será realizado todas as terças-feiras, das 10h às 11h30, e as inscrições vão até o dia 30 de julho.

Provocando uma reviravolta em todas as suas ideias pré-existentes com relação à vida, esse módulo leva o participante a compreender o processo de reencarnação, e a conhecer o motivo pelo qual as pessoas cometem os mesmos erros repetidamente, além de mostrar por que, às vezes, atraem pessoas negativas para as suas vidas. Para quem já participou do primeiro módulo, será possível afinar ainda mais o conhecimento da sabedoria judaica. O curso será realizado com tradução simultânea.

CABALÁ

A Cabalá é uma doutrina que visa o autoconhecimento e a espiritualidade. Por meio de seus ensinamentos as pessoas experimentam mudanças internas. Um dos objetivos é que o indivíduo aprenda a dividir os sentimentos com fórmulas exatas para cada fenômeno, cada nível, cada tipo de compreensão e de sentimento, como uma matemática. Dessa forma, a doutrina investiga e define a posição do ser humano no universo, explica por que ele existe, de onde vem, seus objetivos e para onde vai depois da vida mundana.

SERVIÇO: CABALÁ 2 COM O PROFESSOR MOSHE YOGEV
Data: Terças, de 3 de agosto a 5 de outubro – das 10h às 11h30 – 3º Andar
Classificação: a partir de 18 anos
Número de aulas: 10 aulas
Vagas: 30
Valor: R$ 500,00 (para as 10 aulas)
Inscrições: até 30 de julho
Endereço: Rua Oscar Freire, 2.500 (estação Sumaré do Metrô)
Tel.: 3065-4337 / 3065-4344
E-mail: secretaria@culturajudaica.org.br / secretaria1@culturajudaica.org.br
Site: www.culturajudaica.org.br

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Comunicado: Informação das Conversões em Israel

Como é sabido, um pequeno grupo de judeus ultra-ortodoxos ameaça deslegitimar todas as formas de prática religiosa não-ortodoxa, alterando as leis de conversão em Israel.

Para o bem das nossas comunidades ao redor do mundo, cada um de nós e nossas famílias, devemos agir e fazer ouvir nossas vozes. Todos devem encontrar em Israel um lugar para nos desenvolvermos com base em nossos princípios e nossa tradição, mas os nossos direitos estão sendo ameaçados por um projeto de lei que, se aprovado, prejudicaria as relações entre Israel e as comunidades da Diáspora.

É urgentemente necessário que, tanto de forma individual como através das organizações, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ouça nossa opnião, para evitar uma brecha enorme entre Israel e os judeus do mundo. Não há tempo a perder. Para enviar sua carta, por favor use o formulário neste link, completando os campos em vermelho (o texto está em Inglês, e deve ser enviado assim). Em seguida, envie o texto para o Gabinete do Primeiro-Ministro por qualquer um dos seguintes meios:

E-mail: pm_eng2@pmo.gov.il e pmo2010@masortiamlat.org
Fax: +972-2 566-4838
Endereço: Kaplan Street 3 – Hakirya, Jerusalém 91950 – Israel

Também recomendamos o envio de uma cópia para o embaixador israelense em seu país. Você pode encontrar a localização da respectiva representação diplomática clicando aqui.

Abaixo encontrarám mais informação sobre o Projeto de Lei e as ações que estão acontecendo em Israel.

Esperamos que vocês divulguem esta mensagem entre seus conhecidos, para que possamos fazer ouvir nossas vozes, em nome do Movimento Massorti.

B’Shalom,

Mario Grunebaum – Presidente
Masorti Olami | 18 Ha’uman St | Jerusalem | 93420 | Israel

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O QUE É O PROJETO DE LEI ROTEM?

O Deputado da Knesset David Rotem, do Partido Yisrael Beiteinu, está promovendo uma reforma da Lei do Retorno, que tornaria a lei aplicável apenas às pessoas nascidas de uma mãe judia, e àqueles que tenham realizado uma conversão exclusivamente ortodoxa. Isso iria ampliar o poder do Rabinato Chefe de Israel, autorizando os rabinos municipais nomeados pelo Rabinato Chefe para realizar conversões e casamentos para os convertidos. Sob o pretexto de ajudar a resolver o problema de conversão de olim (imigrantes) da antiga União Soviética, o projeto daria legitimidade para o controle do Rabinato Chefe e iria, além disso, discriminar os judeus por escolha em termos de seus direitos à Lei de Retorno.

O projeto da Lei de Conversões tem sido fortemente criticado por vários grupos religiosos em Israel e outros países. O movimento Masorti, bem como o movimento da Reforma em Israel e no mundo se opõem fortemente à maior centralização do poder religioso proporcionado pelo o projeto de lei centralização de poder religioso nas mãos do predominantemente ortodoxo Rabinato Chefe de Israel, discriminando os convertidos dos movimentos Conservador / Masorti e Progressivo do judaísmo, alienando potencialmente os judeus não-ortodoxos da Diáspora.

Os esforços dos adversários para impedir a aprovação do projeto na Knesset israelense intensificou-se na terça-feira, 13 de julho de 2010 depois que o projeto foi submetido à Sub-Comissão de Lei e Justiça da Knesset e Justiça para apreciação. Mais tarde, ele foi aceito por esta comissão, e agora deve receber três leituras no plenário da Knesset plenário para se tornar lei.

Os rabinos do judaísmo da Reforma e Conservador manifestaram profundos temores a respeito do projeto, que eles acreditam que aumentará a autoridade dos movimentos ortodoxos e Haredi sobre o processo de conversão dos imigrantes e dos residentes em Israel, consolidando ainda mais o poder nas mãos do rabinato pró-ortodoxo. Os movimentos progressistas temem que isto também cause impacto no acesso à cidadania por pessoas que se submetem as conversões não-ortodoxas fora de Israel e que desejem fazer aliá (imigrar para Israel).

O QUE ESTÁ SENDO FEITO CONTRA ESSA LEI?

O Movimento Masorti/Conservador em Israel e em todo o mundo está mobilizando apoio contra o projeto. Junto com o Movimento de Reforma / Progressivo, a campanha está crescendo em tamanho e peso, e muitos políticos importantes em Israel manifestaram sua desaprovação para o projeto. O Presidente da Agência Judaica, Natan Sharansky, compareceu à sessão da comissão da Knesset na semana passada, e se declarou contra o projeto de lei, insistindo que ele irá criar danos irreparáveis às relações entre Israel e os judeus da Diáspora.

O Movimento Masorti em Israel enviou uma mensagem clara e veemente a todos os seus simpatizantes em Israel e em todo o mundo, demonstrando que o projeto é prejudicial para os judeus. Em uma declaração conjunta na semana passada, Emily Levy-Shochat e Yizhar Hess declararam: “Disfarçado como um meio para dar mais autoridade de conversão a rabinos municipais, o projeto reforça o monopólio que a corrente ortodoxa detém sobre a conversão de Israel. Ele também discrimina pela primeira vez na história jurídica de Israel entre os judeus nascidos de uma mãe judia, e aqueles que se converteram ao judaísmo”. Para ler a declaração completa do Movimento Masorti em Israel, clique aqui.

Em seguida à reunião no mês passado entre o presidente israelense, Shimon Peres e a rabina Julie Schonfeld, Vice-Presidente Executiva da Assembléia Rabínica, juntamente com outros líderes do movimento Masorti, o movimento Masorti de Israel enviou uma carta ao Presidente dizendo que a lei é “um golpe real e imediato desferido contra um dos bens mais importantes e estratégicos de Israel – seu vínculo com os judeus americanos “. A carta passou a incitá-lo a “usar a sua posição e estatura, sua influência e imagem moral que só você possui, para lutar contra o cisma que está sendo criado.”
Clique aqui para ler a carta na íntegra.

Muitos reuniões políticas importantes de alto nível continuam a ter lugar em Israel. A Sinagoga Unida do Judaísmo Conservador e a Assembléia Rabínica estão trabalhando em conjunto com o Movimento Masorti em Israel para derrotar o projeto. O rabino Steve Wernick, Vice-Presidente Executivo Internacional do USCJ, disse na semana passada: “O foco principal do nossoa esforçoa agora deve ser o primeiro-ministro Netanyahu, porque ele é o líder do governo. É indispensável uma declaração clara e pública por parte dele em oposição a este projeto. Sua insistência em evitar uma posição equivale a uma aprovação tácita”.

Últimas Notícias: Em uma declaração do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, ontem, ficou claro que ele vai se opor ao projeto de lei de conversão proposto e tentará chegar a um acordo para que o projeto de lei proposto seja removido da agenda do Knesset. Caso esta inciativa não seja bem sucedida, ele irá apelar à facção do Likud e de outros membros da coalizão para que se oponham à lei. O Gabinete do Primeiro-Ministro recebeu mais de 50.000 e-mails sobre este assunto, pelo menos 20 mil provenientes do site de Masorti Israel.

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Prédio da Sinagoga de Nilópolis começa a ser recuperado

Erguida na Década de 30, a sinagoga Tifferet Israel, em Nilópolis, por pouco não foi às ruínas. Ponto de convergência da comunidade que lá floresceu, serviu, por mais de 50 anos, para cerimônias religiosas e sócio-culturais. Na década de 90 o professor Xie Goldman tentou mobilizar a comunidade e autoridades públicas para salva-la. O professor Xie faleceu em 2005. Em 2006 o jornalista Radamés Vieira e produtor André Sztajn resolvem realizar um documentário contando a história dos Judeus em Nilópolis. O Filme Novos Lares. Vencedor de vários prêmios, Novos Lares sensibilizou o Prefeito da cidade, Sérgio Sessim, que decidiu recuperá-la.

Em maio de 2010 foi dado o inicio da recuperação da Sinagoga que abrigará. O Secretário de cultura de Nilópolis, Augusto Vargas, comandou pessoalmente o inicio dos trabalhos. Máquinas e homens da Prefeitura limparam o terreno ao lado da Sinagoga que servirá de acesso ao novo Centro Multicultural na cidade. Mais de três caminhões de entulhos foram retirados do local e a ameaça de invasão foi definitivamente evitada. Nos entulhos, uma placa de granito em Hebraico homenageando a família Berkowitz, fundadora da Sinagoga, foi encontrada. Será recuperada e recolocada em seu lugar original. Um encontro do Prefeito Sérgio Sessim com a presidente da Fierj Lea Lozinsky e representantes da comunidade será agendado para logo depois da Copa.

Fonte: André Sztajn

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Judaísmo Conservador promove congresso em São Paulo

Comunidades judaicas brasileiras de linha conservadora realizaram um congresso nos dias 9 e 10 de maio em São Paulo. Rabinos da Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, da Congregação Israelita Paulista e da Comunidade Shalom, de São Paulo, além de diretores do movimento conservador na América Latina e no mundo participaram do encontro, que foi organizado por Mário Grunebaum, presidente do grupo na América Latina. O movimento conservador do judaísmo, também conhecido como Masorti, tem crescido no Brasil. Nos últimos doze meses, comunidades foram criadas em Curitiba e Porto Alegre, e um novo rabino assumiu a chefia da comunidade de Salvador. No congresso, as comunidades estabeleceram uma agenda comum e definiram medidas para consolidar suas bases no país.

Um grupo de voluntários se encarregará da área de educação, procurando explicar o que é a linha conservadora do judaísmo; ações específicas serão organizadas para jovens na faixa de 18 a 30 anos. O know-how das comunidades mais antigas será aproveitado. Um exemplo: os livros de reza da Comunidade Shalom serão usados pelas comunidades mais novas. O movimento Masorti mundial é formado pela rede de comunidades, pela assembléia rabínica (no Brasil, são 12 rabinos; no mundo, 1.700) e pelas escolas rabínicas, localizadas na Argentina, nos EUA e em Israel. Dentro das grandes correntes judaicas, ele situa-se numa posição de meio-termo entre o movimento reformista e a ortodoxia.

fonte: CONIB

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Lag Baomer na Nova Escola Judaica

Música, celebração, dança em volta da fogueira… Assim foi a comemoração de Lag Baomer nas unidades Bialik e Renascença da Nova Escola Judaica. Os alunos do Infantil foram ao Macabi Tremembé, onde desfrutaram de um dia repleto de diversão e descontração, com brincadeiras ao ar livre, piquenique e integração entre os alunos das duas unidades. O dia terminou com muita dança em volta da fogueira. Nas duas unidades os alunos dos demais ciclos participaram de atividades alusivas à data e pertinentes a cada faixa etária, com histórias sobre Lag Baomer, com direito a música e pipoca ao redor da fogueira. Lag Baomer significa “33º do Ômer,” pois este é o 33º dia da “Contagem do Ômer” que tem a duração de 49 dias, conectando Pessach a Shavuot, e interligando a jornada dos judeus na saída do Egito até a chegada ao Monte Sinai. No calendário judaico, este corresponde ao 18º dia do mês de Iyar. Lag Baomer é o dia em que lembramos de Rabi Akiva, Bar Cochba e Shimon Bar Iochai, personagens estes que lutaram de formas diversas, tanto espirituais quanto fisicamente, pela sobrevivência do judaísmo.

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