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Comunidade Judaica celebra o Pessach, a festa da liberdade

Também descrita como a Páscoa Judaica, a comemoração da libertação do Povo Judeu é marcada por simbolismos, principalmente na alimentação. Na noite de 29 de março, cerca de 120 mil judeus de todo o país dão início às comemorações do Pessach, a Páscoa Judaica, celebração que valoriza a liberdade do ser humano e que marca a libertação do povo judeu da escravidão no Egito (que ocorreu por volta de 1300 A.C.). O Pessach é comemorado por oito dias, e durante esse período é proibido comer, beber ou ter posse de qualquer alimento fermentado, substituindo-se o pão e seus derivados por um pão ázimo e sem fermento chamado “matzá”, que relembra o Êxodo, quando o Povo de Israel fugiu do Egito apressadamente, e não houve tempo para o pão fermentar.

A celebração é marcada por dois jantares em dias seguidos, nos quais é lida na “Hagadá” (narração) a história da Páscoa Judaica, estimulando a participação das crianças da família. Os judeus têm por mandamento narrar às futuras gerações a libertação do Egito. Alimentos simbólicos são colocados em um prato especial (“keará”) em frente ao lugar do chefe da família. Ao lado deste, coloca-se uma vasilha com água salgada para lembrar as lágrimas derramadas durante o período de escravidão. Nessa água, devem ser molhadas todas as verduras antes de serem levadas à boca.

Segundo Claudio Lottenberg, presidente da Conib – Confederação Israelita do Brasil, o Pessach encarna a diferença entre aqueles se submetem passivamente a um destino pré-estabelecido e aqueles que forjam seu destino nos momentos mais cruciais. A própria criação do Estado de Israel é um exemplo vivo disso. Israel e o judaísmo sempre foram profundamente enraizados em princípios de democracia e liberdade. Será que se pode dizer o mesmo daqueles que querem destruí-lo?”.

Para Boris Ber, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), “ O Pessach é uma festa que trata da liberdade física e espiritual do ser humano. Nosso desejo é de que se consiga logo a paz definitiva entre as nações e os homens, garantindo esta almejada liberdade para todos, agora e sempre. Defendemos a liberdade para todos os povos, não apenas para o povo judeu”.

Conheça a simbologia dos alimentos de Pessach:

Matzá – alimento básico do Pessach, é uma espécie de bolacha não fermentada feita de farinha de trigo e água, sem sal nem açúcar. A matzá relembra o pão da miséria que foi comido na terra do Egito e desperta a consciência de que ainda há muitas pessoas desprivilegiadas nos dias de hoje.
Zeroá – Pedaço de osso de cordeiro ou galinha grelhado – simboliza o poder com que Deus tirou os judeus do Egito e recorda o carneiro pascal.
Maror – Escarola ou raiz forte – erva amarga que remete ao sofrimento dos judeus escravos no Egito.
Charosset – Mistura de nozes, canela, cravo, passas , maçã e vinho tinto- representa a argamassa com a qual os judeus trabalhavam nas construções das edificações do faraó.
Beitzá – Ovo cozido – simboliza uma lembrança do sacrifício que se oferecia em cada festividade.
Karpass – Salsão – A verdura molhada em vinagre ou água salgada remete ao difícil sabor do “Êxodo”.

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Na´amat Pioneiras SP convida rabino Michel Schlesinger para a comemoração de Pessach

A Na´amat Pioneiras São Paulo antecipou a comemoração de Pessach, com a presença do rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista (CIP), que explicou o passo a passo do Seder de Pessach, dando detalhes sobre o que deve acontecer em cada uma das passagens. “Pessach é uma festa muito particular, que alterna sinais de liberdade, com sinais de escravidão”, declarou o rabino”. Ao final da explicação, ele tirou dúvidas e esclareceu perguntas das chaverot, que participaram com muita atenção durante toda a explanação. Um lanche típico preparado pelo Grupo Ytzhak Rabin encerrou a agradável tarde.

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Alunos da Nova Escola Judaica antecipam as comemorações de Pessach

Entre os dias 25 e 26 de março, os alunos da Nova Escola Judaica, unidades Bialik e Renascença, anteciparão as comemorações de Pessach, festa que marca a libertação do povo judeu dos anos de escravidão no Egito e cujas comemorações iniciam-se na noite de 29 de março. Na Unidade Bialik, a comemoração acontecerá no dia 25 de março, das 9h às 10h30 para os alunos do Infantil e das 8h15 às 11h45 para os alunos do Fundamental I. No dia 26 de março, das 8h30 às 9h30, haverá uma comemoração coletiva com 50 alunos do F1.

Já na Unidade Renascença, a data será celebrada no dia 25 de março, das 7h30 às 11h, para os alunos do F1 e no dia 26 de março, reunindo 159 crianças do Infantil, das 10h30 às 11h30. Nas duas unidades, os alunos recitarão e cantarão trechos da Hagadá (livro que contém a ordem da cerimônia), tomarão suco de uva (em substituição ao vinho) e comerão os alimentos típicos de Pessach, como Matzá (espécie de bolacha não fermentada feita de farinha de trigo e água, que relembra o pão da miséria que foi comido na saída do Egito) Maror (erva amarga que remete ao sofrimento dos judeus escravos no Egito) e Charosset (mistura de nozes, canela, cravo, passas, maçã e vinho tinto que representa a argamassa com a qual os judeus trabalhavam nas construções das edificações do faraó). Também acontecerão atividades temáticas e oficinas de Pessach.

Saiba mais sobre Pessach

Na noite de 29 de março, cerca de 120 mil judeus de todo o país dão início às comemorações de Pessach, a Páscoa Judaica, que marca a libertação do povo judeu dos anos de escravidão no Egito. A data é comemorada por oito dias e durante esse período é proibido comer, beber ou ter posse de alimentos fermentados, substituindo-se o pão e seus derivados por um pão ázimo e não fermentado chamado “matzá”. A celebração é marcada por duas cerimônias com jantares em dias seguidos, nas quais a mesa é decorada com os melhores acessórios, entre eles candelabros com velas acesas e uma bandeja (keará) com os símbolos da festa. Na ocasião, a história da Páscoa Judaica é recitada e estimula-se a participação das crianças da família.

Evento: Pessach na Nova Escola Judaica (Bialik + Renascença)
Datas: 25 e 26 de março de 2010
Local: Unidade Bialik – Rua Simão Alvares, 680 – Pinheiros
Unidade Renascença – Rua São Vicente de Paulo, 659 – Santa Cecília

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Lançamento do livro “Judaísmo para todos”

O Instituto Fernando Henrique Cardoso e a editora Civilização Brasileira lançam no dia 11 de março, das 16h30 às 19h30, no iFHC, em São Paulo, o livro “Judaísmo para todos”, do autor Bernardo Sorj. Na ocasião, Sorj debaterá o tema com o rabino Adrián Gottfried e os professores Boris Fausto e Renato Janine Ribeiro.

Sorj nasceu em Montevidéu e se naturalizou brasileiro. Estudou antropologia e filosofia no Uruguai, cursou o B.A. e M.A. em História e Sociologia na Universidade de Haifa, Israel, e obteve o título de Ph.D. em Sociologia na Universidade de Manchester, Inglaterra. Foi professor de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais e do Instituto de Relações Internacionais da PUC/RJ. Autor de 20 livros e mais de 100 artigos, Sorj é professor titular de Sociologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e diretor do Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.

SERVIÇO
Lançamento do livro Judaísmo para todos
Dia 11 de março de 2010, quinta-feira, das 16h30 às 18h30.
Local: iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso)
Endereço: Rua Formosa, 367, 6º andar – Centro, São Paulo

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Comunidade de Manaus recebeu o Rabino Michel Schlesinger

O Rabino Michel Schlesinger da CIP brindou a comunidade judaica de Manaus com mais uma brilhante palestra cujo título foi “O MODO JUDAICO DE FAZER NEGÓCIOS – PRINCÍPIOS DE UMA ÉTICA MILENAR”. O formato da palestra estimulou a participação de todos, gerando discussões proveitosas. A vinda do Rabino Michel a Manaus teve como objetivo principal a regularização religiosa de vinte novos membros plenos de nossa comunidade. Esse trabalho em parceria com a CIP tem trazido frutos maravilhosos, pois tem resgatado almas judias que, de outra maneira poderiam não se encontrar. Ações como essas têm mantido a chama do judaísmo no Amazonas e permitido a existência de nossa centenária Kehilá.

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Seminário Beutel capacita líderes em Jerusalém

Promovido pelo Anita Saltz International Education Center, do World Union for Progressive Judaism, foi realizado de 28 de janeiro a 7 de fevereiro, em Jerusalém, o o Seminário Beutel para capacitação de líderes. O encontro oferece a oportunidade de estudar conteúdo judaico, discutir atuais questões políticas e sociais, e explorar posicionamentos espirituais e conceitos de liderança judaica – tudo em um contexto judaico-liberal. Marcelo (Lelo) Faingezicht, Diretor de Juventude da CIP, de São Paulo, e Roberto Bedrikow, sócio e frequentador da mesma entidade, descrevem a oportunidade de participar do projeto. “Eu apreciei muito ter participado da sétima edição do seminário Beutel.

De ‘Rezando em Jerusalem’ a ‘Planejando para Amanhã’ nós passamos pelas principais questões relacionadas com o judaísmo e Israel, uma sociedade moderna onde a história, antiga e contemporânea, encontra a espiritualidade e o progresso, em Israel e na diáspora. O rabino Rich Kirschen e a sua extraordinária equipe de educadores possibilitou ainda que um grupo de 27 participantes de nove países europeus, Austrália, Nova Zelândia, Índia, África do Sul, Estados Unidos e Brasil pudesse conectar-se durante todo o seminário e construir uma rede sólida e ampla de líderes judeus progressistas”, afirmou Bedrikow. Para Faingezicht, seu maior aprendizado no seminário foi como o judaísmo progressista – e o Liberal, de uma forma geral – tem como princípio propor novas leituras para antigos temas.

“No último shabat do seminário, lemos a Torá exatamente onde o nosso povo nasceu livre, no meio do deserto. Foi possível nos conectarmos com Am Israel no tempo e no espaço, e percebemos que estávamos caminhando pelo deserto como um povo, porém com desafios diferentes de Liberdade”, contou. Segundo ele, os rituais precisam ter um significado pessoal e atual para cada um de nós, e devem ser reinventados continuamente. “A liberdade da escravidão é muito distante no tempo e no espaço, mas a responsabilidade decorrente dela é uma interpretação que fez muito sentido para mim”. (WUPJ)

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Projeto da CIP aproxima jovens de sua identidade judaica

A Congregação Israelita Paulista (CIP), em seu objetivo de formar as próximas gerações e apoiar os jovens na prospecção e execução de cursos, workshops, programas vivenciais e seminários, é responsável pelo projeto Iad beIad que, no início do ano, levou chanichim e madrichim de seu curso de formação de jovens líderes, o Manhigut, a uma inesquecível viagem a Israel. Acompanhados pelo rabino Ruben Sternschein, os participantes tiveram três dias de peulot na sede da entidade, em Campos do Jordão, como preparativo para a viagem. Eles estudaram e discutiram sobre sua identidade judaica e como ela se relaciona com Israel, entre outros temas, como cultura, política e história do país

Chegando lá, visitaram Jerusalém e aprenderam as diferentes formas que o povo judeu viveu na região ao longo do tempo. Tiveram a oportunidade de conhecer a vida em um kibutz e analisar a vida dos líderes sionistas e dos chaialim, visitaram Eilat e o Mar da Cesaréia, Tel Aviv e Tzfat. “Conhecemos outros jovens de nossa idade e, com eles, trocamos experiências daquilo que é ser um jovem judeu ativo em sua comunidade”, afirmou a madrichá Taly Sister, que acompanhou os jovens na viagem. O projeto, em conjunto com o Anita Saltz International Education Center, que é parte da WUPJ, contou, nesta edição, com o auxílio do rabino Rich Kirschen. O diretor do centro educacional ajudou na elaboração do programa de atividades utilizado. (WUPJ)

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12ª Convenção da UJCL reúne 177 participantes de 15 países no Panamá

Cerca de 177 líderes de comunidades judaicas de toda a América Latina e Caribe participaram, de 27 a 31 de janeiro, da décima segunda edição da convenção anual da UJCL, que teve como tema “Construindo Comunidades no século XXI: Desafios e Oportunidades”. Os participantes puderam analisar questões importantes do mundo judaico na América Latina, como os níveis de antissemitismo na região, o avanço da presença do Irã na América Latina e as consequências da ruptura das relações diplomáticas entre Venezuela e Israel, entre outros assuntos.

O encontro contou com as participações de representantes da Argentina, Aruba, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçau, El Salvador, Estados Unidos, Ilhas Caiman, Jamaica, México, Panamá e Uruguai, além de Israel. A delegação brasileira contou com a presença do rabino Pablo Berman e de Ester Proveler, da CIP de Curitiba; de Teresa Roth, e Marina e Raul Gottlieb (vice-presidente da WUPJ na América Latina), da ARI, no Rio de Janeiro; e, pela CIP, de São Paulo, Miriam Vasserman (presidente da WUPJ-LA), Itche Vasserman, Érika Wolff, Flávio Levi Moreira (diretor-financeiro da WUPJ-LA) e Dora Lucia Brenner, presidente da entidade. Da Argentina, marcaram presença o rabino Guido Cohen, do Colégio Tarbut de Buenos Aires; e Leonardo Kraselnik, da AIP (Asociación Israelita de las Pampas).

Da World Union for Progressive Judaism (WUPJ), parceira da UJCL há aproximadamente 12 anos, estiveram presentes o rabino Joel Oseran, vice-presidente de Desenvolvimento Internacional; Shai Pinto, vice-presidente de Operações; e Jerry Tanenbaum, presidente do Yad b’Yad Task Force, braço da WUPJ, que apoia os trabalhos das congregações liberais na região. Oseran apresentou seis pilares para a construção de uma comunidade bem sucedida (D’us, atos de bondade, aprendizado sobre judaísmo, tefilá, Israel e realização pessoal); enquanto Pinto, em seu painel, mostrou as vantagens da educação judaica e dos movimentos juvenis judaicos para manter e construir instituições fortes e prósperas. Já Tanenbaum falou sobre a importância do Yad b’Yad para o desenvolvimento do judaísmo progressista no continente americano.

Miriam Vasserman e Raul Gottlieb, presidente e vice-presidente, respectivamente, da WUPJ-LA, apresentaram painéis durante o encontro. Miriam falou sobre a importância da comunicação, em todos os níveis, nas comunidades judaicas, e Gottlieb compartilhou com Alan Silberman, presidente do Masorti Olami, reflexões sobre a importância das organizações de cúpula, dando como grande exemplo o que poderemos alcançar trabalhando juntos em particular na América Latina.

O encerramento do encontro foi marcado por uma noite de gala no Hotel Intercontinental, quando a ex-presidente da UJCL, Hilda Tem Brink, da Costa Rica, foi homenageada por seu trabalho e realizações à frente da entidade, que passa agora a ser comandada por Eduardo Moel, do México. Clique aqui e aqui para ler as cartas de agradecimento que o presidente da WUPJ, Steve Bauman, enviou para Hilda e Moel. O momento contou ainda com a apresentação do Fundo Patricia W. Tanenbaum, falecida esposa de Jerry Tanenbaum e que, merecidamente, também recebeu homenagens. A fundação tem como objetivo auxiliar os filhos de membros da UJCL a viajarem para acampamentos judaicos e para Israel. Patricia Tanenbaum Z”L, em saudosa lembrança, era bastante dedicada à comunidade judaica da América Latina, fazendo inúmeras visitas, dando assistência e encorajando o desenvolvimento do judaísmo progressista na região.

Clique aqui para ver as imagens do evento.

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Nova Escola Judaica em ritmo de Purim

Os alunos da Nova Escola Judaica comemoraram Purim com muito alto astral. Fantasiados, os alunos assistiram a apresentações circenses nas unidades Pinheiros e Higienópolis e tiveram a oportunidade de escutar parte da Leitura da Meguilat Esther (O Livro de Esther), degustar Oznei Aman (doce típico) e trocar porções de alimentos com os amigos (Mishloach Manót), enfatizando o mérito da união e da amizade judaicas. Nesta mesma data, os alunos do Ensino Médio visitaram o Lar das Crianças da CIP, onde participaram de atividades e fizeram doações para as crianças carentes, enfatizando o mérito de Matanot Laevionim (presentes para os pobres). fotos: David Benadiba

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Programa LE HAIM está com quadro novo: Palavra do Rabino

O novo quadro do Programa Le Chaim é o “Palavra do Rabino” que trará semanalmente o rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista (CIP), que falará sobre os mais variados temas, tal como os costumes e tradições judaicas. As mensagens de cunho religioso são transmitidas com o carisma do Rabino Michel e resultam em ensinamentos e reflexões para o telespectador. Assistam ao quadro “Palavra do Rabino” todos os sábados, às 23h30; nos domingos, às 14h; e nas segundas, às 22h, pela TV Aberta (canais 9 da NET, 72 ou 99 da TVA e 186 da TVA Digital)

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Na´amat Pioneiras SP comemora Purim com convidada especial

A Morá Pessy Gansburg foi a convidada especial da comemoração de Purim da Na´amat Pioneiras São Paulo. Ao contar a história de Purim, Morá Pessy enfatizou a beleza interna da Rainha Esther, que vinha de dentro para fora e contagiava a todos que conviviam com ela. Ela também destacou as quatro mitzvot pertinentes à celebração: Leitura da Meguilát Esther (rolo de pergaminho que conta a história de Purim), Mishloach Manot (dar porções de alimentos como presente aos amigos, enfatizando o mérito da união e amizade judaicas); Matanot Laevionim (presentear os menos afortunados) e Mishtê (a grande festa onde deve-se jantar e beber). Nesta mesma ocasião, as chaverot do grupo Lehitraot, que participaram do Seminário de Lideranças em Israel, compartilharam com as chaverot suas experiências na Terra Santa e voltaram decididas a trazer novas voluntárias para a Organização.

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Purim: A Meguilat Esther em 60 segundos

CAPITULO 1 – REI ACHASHVEROSH DÁ UMA FESTA

1. Uma grandiosa celebração de seis meses marca o terceiro ano do reinado de Achashverosh, rei da Persia.
2. A rainha Vashti nega o pedido do rei de demonstrar sua beleza para os visitantes lá reunidos.
3. Os conselheiros do rei o recomendam que Vashti seja substituída por uma nova rainha.

CAPITULO 2 – ESTHER SE TORNA RAINHA

1. Por todo o Império Persa, oficiais foram nomeados para identificar belas candidatas para suceder Vashti como rainha.
2. Uma moça judia, Hadassa, sobrinha de Mordechai, é trazida para a capital da Pérsia como uma das candidatas.
3. Mordechai sugere a Hadassa que use o nome de Esther e que esconda sua identidade judaica.
4. Esther é escolhida para ser a rainha.
5. Mordechai descobre uma conspiração para tirar o rei do trono. Mordechai informa Esther, Esther conta para o rei, e os conspiradores são enforcados.

CAPITULO 3 – A SUBIDA DE HAMAN

1. Achashverosh nomeia Haman para ser seu primeiro ministro. Todos se curvam em homenagem a Haman.
2. Mordechai se recusa consistentemente a se curvar para Haman.
3. Enraivecido, Haman faz votos de matar todos os judeus da Pérsia.
4. Haman convence Achashverosh a destruir os judeus.
5. Um edito real é disseminado por toda a Pérsia. O dia 13 de Adar é designado como a data para o extermínio de todos os judeus e para a pilhagem de todas as suas possessões.

CAPITULO 4 – A MISSÃO DE ESTHER SE TORNA CLARA

1. Mordechai rasga suas roupas e coloca um pano com cinzas, em sinal de luto público.
2. Mordechai manda uma cópia do decreto para Esther e pede que esta interceda perante o rei.
3. Esther responde que abordar o rei sem ter sido chamada equivale a se arriscar à morte.
4. Mordechai lhe diz que ela não teria escolha.
5. Esther pede a Mordechai que peça aos Jews que jejuem e rezem por três dias antes que ela se aborde o rei.

CAPITULO 5 – A ESTRATÉGIA DE ESTHER, FÚRIA DE HAMAN

1. O rei Achashverosh recebe Esther e lhe oferece virtualmente qualquer pedido.
2. O pedido de Esther: que o rei e Haman se juntem a ela para um banquete.
3. Depois do banquete, Haman vê Mordechai que novamente se recusa a curvar-se.
4. Quando Zeresh, esposa de Haman, sugere que Mordechai seja enforcado, e a forca é preparada.

CAPITULO 6 – A REVERSÃO COMEÇA

1. O rei não consegue dormir e pede para ouvir as crônicas reais.
2. Pela primeira vez o rei escuta da conspiração de assassinato que Mordechai tinha revelado.
3. Na mesma noite, Haman vem ao rei para falar sobre o enforcamento de Mordechai.
4. Antes que Haman pudesse falar, o rei pede a Haman para homenagear Mordechai vestindo-o com vestimentas reais, sobre garanhão real, e pessoalmente guiando-o pelas ruas de Shushan, capital da Pérsia.

CAPITULO 7 – O REVERSO DA SORTE

1. No segundo banquete, Esther revela sua identidade e anuncia que ela e seu povo estão prestes a serem exterminados.
2. Esther identifica Haman como seu arqui-inimigo.
3. O rei manda Haman ser enforcado na forca que tinha sido preparada para Mordechai.

CAPITULO 8 – O REVERSO SE COMPLETA

1. Mordechai é nomeado primeiro ministro para substituir Haman.
2. Um segundo edito real é promulgado, dando poderes aos judeus de lutar e matar a todos que tentassem machucá-los.

CAPITULO 9 – O FERIADO DE PURIM

1. No dia 13 de Adar, um dia que havia sido designado para a destruição do povo judeu, se transformou num dia de vitória dos judeus contra seus inimigos.
2. Os 10 filhos de Haman são enforcados.
3. O 14º e o 15º dias de Adar são designados para celebrar a salvação. Estes são os dias de Purim.
4. Mordechai inicia as práticas de Purim — consistindo de uma refeição festiva, a troca de presentes comestíveis, e a doação de ajuda monetária aos carentes.

CAPITULO 10 – MORDECHAI E A PERSIA

1. A Pérsia, com Mordechai como primeiro ministro, floresce.
2. O papel de Mordechai na história persa é escrito nas crônicas do rei.

Adaptado de “One Hour Purim Primer,” de Rabbi Shimon Apisdorf.

Feliz Purim!

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