Um americano pode fazer comentários sobre Israel?
por Daniel Pipes - publicado no Jerusalem Post
Posso eu, um cidadão americano, que reside nos Estados Unidos, fazer comentários publicamente a respeito de decisões tomadas pelos israelenses?
por Daniel Pipes - publicado no Jerusalem Post
Posso eu, um cidadão americano, que reside nos Estados Unidos, fazer comentários publicamente a respeito de decisões tomadas pelos israelenses?
Israel tem vivido os últimos sessenta anos mais intensamente do que qualquer outro país. Seus altos – a ressurreição de um estado de dois mil anos de idade em 1948, a mais espetacular vitória da história de um exército em 1967 e o surpreendente resgate de reféns em Entebe em 1976 – foram triunfos de determinação e de espírito que inspiram o mundo civilizado. Seus baixos têm sido as humilhações auto-impostas: a retirada unilateral do Líbano e a evacuação da Tumba de Joseph, ambas em 2000; a retirada de Gaza em 2005; a derrota para o Hisbolá em 2006; e a troca dos corpos de soldados por prisioneiros com o Hisbolá na semana passada.
Uma Investigação Microscópica - por por Daniel Pipes
Sendo uma das poucas vozes pró-Estados Unidos e pró-Israel no campo de estudos do Oriente Médio, eu encontro freqüentemente as minhas visões mutiladas por outros nesse campo–portanto eu tive que postar um documento de 5.000-palavras intitulado “Departamento de Correções (Erros Factuais de Outrem a Meu Respeito)” no meu site na Internet. Leia mais…
Artigo publicado no Jerusalem Post em 19 de Junho de 2008
Se você não puder dar um nome ao seu inimigo, como poderá derrotá-lo? Da mesma maneira que um médico precisa identificar uma doença antes de curar um paciente, um estrategista necessita identificar o inimigo antes de vencer uma guerra. No entanto os povos ocidentais se mostram relutantes em identificar o oponente no conflito que o governo norte-americano de forma variada (e eufemística) chama de “guerra ao terror global” a “longa guerra”, o “conflito global contra o extremismo violento”, ou até mesmo o “conflito global para a segurança e o progresso”. Leia mais…