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Conib e governo federal firmam acordo para ajudar países em desenvolvimento

O governo federal e a Confederação Israelita do Brasil (Conib) assinarão na próxima segunda-feira, em São Paulo, protocolo para criação de projeto conjunto de cooperação internacional, com o objetivo de levar programas de capacitação a países em desenvolvimento, sobretudo na área de saúde e na África.

O protocolo será assinado por Claudio Lottenberg, presidente da Conib, e o ministro Marco Farani, da Agência Brasileira de Cooperação. A agência, que integra a estrutura do Ministério das Relações Exteriores, tem como atribuição negociar, coordenar e implantar os programas brasileiros de cooperação técnica, executados com base nos acordos firmados pelo Brasil com outros países e organismos internacionais.

“Nossa intenção é colaborar com as ações de nosso país voltadas a proporcionar auxílio às nações menos favorecidas, que enfrentam graves problemas na área social”, afirmou Lottenberg. “E assim temos mais uma frente para ampliar as ações de nossa comunidade na área de responsabilidade social, que já desenvolvemos há muito tempo no Brasil, seguindo nossas tradições judaicas”.

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CJL recepciona novo Embaixador da Venezuela no Brasil

Nesta 3ª feira (18/5), Jack Terpins, presidente do Congresso Judaico Latino-Americano, e Claudio Epelman, diretor executivo do mesmo, estiveram em Brasília, onde se encontraram com Maximilian Sánchez, novo embaixador da Venezuela no Brasil. O objetivo do encontro foi o de dar as boas vindas ao novo representante daquele país no Brasil e, reiterar os agradecimentos pela sua amizade com a comunidade judaica venezuelana, com a qual demonstrou um profundo respeito, e cooperou com o fortalecimento de uma boa relação entre o Governo da Venezuela e os membros da kehilá. Clara Ant, que também colaborou com a aproximação entre o Governo da Venezuela e a comunidade judaica local, participou do encontro.

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Os iranianos estão passando pelo período mais obscuro de sua história – por Ania Cavalcante

Ania Cavalcante entrevista Mahmoud Amiry-Moghaddam, ativista iraniano de direitos humanos (O Estado de S. Paulo – Caderno Internacional – Data: 13/05/2010)

O Irã já foi um país tolerante. Hoje, é umque mais viola os direitos humanos. Como o sr. vê a situação atual do Irã?

Os iranianos estão passando pelo período mais obscuro de sua história. Violações de direitos humanos também ocorreram no regime anterior, mas a situação se agravou depois de 1979. Segundo o relatório anual do Iran Human Rights, as execuções por pena de morte são as maiores dos últimos dez anos. A situação se deteriorou após as eleições de junho. Muitos foram presos e torturados. O regime está fazendo de tudo para impedir novos protestos e estamos preocupados porque a violação de direitos humanos pode se agravar nos próximos meses.

Como o sr. vê a aproximação entre Brasil e Irã?

A seleção de futebol do Brasil têm muitos fãs entre os jovens iranianos. A mesma juventude que têm sido jogada nas prisões, torturada, assassinada nas ruas. Entregar a camisa do Brasil para os responsáveis por esses crimes é um insulto à seleção brasileira. Espero que jogadores, torcedores e a Confederação Brasileira de Futebol protestem e mostrem solidariedade aos iranianos. O Brasil está consciente das violações de direitos humanos no Irã. Qualquer diálogo com autoridades iranianas, sem mencionar os direitos do povo, é um sinal de aceitação dessas violações.

Lula visitará Mahmoud Ahmadinejad no fim de semana. Se o sr. pudesse, o que diria ao presidente do Brasil?

Ouvi Lula falar a respeito dos direitos dos trabalhadores e dos sindicalistas. Gostaria de informá-lo que os trabalhadores iranianos não têm direito de organizar seus próprios sindicatos. Eles não têm direito de greve. Quando protestam por falta de pagamento, o regime responde espancando-os e colocando-os na prisão. Gostaria de pedir a Lula que pergunte a Ahmadinejad sobre os trabalhadores que estão nas prisões, sobre a tortura e as sentenças de morte para menores de idade.

O que o sr. acha do programa nuclear iraniano?

O Irã está buscando armas nucleares. Isto é motivo de grande preocupação. O regime atual com armas nucleares é uma ameaça maior ainda. Devemos lembrar que só um Irã democrático pode garantir uma paz e a estabilidade na região. É por isso que a comunidade internacional não deve comprometer os direitos do povo iraniano em detrimento da questão nuclear.

O sr. crê ser moral manter relações econômicas com um país cujo regime viola os direitos humanos e oprime seu povo?

Investir no Irã vai contra os interesses dos iranianos. Todo o diálogo deveria estar centrado nos direitos humanos. Como qualquer indivíduo, membros de governo e empresários privados têm a responsabilidade moral de reagir diante de crimes contra outros seres humanos.

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Congresso Judaico Mundial se reúne em Bruxelas

Na última semana, o Comitê Executivo e de Planejamento Estratégico do Congresso Judaico Mundial (CJM) reuniu-se em Bruxelas, sob a direção do presidente do CJM Ronald S. Lauder. Representando a América Latina, estiveram presentes o presidente da Junta Diretiva do CJM Eduardo Elsztain, o presidente do Congresso Judaico Latino-Americano Jack Terpins e a vice-presidente do CJM Sara Winkowski. Por sua parte, o diretor do CJL Claudio Epelman participou da sessão de planejamento de diretores das áreas regionais do CJM. Durante a reunião, trabalhou-se um plano de ação global em relação ao Irã, ao terrorismo, e de apoio ao Estado de Israel. Também, foram tratados temas como o antissemitismo, o diálogo inter-religioso e a problemática dos judeus que vivem em terras árabes.

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Carta de Ronald Lauder para o Presidente Obama

Carta de Ronald Lauder, Presidente do World Jewish Congress, para o Presidente Obama

15 de abril de 2010

Caro Presidente Obama:

Eu escrevo hoje como um americano orgulhoso e como um judeu orgulhoso.

Judeus de todo o mundo estão preocupados. Estamos preocupados com as ambições nucleares do regime iraniano que se gaba das suas intenções genocidas contra Israel. Estamos preocupados porque o Estado Judeu está sendo isolado e deslegitimado. Senhor Presidente, estamos preocupados com a dramática deterioração das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Israel. A burocracia israelense sobre habitações emitiu um anúncio inoportuno e o seu governo o estigmatizou como sendo um “insulto”. Esta discrepância diplomática era em relação a uma etapa, que é a quarta de um processo de sete etapas de planejamento para uma futura permissão para a construção de resid&ecir c;ncias em uma área judaica de Jerusalém a qual, em qualquer acordo de paz continuaria a ser parte integrante de Israel.

Nossa preocupação aumenta ao nível de alarme quando consideramos algumas questões preocupantes. Por que a ênfase da retórica da Administração para o Oriente Médio parece culpar Israel pela falta de progresso nas conversações de paz? Pois são os palestinos e não Israel, que se recusam a negociar. Israel já fez concessões sem precedentes. Colocou em vigor a maior e mais ampla moratória sobre assentamentos em relação à Cisjordânia da história de Israel. Israel já declarou publicamente o seu apoio para uma solução de dois Estados. Por outro lado muitos palestinos continuam a recusar até mesmo o direito da existência do Estado de Israel.

A causa b&aacu te;sica do conflito tem sido sempre a recusa dos palestinos em aceitar Israel como a nação do povo judeu. Todo presidente americano que tentou mediar um acordo de paz colidiu, mais cedo ou mais tarde com a intransigência palestina. Lembre-se da angústia do presidente Clinton quando as suas propostas de paz foram rudemente rejeitadas pelos palestinos em 2000. Portanto os assentamentos não são a questão principal. E ainda agora continuam a não ser a questão principal.

Outra questão importante é esta: qual é posição da Administração em relação às fronteiras para um acordo final? A ambiguidade sobre este assunto tem provocado uma onda de boatos e de ansiedade. Poderia ser verdade que a América já não está comprometida para um acordo sobre um estatuto final que assegure fronteiras defensáveis para Israel? Seria um novo rumo sendo traçado o qual deixaria Israel com fronteiras indefensáveis, que eram um convite para invasões antes de 1967?

Existem pressões significativas do lado palestino para que utilize essas fronteiras indefensáveis como a base para uma futura declaração unilateral de independência. Como responderia os Estados Unidos a tal curso de ação imprudente? E quais são as ambições estratégicas dos Estados Unidos num aspecto mais amplo no Oriente Médio? O desejo para melhorar as relações com o mundo muçulmano pela Administração é bem conhecido, mas o atrito com Israel é parte desta nova estratégia? O agravamento das relações com Israel poderia melhorar as relações com os muçulmanos? A História é clara sobre o assunto: o apaziguamento não funciona . Pode alcançar o oposto do que se propõe.

E sobre o personagem mais perigoso na região? Não deveria os Estados Unidos permanecer focado na maior ameaça que o mundo enfrenta atualmente? È a ameaça de um Irã com armas nucleares. Israel é o principal aliado da América no Oriente Médio, e é um dos mais comprometidos com esta Administração com o propósito de assegurar que o Irã não consiga armas nucleares. Senhor Presidente, nós entendemos a sua sinceridade na sua busca para uma paz duradoura. Mas nós recomendamos com insistência para que leve em consideração as preocupações expressas acima. O nosso grande país e o pequenino Estado de Israel têm em comum os valores fundamentais da liberdade e da democ racia. É um vínculo muito estimado pelo povo judeu. Neste espírito, a meu ver, mui respeitosamente, apresento que é hora de acabar com a nossa animosidade pública com Israel e para enfrentarmos juntos os verdadeiros desafios que estão a nossa frente.

Atenciosamente,

Ronald S.Lauder
Presidente do Congresso Judaico Mundial

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fonte: RUA JUDAICA

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Pais de diversos países visitam filhos que servem em Israel

Um grupo de 30 pais de todo o mundo visitaram Israel recentemente para uma visita de uma semana para ficarem juntos com seus filhos que servem nas Forças de Defesa de Israel (FDI) como parte do programa da Agência Judaica Keshet, que traz os pais dos soldados para visitarem seus filhos em Israel. Os soldados e seus pais – que estavam se revendo após vários anos – começaram a visita com um fim de semana em Jerusalém e depois foram viajar para conhecerem o país. A maioria dos soldados concluiu cursos da Agência Judaica em Israel, incluindo o programa colegial de Na’ale, o Selah que é o programa de integração para os diplomados do ensino médio, e do Kibbutz Ulpan. Para alguns dos pais esta é sua primeira visita a Israel. Para todos, é uma oportunidade para compartilharem com a vida nova de seus filhos, mesmo que por um breve período de tempo. Esta é uma visita emocional e que muitas vezes serve como catalisadora para que os familiares no exterior, muitas vezes se decidirem para se juntar a seus filhos e se mudarem para Israel. Este é o 37º grupo que a Agência Judaica trouxe desde que o programa Keshet foi criado há vários anos, e esta viagem só foi possível graças à generosidade da Federação Judaica da Grande Washington e da Federação Judaica MetroWest de New Jersey. (Rua Judaica)

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Sinagoga Israelita é matéria em revista do Japão

A Revista Latina, com tiragem de 30 mil exemplares e que circula nas bancas do Japão, mostrou recentemente uma matéria de 4 páginas sobre a Synagoga Israelita do Recife. Assinada por Hitoshi Kishiwada, a reportagem inclui uma entrevista com o presidente, Jacques Ribemboim, e mostra a saga dos judeus que se fixaram no bairro da Boa Vista durante as primeiras décadas do século 20. Por meio da revista, os japoneses conheceram um pouco da nossa história recente e desta pequena sinagoga que, desde 1926, mantém-se no mesmo endereço, à rua Martins Junior 29 e que encontra-se atualmente aberta à visita do público. (FIPE)

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Mensagem de Pessach do CJLA

No entardecer de 29 de março, começa o Pessach, festa que celebra a liberdade e marca o nascimento do povo judeu como grupo. Mais do que um conceito físico, a liberdade se materializa no poder que o homem tem em tomar as rédeas de seu destino, escolher o caminho a seguir sem abdicar de seus princípios morais e éticos, tão presentes em nossa cultura. Essa liberdade em escolher, em ter mais de uma opção evidencia o caráter pluralista de nossa tradição e formação. Assim é a verdadeira democracia! Como judeus, pluralistas e democráticos, aspiramos que nossa sociedade se alicerce em tais princípios e que o Pessach possa nos inspirar a seguir essas diretrizes da união, da liberdade e da democracia.

Chag Pessach Sameach!

Jack Terpins
Presidente Congresso Judaico Latino-Americano

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Fisesp participa de encontro anual do Memorial Foundation na Croácia

Foi na Ilha de Pag (Croácia), o encontro anual organizado pelo Memorial Foundation for Jewish Culture, reunindo acadêmicos, profissionais e ativistas de Israel, Estados Unidos, Austrália, África do Sul, França, Inglaterra, Brasil, América Central, Índia, países do Adriático e da ex União Soviética. Foram abordados os paradigmas possíveis para sustentar comunidades judaicas em declínio, tendo em conta como é o perfil dos judeus contemporâneos, inclusive em países nos quais até recentemente o Judaísmo estava proibido. Em muitos lugares, inclusive em comunidades medianas e grandes é um enorme desafio enfrentar o anti-semitismo e a hostilidade contra Israel num contexto de muito escasso conhecimento judaico por parte dos próprios judeus.

Alberto Milkewitz, que é fellow do Memorial Foundation representou a Federação. Ele fez uma inspiradora apresentação sobre como a comunidade judaica paulista através das suas entidades e dos seus serviços e programas sociais, culturais, educativos, políticos e outros, que traduzem os princípios judaicos em ações. Milkewitz falou sobre as importantes entidades que a comunidade tem desenvolvido, sobre a arrecadação e o apoio a Israel, bem como das mais recentes novidades, tais como a reformulação da Federação em um novo modelo, muito mais eficiente e os seus efeitos na vida comunitária. Muitos dos presentes só tomaram consciência da relevância que São Paulo tem hoje no Judaísmo mundial após ter escutado o panorama apresentado e tomado contato com a criatividade dos judeus brasileiros.

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Homenagem a Ireena Sendler: salvadora de 2500 crianças durante o Holocausto

O Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi celebrado ontem e as comemorações se estenderão por toda a semana. Nesta data homenageamos Irena Sendlier, a senhora alemã que salvou 2500 crianças, arriscando a própria vida durante o Holocausto dos judeus na 2ª. Guerra mundial.E faleceu agora aos 98 anos. Uma senhora de 98 anos chamada Irena acabou de falecer. Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações. Mas os seus planos iam mais além… Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)

Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto. Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruido que os meninos pudessem fazer. Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças. Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.

Irena mantinha um registro com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma arvore no seu jardim. Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para aa camaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos. Foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz… mas não foi selecionada: quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global

Não permitamos que alguma vez, esta Senhora seja esquecida!

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Fonte: Lia Bergmann – B’nai B’rith do Brasil

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CIAM homenageia ONG americana Seven Hills

Neste domingo (14/3), Anna Schvartzman-presidente do CIAM e sua Diretoria prestaram uma homenagem a David Jordan- presidente da ONG Seven Hills e aos 13 universitários que vieram ao Brasil no programa de capacitação para o trabalho voluntário desenvolvido pela entidade americana, e que teve o Centro Israelita de Apoio Multidisciplinar (CIAM), como instituição escolhida por eles para iniciar um trabalho na América do Sul. Os jovens, sob o comando do Dr. Jordan tiveram uma semana de intensa atividade, atuando nos diferentes programas do CIAM, com os profissionais e atendidos pela instituição. O Dr Jordan, presidente da ONG Seven Hills, plantou junto com Anna Schvartzman, presidente do CIAM e seu vice-presidente Fernando Lottenberg, uma árvore e descerrou uma placa com o nome da ONG na área administrativa da Aldeia da Esperança. Logo após, o Dr Jordan fez uma doação da Seven Hills ao CIAM, e foi a vez dos voluntários plantarem outra árvore, marcando a passagem deles pela entidade.

SOBRE AS INSTITUIÇÕES

CIAM: Entidade sem fins lucrativos, que há 50 anos vem trabalhando e lutando pela inclusão social de crianças e adultos com deficiência intelectual.
SEVEN HILLS: Organização sem fins lucrativos que busca melhorar a vida de pessoas com deficiências, desde 1951. A fundação possui 3000 funcionários e ajuda 27 mil pessoas no estado de Massachusetts e Rhode Island, EUA.

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No Irã as mulheres morrem lutando por liberdade

No Dia Internacional da Mulher, os pedestres e motoristas que passavam pelo MASP, na Av. Paulista, uma das principais de São Paulo, foram surpreendidos por mulheres com e sem véu e faixas com os dizeres: “A luta das mulheres é de todos nós!” e “Hoje as mulheres do Irã morrem lutando por liberdade”. Flores brancas, apitos e cornetas contribuíam para chamar a atenção, o que nem era necessário ao ver mulheres de véu, de burca, de vestes típicas da do candomblé e da umbanda, enquanto manifestantes atravessam a rua carregando as faixas. A iniciativa da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, Frente pela Liberdade no Irã – FLI e da UMAPAZ foi uma forma de homenagear os 100 anos do Dia Internacional da Mulher e, ao mesmo tempo, chamar a atenção para a opressão que o sexo feminino sofre no Irã, em total desrespeito aos direitos humanos.

Em apoio a um grupo de mulheres iranianas que marcou o dia 8 de março como data para tirar o véu em público, como forma de protesto, as mulheres no vão do MASP também descobriram suas cabeças. Em apoio à todas as mulheres que ainda são objeto de preconceito no Brasil e no mundo, o Reverendo Elias Andrade Pinto, em nome da URI –Iniciativa das Religiões Unidas – ressaltou a importância da conscientização, Marli Pedra, pelo CONPAZ, falou sobre a união e a construção conjunta de homens e mulheres de um mundo melhor, Lia Bergmann, pela FLI, lembrou os 100 anos do Dia Internacional da Mulher, Flávio Rassekh destacou a situação que aflige as mulheres no Irã, Iyá Ekedji Ogumlade, lembrou do sofrimento das mulheres durante a escravidão e os resquícios que permanecem até os nossos dias. Estiveram presentes representantes de várias instituições e movimentos da sociedade civil e o Secretario Municipal do Verde e do Meio Ambiente Eduardo Jorge. Foi uma festa, foi uma prece, foi um ato que emocionou a todas e todos!

Homenagem à dra. Denise Levy Tredler

Hoje, a dra. Denise Levy Tredler será homenageada com uma Moção de Louvor na Sessão Solene referente ao Dia Internacional da Mulher, que acontece às 10 horas, no plenário do Palácio Tiradentes, indicada pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. A dra. Denise Levy Tredler será objeto receberá também o Título de Benemérita do Estado do Rio de Janeiro. Ela é diretora de Direitos Humanos da B’nai B’rith RJ. Parabéns dra. Denise por sua atuação firme e determinada na defesa dos direitos humanos! A B`nai B`rith, entidade judaica de Direitos Humanos, está presente em 54 países. Criada há 166 anos, atua no Brasil há 76 anos, através da educação, do diálogo e da cultura de paz, em prol do respeito à diversidade étnica, religiosa, cultural, de gênero, e do trabalho conjunto para fazer deste um mundo melhor para todos.

Fonte: B’nai B’rith do Brasil

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