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Bialik: aprovação no Conselho da Hebraica

por Alexandre Ostrowiecki (Nani) – Comunicamos oficialmente que foi aprovada em reunião do Conselho Deliberativo da Hebraica, a implantação do Bialik no clube conforme moldes do projeto realizado em conjunto pelas duas instituições. Leia mais

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Bialik de cara nova!

Veja e ouça as palavras do novo presidente do Bialik. O Bialik está com a cara nova e muita gente nova, com muita garra e determinação, para que ela realmente decole! Leia mais

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Entrevista: Alexandre Ostrowiecki fala sobre o futuro do Colégio Bialik

Alexandre Ostrowiecki aborda quais projetos e desafios que envolvem a escola para os próximos anos.

Alexandre Ostrowiecki é ex-aluno do Bialik, tem 32 anos, é formado em administração de empresas pela FGV e mestre em administração pelo IBMEC. É sócio-diretor de um dos principais fabricantes nacionais de produtos de informática e eletrônicos e um dos idealizadores da Turma do Fundão, um grupo que tem por objetivo arrecadar fundos para investir em projetos de melhoria pedagógica na escola. Atualmente é o 1º Secretário do Conselho Deliberativo do Colégio Bialik e está cada vez mais envolvido com o cotidiano da escola.

Quais são os planos da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo para o futuro da escola?

São Paulo tem uma das maiores e mais vibrantes comunidades judaicas da América Latina. Temos instituições maravilhosas, mas ainda nos falta construir uma escola de excelência, que seja referência tanto no contexto do mundo judaico como da comunidade brasileira em geral. O Colégio Bialik tem uma longa e bela história e hoje oferece ensino de qualidade e ambiente social incomparável. Nosso objetivo é alavancar as forças atuais da escola e avançar rumo à excelência, tanto pedagógica como operacional. Isso se faz com muito trabalho, focando em eficiência, buscando as melhores práticas e tendo humildade para poder aprender com os outros. Em setembro, por exemplo, tive a oportunidade de acompanhar as nossas diretoras profissionais em uma visita ao Liessin do Rio, uma escola judaica que ficou em segundo lugar no ENEM. Lá pudemos observar várias práticas de sucesso, algumas que queremos trazer para o Bialik. Vamos investir continuamente na qualificação e capacitação dos melhores professores e buscar a excelência em todas as frentes, sempre dentro da filosofia e tradição bialikana de ensino pluralista e inclusivo.

Quais os projetos e ações que terão destaque nos próximos anos?

Queremos tornar a gestão da escola cada vez mais profissional. Isso significa, entre outras coisas, implantar indicadores e métricas de desempenho, para que a escola como um todo e cada um possam saber em que direção e com qual velocidade estamos avançando. Esses indicadores devem refletir o real avanço da escola, monitorando fatores como aprendizado, capacitação e qualidade do corpo docente, satisfação de pais e alunos etc. Um exemplo disso é o inglês. Para o ano que vem, nossa intenção é ampliar a carga horária, para buscar um estágio em que nossos alunos não mais precisarão fazer inglês fora da escola e poderão prestar certificados internacionais somente com a carga normal do Bialik. Outra coisa importante é o apoio pedagógico. Queremos reformular o papel do psicopedagogo e da tutoria na escola. Queremos que esses profissionais entrem mais no cotidiano escolar e deem um apoio mais personalizado, ajudando os alunos a se organizarem e estudarem melhor. As reuniões individuais dos coordenadores com os professores também ajudarão bastante. Hoje existem reuniões coletivas, mas queremos também que todos os coordenadores tenham momentos de entrada na sala de aula para observação de classe e reuniões individuais de planejamento com os professores. Isso já foi implantado nesse mês de setembro, com resultados animadores.

Quais os principais desafios para o Bialik atualmente?

Como sabemos, o Bialik acaba de passar por um período bastante turbulento, de idas e vindas, em que o status da escola e a sua própria continuidade estiveram em jogo. Muitas promessas foram feitas e muita coisa que se esperava não ocorreu. Nesse contexto, é natural que haja uma boa dose de ansiedade e ceticismo nos pais. O objetivo número um no momento é acalmar a todos e mostrar com trabalho que as coisas já estão mudando. No plano financeiro, fizemos alguns ajustes de pessoal, para aumentar a eficiência. A situação hoje é equilibrada e nossa capacidade de investimento está crescendo gradualmente. O corpo docente está motivado e consciente de que precisa mostrar o melhor para reter e atrair os pais.

Na sua opinião, qual o papel da escola judaica na formação das crianças e jovens?

O mundo moderno é marcado pela mudança contínua, pelo fato de que nada permanece como está por muito tempo. É uma constante erosão de raízes, em que a pessoa precisa se adaptar constantemente para se ajustar nos diversos ambientes. Ao mesmo tempo em que isso é dinâmico e fascinante, também pode ser frustrante e deixar a pessoa com a sensação de abandono e perda de direção. Acho que a escola judaica é o mais perfeito antídoto para esse lado negativo do mundo moderno. Lá, apesar do caos em que o mundo possa estar, todos podem perceber que estão amparados pela tradição de um povo milenar, por valores éticos sólidos que podem nortear nossas vidas, por uma bela história que permeou a cultura ocidental por dois milênios e por uma comunidade unida. É o alicerce em um mundo voador. Um local reconfortante e, ao mesmo tempo, desafiador, em que o melhor da tradição judaica, uma das culturas mais ricas do mundo, deve provocar reflexão e pensamento. Acho que estudar em escola judaica é um privilégio que não deve ser desperdiçado por nenhum judeu.

Fale um pouco sobre o Novo Ensino Médio do Bialik e como a escola fará para concretizar este projeto.

As profundas mudanças por que passamos abriram também uma janela de oportunidade para sermos ousados. Para o novo ensino médio do Bialik, trouxemos o Prof. Dr. João Guedes, um profissional de alto gabarito, pós-doutor em Teoria da Literatura, publicitário, professor da FAAP e criador do projeto monográfico do Bialik em anos anteriores. Em conjunto com a direção da escola, criamos um projeto muito inovador que traz elementos da educação europeia e busca um ensino médio muito mais profundo e de resultados duradouros do que os cursos tradicionais que existem no Brasil. No novo ensino médio, por exemplo, os alunos optarão, a cada semestre, pelas matérias específicas que cursarão. Sendo garantido o básico, cada um poderá se especializar em algo de seu maior interesse como, por exemplo, na aula de dilemas éticos na tradição judaica, ou na aula de cinética avançada. Outra novidade é que as aulas são de 90 minutos ao invés dos tradicionais 45 minutos. Isso permite ao professor aprofundar muito mais os temas e fazer o aluno refletir, fugindo do tradicional massacre de 7 aulas diferentes por dia. O foco do curso será em reflexão, leitura dos textos clássicos de cada disciplina e muito esforço. Ensaios multidisciplinares farão parte das avaliações, o que está em linha com as mais modernas tendências apontadas pelo MEC. Essas são apenas algumas das novidades.

A escola possui condições financeiras para sustentação de seus projetos e melhorias?

A partir de julho, foi feito um intenso trabalho de saneamento, redução de desperdícios, reorganização de funções e captação de recursos. Graças à generosidade e visão dos nossos doadores, conseguimos arrecadar nos últimos 3 meses um valor superior à arrecadação total dos últimos 5 anos. Isso nos dará um bom fôlego para investimento e terminar o ano tranquilamente. Hoje o Bialik é uma escola com dívida zero, com plena posse do seu imóvel e que está terminando o ano de 2010 no azul. A ideia é intensificar os esforços para o ano que vem, para que a escola seja operacionalmente rentável e tenha alta capacidade de investimento.

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Comunicado oficial da FISESP e A Hebraica sobre a Nova Escola Judaica

Após um grande esforço para a construção de uma nova escola em São Paulo como resultado da fusão entre Bialik e Renascença, a liderança do projeto viu-se obrigada a reconhecer que as dificuldades encontradas na conciliação de interesses e objetivos tornaram o projeto inviável neste momento.

A FISESP, como órgão máximo da comunidade em São Paulo e a Hebraica que estavam contribuindo com o projeto, continuarão apoiando as escolas em seus novos rumos em formato separado, da mesma maneira como o fazem com todas as demais instituições da comunidade.

Queremos reconhecer a dedicação de todos os profissionais e voluntários envolvidos no processo até aqui e a confiança da comunidade de pais que ofereceu todo o suporte para o projeto.

Atenciosamente.

FISESP – Federação Israelita do Estado de São Paulo
Associação Brasileira “A HEBRAICA” de São Paulo

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O fim da Nova Escola Judaica: Bialik e Renascença desistem da fusão

É com muita tristeza que o PLETZ.com transmite a notícia do fim da NOVA ESCOLA JUDAICA. Uma bela iniciativa que, infelizmente, termina por aqui. O Pletz.com sempre acreditou e apoiou esta iniciativa e torce para que em um futuro próximo este projeto possa ser retomado. Leia abaixo os comunicados das duas escolas.

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Comunicado do Colégio Renascença

Concretamente, desde junho de 2008, o Colégio Renascença envolveu-se intensamente no sonho comunitário de união das escolas judaicas para o fortalecimento de um projeto educacional sólido para as futuras gerações. Desde então, passamos a atuar junto ao Colégio Bialik, com um forte trabalho de ajuste pedagógico e administrativo das duas unidades. Aproximar culturas e realidades distintas não é uma tarefa fácil e é necessário vencer interesses individuais em prol de um projeto maior que garanta uma educação em bases sólidas.

Neste processo, 2010 exigia que consolidássemos alguns movimentos, tornando fundamental passos concretos que garantissem mais avanços, principalmente no aprimoramento da excelência pedagógica e o fortalecimento da formação judaica.

Muitos estudos foram realizados, onde elaboramos um planejamento estratégico contemplando mudanças importantes para 2011. No andamento destas discussões, tínhamos como princípio iniciar já no mês de agosto a apresentação desses caminhos que incluíam a busca da sustentabilidade e perenidade do projeto.

No início de julho, um movimento de um novo grupo se incorpora aos atuais mantenedores do Colégio Bialik, e posteriormente os substitui na interlocução com o Colégio Renascença, e decide unilateralmente não continuar com o projeto de fusão.

Conscientes da nossa responsabilidade comunitária, tentamos, por meio de várias reuniões e mediações com este grupo e a FISESP, validar os compromissos assumidos durante todo esse projeto, cuidando para que este não sofresse alterações significativas em seu desenho e comprometesse tudo o que foi feito até o momento.

Na impossibilidade de acordo e considerando que o compromisso maior é com a comunidade do Colégio Renascença e com a evolução contínua do projeto pedagógico, estamos, a partir de agosto, retomando a caminhada, abraçada firmemente nos últimos anos pela Sociedade Hebraico Brasileira Renascença. Buscaremos todos os esforços necessários para continuarmos com os nossos objetivos, dando exemplo à comunidade judaica de São Paulo de uma escola comprometida em capacitar e desenvolver o potencial dos nossos filhos.

O Prof. João Carlos Martins assume unicamente a direção do Colégio Renascença, e com o apoio de toda a equipe pedagógica, não medirá esforços para garantir a continuidade e normalidade dos trabalhos com nossos alunos. Nós, ainda, nos comprometemos a manter as iniciativas de avanço pedagógico implantadas ou em processo de implantação tais como o Centro de Desenvolvimento de Linguagem e Tecnologia, a parceria com o Instituto Weizmann para o desenvolvimento dos profissionais, Projeto Monográfico, Iniciação Científica, Projeto Sangari, Portal Educacional, Educação Para a Vida, Intercâmbios, Certificados de Cambridge, Anglo Vestibulares, Projeto Merchavim, entre outros.

Este é um momento onde a comunidade renascentista deve mostrar a sua força e união em prol da educação judaica de qualidade. Agradecemos a todos pelo compromisso, apoio, críticas, sugestões e, principalmente, pela dedicação ao Colégio Renascença, que, com certeza, continuará fazendo história na comunidade judaica de São Paulo.

Atenciosamente,

Michel Stolar – Presidente da Diretoria Executiva
Jacob Cohen – Presidente do Conselho Deliberativo

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Comunicado do Colégio Bialik

Comunicamos o término do processo de fusão entre os Colégios Bialik e Renascença. Esse processo foi decidido há dois anos, por ambas as diretorias, com o objetivo de obter ganhos de escala, melhoria na qualidade e consolidar as atividades em uma sede única, com bom acesso aos públicos das duas escolas. Hoje, após dois anos de esforços de todos para manter a fusão, percebemos que os benefícios esperados não aconteceram. A fusão contribuiu pouco para a melhoria da qualidade do ensino no Bialik; a escola abriu mão do seu Ensino Médio e não obteve ganhos significativos em esferas relevantes.

A unificação das sedes sofreu resistência por parte de ambos os públicos, seja ela feita no Jardim Paulistano ou em Higienópolis. No primeiro semestre foi criado um grupo de trabalho para apontar caminhos para o prosseguimento da fusão em 2011, o qual apresentou uma firme proposta de fechamento da unidade Bialik e integração total em Higienópolis. Esta proposta surpreendeu a diretoria do Bialik, que avaliou profundamente o contexto e apontou alternativas para manter a fusão, sem que a nossa qualidade fosse prejudicada e sem que os pais fossem obrigados a levar seus filhos até Higienópolis para permanecerem na escola

Após negociações claras e amistosas entre o Colégio Renascença, FISESP e o Colégio Bialik, este representado pelos Presidentes de sua Diretoria Executiva e seu Conselho Deliberativo e pelo 1º Secretário do Conselho Deliberativo, tais propostas não foram aceitas. Uma vez esgotadas as possibilidades de acordo, a diretoria do Bialik, que tem como propósito defender os interesses dos pais, entendeu que o melhor caminho era a separação das escolas. Fizemos isso de forma clara e esperamos manter as melhores relações com o Colégio Renascença, cooperando em todas as esferas possíveis, visando o bem comum e a causa da educação judaica.

Futuro

Nossa escola já possui um plano de ação definido e embasado em seu Plano Diretor, que foi construído e validado pela própria comunidade Bialik; ele é um instrumento que baliza as nossas práticas, despertando o comprometimento e a responsabilidade de cada membro da equipe com a proposta e a política educacional da nossa instituição. O compromisso e o envolvimento da equipe se refletem nas práticas junto aos nossos alunos.

A Profa. Patrícia Torralba Horta irá liderar, na Direção Pedagógica, a equipe de profissionais pedagógicos na execução deste plano de ação, que iremos apresentar aos pais em reuniões que serão imediatamente convocadas. Queremos afirmar que a reconhecida qualidade pedagógica do Bialik e as iniciativas implantadas nos últimos anos serão mantidas e incrementadas.

O Colégio Bialik retoma suas atividades com força total, buscando se diferenciar cada vez mais e se estabelecer como uma forte alternativa para uma educação judaica de qualidade, do Infantil ao Ensino Médio. Estamos confiantes de que, com a força e parceria de nossa comunidade, iremos fazer um excelente trabalho.

Jefferson Janchis Grosman – Presidente Diretoria Executiva
Boris Ber – Presidente Conselho Deliberativo
Alexandre Ostrowiecki – 1º Secretário Conselho Deliberativo

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Kef – Diversão e emoção no Show de Dança da Nova Escola Judaica

Kef, que significa diversão, foi o nome escolhido para o Show de Dança da Nova Escola Judaica, que reuniu mais de 400 participantes, incluindo pais e alunos das unidades Bialik e Renascença, em um grande espetáculo que lotou o Teatro Bradesco. Muita emoção no palco e na platéia. Sentimento de realização para quem organizou e participou e de orgulho para quem assistiu. Assim foi o Kef, mais que um show de dança, um espetáculo.

“Juntar as duas unidades da Nova Escola Judaica em um teatro como o Bradesco foi uma sensação maravilhosa, ver todas as crianças interagindo, conversando,brincando e dançando nos fez sentir que a missão foi cumprida!. O nome Kef, foi escolhido por significar diversão e esse foi o sentimento tanto da equipe, que ajudou a fazer o show acontecer, quanto dos dançarinos”, declararam as coordenadoras de dança Sharon Catach e Liron Kotler. A apresentação culminou com um “grand finale”, com os 400 participantes no palco.

Confira depoimentos dos pais:

“Não poderia deixar de parabenizar os profissionais envolvidos na apresentação de ontem, show de dança, show de organização, pontualidade, e show de alegria. Estava ótimo, deu para sentir a alegria das crianças em estar fazendo parte deste momento.Adoramos a iniciativa, o local. Foi muito bom mesmo”. Matheus, Selma e Claudio Blum

“Gostaria de parabenizar a toda equipe por essa maravilhosa apresentação, mais uma vez fico grato por poder participar de um evento marcante da Nova Escola Judaica”. Breno Breslauer

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Feira do Livro Nova Escola Judaica 2010: um estímulo para a leitura e produção de textos

Com a proposta de estimular a convivência entre pais, alunos e corpo docente e, ao mesmo tempo, propiciar às famílias o contato com a produção literária e pedagógica dos alunos, A Nova Escola Judaica (Bialik+ Renascença) promoveu no domingo, 20 de junho, na Unidade Renascença, a Feira do Livro 2010. A visitação foi intensa durante toda a manhã, com pais, alunos e familiares que vieram conferir a alta qualidade das produções literárias em português, inglês e hebraico, dos alunos do Fundamental I ao Ensino Médio das duas unidades, como por exemplo os trabalhos feitos após a leitura dos livros “O Menino do Pijama Listrado” e “A Mala de Hana” .

Uma dinâmica programação marcou o evento, que incluiu bate papo com autores, mesa redonda com professores e sala de autoria, entre outras atividades. Para estimular a leitura fora da sala de aula, o refeitório foi transformado em um setor dedicado à venda de livros, com diversos títulos, para agradar a alunos de todas faixas etárias. Quem compareceu ao evento pôde participar da votação e escolher entre os três nomes para a Nova Escola Judaica: Alef, Martin Buber e Chaim Weizmann. As comunidades das duas unidades demonstram o apoio a mudança do nome através da participação maciça no primeiro dia de votação. O resultado final será apresentado em agosto, na volta às aulas.

Confira alguns depoimentos de quem visitou a Feira do Livro:

“Esta é a continuação de um trabalho que vem sendo feito para desenvolver em nossos alunos a escrita e a leitura. Trata-se de um processo em constante evolução e que nunca pode se perder. O evento já era grande e tornou-se maior ainda, com a participação conjunta das duas unidades. A data de hoje tem ainda mais relevância por conta da votação que está sendo feita para que seja escolhido o nome da Nova Escola Judaica. Ressalto que a escolha desse nome reforça ainda mais a integração das culturas do Renascença e Bialik. Estamos estudando para que as marcas dessas duas instituições estejam representadas de alguma maneira nesta nova identidade”. Michel Stolar – co-presidente da Nova Escola Judaica.

“Cada vez mais temos a certeza de que estamos no caminho certo, estimulando e promovendo a integração entre as famílias dos alunos das duas unidades, por meio de eventos como a Feira do Livro, que integra o social com o curricular”. Jefferson Grosman, co- presidente da Nova Escola Judaica.

“A Feira do Livro marca o fechamento do semestre e mostra muito da produção escrita dos nossos alunos, reforçando a questão da produção do escritor e do leitor em todas as áreas dentro da nossa escola”. João Carlos Martins, diretor geral da Nova Escola Judaica.

“Este evento estimula as crianças a adquirirem o gosto pela leitura. Elas podem mostrar suas produções para a família e entrar em contato com os trabalhos de outros alunos . Não é à toa que somos chamados de “O Povo do Livro”. Ricardo Berkiensztat, vice-presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, e pai do aluno Bruno Berkiensztat.

“Achei a Feira do Livro muito legal. Trouxe meu pai, minha mãe e meus irmãos para verem os meus trabalhos de hebraico (recebimento e entrega de cartas), português (culinária indígena, européia e africana) e inglês (Copa do Mundo)”. Fernanda Idesis, aluna do 4° ano (10 anos).

“Eu ainda não consegui ver tudo, mas gostei muito do espaço onde podemos escolher livros para comprar”. Silvia Spitzcovsky – aluna do 3º ano (8 anos).

“É muito importante que a literatura faça parte da vida das pessoas. Quanto mais os livros saírem das estantes e irem para o cotidiano, mais a literatura ganha, mais a cidadania ganha e os alunos também. Marcelino Freire – escritor.

Fotos: David Benadiba

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Sucesso do Show de Fábio Rabin na Nova Escola Judaica

Espaço lotado e muitas risadas marcaram o show do comediante Fabio Rabin que lotou a Sinagoga da Unidade Renascença, da Nova Escola Judaica. O evento foi organizado pela comissão de pais do projeto Educação para Vida 2010, que levará alunos da Nova Escola Judaica para a Polônia e Israel.

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Nova Escola Judaica promove a Feira do Livro 2010

A Nova Escola Judaica (Bialik+ Renascença), promove no domingo 20 de junho, das 9 às 13h, na Unidade Renascença, a Feira do Livro 2010. Haverá uma dinâmica programação com apresentação das produções literárias dos alunos do Fundamental I ao Ensino Médio das duas unidades, bate papo com autores, mesa redonda com professores, apresentação de dança, venda de livros e sala de autoria, entre outras atividades. Quem comparecer ao evento, também terá a oportunidade de deixar sua marca no Século XXI e votar no nome da Nova Escola Judaica.

Evento: Feira do Livro 2010
Data: 20/06/09 (domingo) – Horário: Das 9 às 13h
Local: Nova Escola Judaica – Unidade Renascença
Rua São Vicente de Paulo, 659 – Santa Cecília

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Alunos da Nova Escola Judaica comemoram desempenho nas Macabíadas Escolares

Torcida animada, comportamento exemplar, excelente desempenho. Este foi o balanço da participação dos alunos da Nova Escola Judaica (Bialik + Renascença) durante as Macabíadas Escolares Nacionais, que aconteceram de 03 a 06 de junho, na A Hebraica, em São Paulo. A escola participou com 61 atletas e, das 12 medalhas possíveis de serem conquistadas, arremataram duas de ouro, quatro de prata e quatro de bronze. “Os alunos estavam envolvidos, chegaram sempre no horário, mesmo os que só jogavam no período da tarde, fizeram questão de sair cedinho no ônibus da escola. Outro aspecto que chamou a atenção foi o número de alunos que, mesmo sem estarem jogando, assistiram aos jogos e torceram com muita empolgação pela escola”, declarou Uriel Soares, coordenador de Educação Física e Esportes da Nova Escola Judaica. “A equipe de trabalho envolvida nas Macabíadas também merece os parabéns, por sua dedicação e empenho”, complementou Uriel. (Fotos: Uriel Spach)

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A difícil tarefa de escolher a profissão

Jornada de Profissões promoveu aproximação dos alunos da Nova Escola Judaica com profissionais de áreas diversas

Escolher a profissão nem sempre é uma tarefa fácil e o melhor caminho para se chegar a uma decisão é a informação. Pensando nisso, a Nova Nova Escola Judaica promoveu, no último dia 24 de maio, na Sinagoga da Unidade Renascença, mais uma etapa da Jornada de Profissões. A programação contou com palestra de especialistas das áreas de administração, engenharia, direito, arquitetura e medicina. Os alunos dos 3ºs anos do Ensino Médio tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre cada uma destas profissões, bem como tirar suas dúvidas com os profissionais.

A Jornada de Profissões também contou com a presença de ex-alunos que estão cursando Faculdade e de Tamara Gedankien, primeira brasileira a conquistar o primeiro lugar na Intel/ISEF (International Science and Engineering Fair), maior feira de ciência e tecnologia do mundo. “Os jovens de hoje pensam muito no dinheiro e têm muitas ambições materiais. Eles imaginam que vão começar a vida profissional ganhando excelentes salários. Não é assim que funciona, é necessário muito estudo, dedicação e principalmente gostar do que se faz”, destacou o advogado Roberto Tardelli, durante sua palestra.

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Aluna da Nova Escola Judaica ganha o primeiro lugar na maior feira de ciência e tecnologia do mundo

Tamara Gedankien, primeira brasileira a ganhar o primeiro lugar na Intel-Isef terá um asteróide batizado com seu nome

A brasileira Tamara Gedankien, aluna da Nova Escola Judaica (Bialik + Renascença) conquistou o primeiro lugar na Intel/ISEF (International Science and Engineering Fair), maior feira de ciência e tecnologia do mundo, com o projeto “Gemara e Gematria: um estudo de caso sobre os efeitos do uso do contexto sócio-cultural na aprendizagem matemática”. Tamara competiu com mais de 1.600 estudantes, finalistas de feiras de ciências de 59 países, que compartilharam idéias, demonstraram invenções e pesquisas inovadoras. Em 60 anos, foi a primeira e única brasileira a ser laureada com a primeira colocação.

A delegação brasileira, composta de 18 trabalhos selecionados pela Mostratec – Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia e pela FEBRACE – Feira Brasileira de Ciências e Engenharia – foi uma das mais premiadas com a conquista de 3 terceiros lugares, 2 segundos lugares e a premiação, em primeiro lugar, de Tamara.

Além dos prêmios acadêmicos, os alunos brasileiros despontaram no cenário, recebendo também nove prêmios e duas menções honrosas especiais. Tamara foi premiada com uma bolsa de estudos na Universidade de Illinois, no valor de sessenta mil dólares. O brilhantismo e entusiasmo da aluna, e o de outros quatro estudantes brasileiros, também será eternizado através da homenagem do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets), que nomeará asteróides em homenagem aos jovens cientistas.

O trabalho de pesquisa feito por Tamara, desenvolvido dentro do programa “Projeto Monográfico” oferecido pela Nova Escola Judaica para o Ensino Médio, demonstrou a importância do contexto sócio cultural na educação escolar, através de uma aplicação integrando as áreas de cultura judaica e matemática. Ela percebeu que os alunos aumentavam sensivelmente seus desempenhos quando trabalhavam os conteúdos matemáticos a partir de uma abordagem que levava em conta sua cultura.

“Entendo que uma educação que desenvolva habilidades para o mundo do trabalho será obtida através de um programa de ensino que reconheça as diferenças e desigualdades entre os estudantes, promovendo propostas diferenciadas, mas que culmine em resultados semelhantes. É o que eu chamo de epistemologia da pluralidade, a multiplicidade de saberes em um mundo globalizado”, afirmou Tamara.

Tamara aponta outro aspecto essencial: “melhor do que ganhar os prêmios, eu descobri um universo de amigos, de parceiros, de gente preocupada com o mundo e em ser feliz, pessoas com as quais vou trocar idéias científicas e pessoais pelo resto de minha vida. É a minha nova rede de conexões, de sentidos para a vida”.

Na Intel / Isef os jovens defenderam o seu trabalho, usando o discurso científico, com professores, pesquisadores e cientistas. Esse tipo de evento é uma excelente porta de entrada para a comunidade científica. Estes alunos fizeram pesquisa científica muito séria, quase 25% dos trabalhos geram patentes e vários pesquisadores qualificam os trabalhos como os de Tamara, como uma tese de mestrado – ou até mesmo um doutorado.

O encerramento da Feira ocorreu com a grande cerimônia de premiação, onde Jane Shaw, presidente do Conselho da Intel Corporation, falou aos milhares de estudantes: “Vocês nos inspiram e nos dão orgulho e merecem grandes investimentos”. Mais de 1200 juízes, além dos organizadores das feiras de todas as partes do mundo e os milhares de professores orientadores aplaudiram a cada um dos vencedores convocados ao imenso palco, montado no ginásio da San José State University.

O orientador de Tamara, Prof. Rogério Giorgion, coordenador do Projeto Monográfico e do Centro de Estudos de Linguagens e Tecnologias (CELTEC), da Nova Escola Judaica, acompanhou a aluna aos Estados Unidos e aproveitou para trocar experiências sobre o uso de tecnologias dentro dos sistemas de ensino com as milhares de escolas presentes na feira.

“Este prêmio vem ratificar a importância que a Nova Escola Judaica vem dando ao CELTEC que, além de outras atribuições, coordena os trabalhos monográficos e dá aos alunos a oportunidade de planejar e executar um trabalho de monografia sobre temas atuais. Estamos vivendo em um mundo de grandes desafios, mas as escolas podem permitir que seus alunos usem esses desafios como grandes oportunidades. A Intel / Isef foi mais uma oportunidade de ver o talento, o trabalho duro, entusiasmo e diversão de todos os jovens presentes, com uma grande diversidade de origens e uma paixão comum para a investigação científica, inovação e descoberta” – finalizou Rogerio.

“Tamara é um exemplo de dedicação e competência. Muito nos orgulha e confirma o caminho pedagógico do nosso Ensino Médio – formando jovens comprometidos com a sociedade atual, pensantes, criativos e que sabem defender suas idéias”, declarou o professor João Carlos Martins, diretor- geral da Nova Escola Judaica.

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