Canal | Jose Roitberg

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O Egito revolucionário acabou hoje

por José Roitberg – A dinastia militar deposta, era a revolução de que depôs o Rei Farouk em 1952. Os militares eram a modernidade, o secularismo, a aproximação com os valores ocidentais e também uma fortíssima pressão antissemita e anti-Israel. Em quatro anos levou o Egito à Guerra de Suez (1956) e expulsão comunidades judaica milenar do Egito, em 15 anos à Guerra dos Seis Dias (1967) e em 21 anos à Guerra do Yom Kippur (1973) onde a promessa de varrer os judeus para o mar, quase foi cumprida. Leia mais

Jacques Griffel, Fabio Cuiabano, Junior Ben Castro, Jacqueline Martins, Tiago Herrero Rabin, Pedro Henrique Barros liked this post
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Os lados da moeda

por José Roitberg – Toda moeda tem dois lados. No caso de Shalit, mais lados ainda. Leia mais

Leandro Reich curtiu este post
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AMIA – O Que Perdemos?

por José Roitberg – O tempo passa e um evento que foi marcante e definidor para os adultos de 1994, é uma história chata e incômoda para quem tinha menos de 15 anos na época. Leia mais

Bernadette Elkind curtiu este post
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Irmande Muçulmana e Palestinos: conexões

Para entender a interação da Irmandade Muçulmana, criada no Egito em 1929, com os palestinos e suas facções. Leia mais

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O Anti-Êxodus – por José Roitberg

Muitas pessoas acham que as imagens que as embaixadas de Israel estão circulando pelo YouTube são “auto-explicativas” e suficientes. Não são. Basta perceber que a divulgação foi mundial e os três vídeos inicialmente liberados tiveram um baixo impacto nas primeiras 10 horas com menos de 400 views para os vídeos mais importantes e 8.000 views para o menos importante. Cerca de 20 horas depois o vídeo mais importante dos três já passava de meio milhão de views, mas é pouco. O vídeo mais relevante foi passado nesta madrugada dezenas de vezes pela CNN, FOX e SKY, mas não pela BBC e pode ser visto no final deste artigo – são as imagens laterais aproximadas feitas a partir de um dos barcos israelenses.

Nestas imagens vê-se o primeiro soldado que desceu pela corda sendo imediatamente espancado, subjugado e atirado do convés superior para o inferior e o segundo soldado também sendo subjugado e barbaramente espancado no chão por vários “patifistas” armados com canos de ferros, barras de ferro e porretes de madeira: armas mortais. E mesmo que as tropas do IDF tenham feito uma abordagem com armas não letais, no momento em que a vida dos primeiros soldados está em risco, os soldados restantes tem que atirar. E atiraram. Mas as imagens não foram liberadas até o momento.

A pedra estava cantada desde o início desta ação “patifista.” Era uma provocação. Era uma ação para causar uma reação violenta por parte de Israel e ganhar mídia e simpatia pela causa palestina no mundo inteiro. Funcionou com perfeição. Conseguiram até mesmo nove mártires mortos e trinta e poucos feridos, recebidos aos gritos de “Deus É Grande” pelos que os aguardavam na Turquia. Heróis na luta contra os judeus sionistas. Infelizmente a opção de Israel foi pelo cenário da força e do confronto ao invés de esvaziar o plano inteiro permitindo a passagem do comboio. Não há nada nestes navios que já não tenha entrado em Gaza pelo Egito. Não encontraram nada na vistoria, porque esse era o plano muito claro desde o início para qualquer pessoa com bom senso.

Muitas das ações palestinas contra Israel ao longo do tempo repetem as ações dos judeus contra os ingleses do Mandato. O nosso Êxodus foi exatamente isso: encher o navio com sobreviventes do Holocausto e forçar o bloqueio naval britânico. O navio foi atacado, mortos, feridos, todos presos em Chipre. As cenas comoveram a opinião pública mundial. Os palestinos resolveram criar o Êxodus deles, uma ação aberta de provocação e conseguiram. A grande diferença é que o nosso navio trazia pessoas desesperadas que sobreviveram as piores torturas, doenças, fome e a perspectiva da morte a cada instante. Pessoas que não tinham mais famílias massacradas pelos nazistas e simpatizantes. Pessoas que não tinham mais casas ou negócios, roubados por seus vizinhos cristãos com a certeza de que os judeus levados pelos nazistas nunca mais voltariam. Pessoas que não tinham nada e procuravam a vida.

O navio deles, por outro lado, veio cheio de militantes de esquerda radical, cheio de muçulmanos procurando a morte por Allah, cheio de militantes anti-americanos e antissemitas. Entre eles, nenhum terrorista ou líder de coisa nenhuma, pois estes, armaram todo o cenário e deixaram sua massa de manobra ignorante ser abatida e presa. Deus é grande, mas está do nosso lado e não do lado deles. Algum dia vão aprender isso.

E há uma pergunta que os sites e livros revisionsitas nazistas, que os sites antissemitas fazem: “Os judeus não aprederam nada com o Holocausto?” Aprenderam sim! Aprenderam que se alguém levantar um porrete para espancar um judeu até a morte, vai ser morto em legítima defesa! O povo judeu depois do Holocausto não é o povo judeu de antes do Holocausto. Há 65 anos não somos mais os judeus levados para a morte sem reagir! Não somos mais como nossos bisavós e trisavós na Polônia, na Ucrânia, na Letônia, na Lituânia e na Romênia que aceitavam ser espancados por cristãos sempre com a ordem familiar, rabinical e comunitária de não reagir, pois a reação significava a morte. Muitos reagiram e morreram. Muitos foram mortos sem reagir pelo prazer do antissemita. Isso é antes do Holocausto e não durante.

Quantos judeus ao longo da história seja nos pogroms soviéticos, seja nos pogroms da Rússia imperial, seja na Peste Negra, seja por um período de seca, ou de alagamentos, seja por uma epidemia, seja por uma acusação de torturar uma hóstia de missa, seja pela passagem dos Cruzados pela França e Estados Germânicos foram mortos a pauladas, com enxadas, com facões, com lanças, com marretas e com machados, sendo trucidados, desmembrados, estraçalhados em praça pública na frente de seus vizinhos jubilosos?

E os gestos são os mesmos: judeus caídos, porretes e barras subindo e descendo da forma mais covarde possível. E por cada paulada destas uma morte é pouco! E que Deus abençoe nossos garotos e sua coragem para descer por aquela corda com a certeza do que os aguardava.

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Solidariedade ao povo Polonês – por José Roitberg

Apesar de todo o antissemitismo pré Segunda Guerra Mundial, foram os judeus da Polônia, que totalizavam 3,5 milhões de pessoas antes da guerra a população judaica dizimada em maior número. Como em todos os países ocupados pela Alemanha houve os que se aliaram e os que resistiram. Dentro destes dois grupos havia os que perseguiam judeus da resistência e os que ajudavam. Ajudaram como puderam. Alguns historiadores dizem que podia ter sido mais. Coisa que nunca se terá certeza.

Mas quando se fala do início “oficial” da Segunda Guerra Mundial se fala apenas da invasão alemã à Polônia e se deixa de lado a invasão soviética da Polônia já previamente e secretamente dividia no pacto Molotov de não agressão entre Alemanha e União Soviética, entre os dois grandes inimigos socialistas… E se os alemães fuzilaram sumariamente os oficiais poloneses que se rendiam ou eram encontrados feridos para eliminar as lideranças de um país que iriam ocupar, os soviéticos os prenderam e depois os executaram na floresta de Katin de forma sistemática e tragicamente similar ao que ocorreria alguns meses depois aos judeus dos estados bálticos.

Por décadas de domínio comunista o Massacre de Katin foi atribuído aos nazistas, que sempre negaram este episódio, apesar de não negarem suas outras atrocidades e até terem orgulho do que fizeram. Apenas com a queda do regime comunista e a abertura dos arquivos da WW2 no Kremlin a cruel verdade veio a tona: as tropas invasoras soviéticas na Polônia receberam a ordem direta de também eliminar os oficiais poloneses. Este é um dos motivos da resistência polonesa ter tantos grupos, por vezes inimigos entre si, de não terem um comando. É porque não havia oficiais treinados para comandar os resistentes, ficando os cargos de liderança ou com ex-cabos e sargentos com ou pessoas sem nenhum tipo de treinamento.

O evento para onde ia todo o governo polonês, sua cúpula militar e acompanhantes (até o momento desta matéria a lista completa ainda não havia sido divulgada) era exatamente para o reconhecimento oficial e o pedido de desculpas formal do governo russo, pelo que seus antecessores soviéticos fizeram na Polônia de setembro de 1939 a agosto de 1941. Tragicamente a viagem foi em um avião Tupolev russo e um piloto que recusou as ordens da torre de comando acabou com a vida de todas na quarta tentativa de aterrissar em meio à neblina.

Este presidente, este governo, estas lideranças militares que foram consumidas nas cinzas, como 3,3 milhões de seus cidadãos judeus há 60 anos atrás, eram amigos, compreendiam e reconheciam o que realmente aconteceu. Foi devido a eles, principalmente ao presidente Lech Kaczynski que em 2007 o comando militar de Israel, soldados e oficiais puderam prestar uma homenagem oficial aos judeus mortos no campo de Auschwitz.

Foi devido a compreensão deste governo polonês desaparecido em instantes que a IAF – Força Aérea de Israel teve permissão (contando com a dos países que teve que cruzar também) para manobras de sobrevôo a baixa altura ao final da cerimônia, completando um ciclo: dos judeus pobres, espancados, agredidos humilhados, enforcados, fuzilados, aos pilotos dos F14 Tomcats; das judias, nossas avós e bizavós, das moças que poderiam ter sido nossas mães e avós, nuas, na neve aguardando a bala que lhes terminaria o sofrimento às militares honradas, lindas cantando na cerimônia que você pode ver no vídeo em anexo. O brigadeiro que comandou o grupo de três aviões é descendente de primeira geração de sobreviventes do Holocausto.
Na época os agradecimentos ao governo polonês foram pouco, pois nós sempre achamos que algumas coisas vão durar muito tempo. Agora os agradecimentos são póstumos.

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Carta aberta ao presidente do Irã – por José Roitberg

Tenho a certeza de que será uma das piores viagens oficiais de sua vida. Vai encontrar aqui um país cristão, coisa que abomina. Vai ter que se encontrar com políticos e empresários que usam gravatas, acessório proibido pelo código de vestimentas (lei no Irã) porque na visão xiita a gravata simboliza uma cruz em torno do pescoço dos homens. E verá mais de 5 cores de ternos, outra coisa também proibida no Irã.

Espero que passe por nossas praias e não fique olhando para o chão do carro, pois precisa se confrontar com a liberdade ocidental de expor o corpo humano vivo e não os cadáveres. Precisará se controlar para não dar uma olhadinha em nossas beldades desnudas não só nas praias, mas com vestidinhos de Geisy por todos os cantos. Imagine o que é isso para alguém que defende a burka? É o próprio Faya, o Inferno muçulmano.

Mas seja bem vindo aqui Ahmadinejad. Espero que se encontre com o presidente Lula em seu gabinete, veja a Bíblia sobre a mesa, veja a mezuza na porta ao lado na sala da Clara Ant. E pense muito bem no que fazer: apertar a mão de uma judia comunista de rosto descoberto e tornozelos de fora? Que dilema teológico…

Mas seja bem vindo Ahmadinejad. Depois de se esquivar da Clara Ant, que como assessora pode até ser posta de lado, mas aí resta o Marco Aurélio Garcia, que deixa a Clara no ponto mais a direita da esquerda com sua mente sovietizada e cubanizada. Ih Ahamdinejad: você acabou com os comunistas no Irã. O que vai dizer aos nossos aqui (alguns deles o defendem hein…), a maioria, muito mais neo-liberal que de esquerda, mas não tem saída: neo-liberalismo também não é sua praia. E depois de se esquivar de um, sempre virá outro: uma grande lista de judeus e esquerdistas de fato no poder. Não são brinquedinhos buchechudos como na Venezuela. Aqui a esquerda é de raiz!

Mas seja bem vindo Ahmadinejad. Venha ver um país de 190 milhões de pessoas de todas as origens e religiões que não se matam e não disputam o poder para matar as outras, se é que isso faz algum sentido para você. Pergunte como se faz uma eleição sem fraude.

Tem umas coisas aqui que você precisava conhecer para ampliar seus horizontes mas não vai rolar. Não vai ao Corcovado. Não vai ao Pão de Açúcar, não vai dar uma volta no Saara no Rio ou na 25 de Março em São Paulo. Não vai ter uma almoço fechado no Porcão, até porque você, como muçulmano, come kosher também. Aliás, se quiser levar um salame antes voltar, passe aqui na Bolivar 45. Dá até para parar o carro na baia de descarga e tomar um café: eu pago! Aproveite para ver o que nossos vizinhos cristãos iraquianos pensam de você. Posso até marcar com uns amigos bahais. É! Tem bahais no Brasil também, religião que os xiitas escorraçaram da Pérsia e depois do Irã, tendo que se refugiar em Haifa, ainda no domínio Otomano. Ih, esqueci: tem turco para caramba aqui no Brasil. Tem libanês cristão para todos os lados. Mais libaneses e descendentes de libaneses que no próprio Líbano.

Aqui é um lugar interessante para você conhecer, pena que vai ficar acossado entre a mídia e a política e não verá nosso povo.

Pessoalmente não tenho nada contra você. Não fico nem um pouco impressionado com mais um líder muçulmano dizendo que vai varrer Israel do mapa. Pode tentar. Em 1948 quando eram fortes e os judeus fracos, não conseguiram. Depois Nasser tinha o seu discurso. Depois Sadat tinha o seu discurso. Depois Shuqueiri e Arafat tinham o seu discurso. Depois Assad (pai) tinha seu discurso. Depois Saddam, seu inimigo mortal tinha o seu discurso. Você é professor. A história lhe interessa. Olhe para trás e veja onde estão e o que conseguiram. Pelo menos podia ser original em seu discurso.

Nem seus arroubos de negação do Holcausto a cada vez que o petróleo está baixo me incomodam. Você é o presidente, mas não é o poder. Você não me preocupa e nem sei o quanto dos coisas que faz ou diz são realmente suas ou você é apenas o porta voz da junta teológica que domina os persas.

Não é aqui no Brasil que alguém vai te lembrar que é dirigente do único país xiita entre outros 53 países sunitas e que maios ou menos 1 bilhão de muçulmanos não vão com a sua cara enquanto só uns 13 milhões de judeus tem algo contra você. Isso não vão te dizer aqui. Não vão dizer que o Irã tem relações diplomáticas com menos países islâmicos que Israel. E ninguém vai chegar até você numa entrevista e perguntar: “Presidente, para que essa bobagem de dizer que Israel tem que ser varrido do mapa? Seu obejtivo não é triunfar onde seus antepassados xiitas fracassaram e retomar Meca? Abrir Meca para os persas e varrer o domínio árabe sobre o Islã no Golfo?” Não é essa a agenda verdadeira iraniana verdadeira? Vcs também seguem Sun Tzu não seguem? Faça o inimigo achar que vc está longe quando está perto…

Sei que você pode jogar a Bomba sobre Israel pois são apenas judeus, cristãos, bahais e sunitas por lá. Todos infiéis na visão. Mas você acredita que Israel tem 300 Bombas. Um monte de gente acredita. É blefe? É real? Mas a família real saudita não tem nenhuma né? Será que alguém ataca você se a Bomba cair em Ryad e não em Jerusalém? Pessoalmente, acho que não. Mas se eu fosse você ficaria com o pé atrás e mandava investigar a fundo todo mundo que está em seu programa nuclear. Você acreditaria se eu disse que algum dos cientistas paquistaneses pode ser um agente taliban da Al Qaeda, sua inimiga mortal, pronto para fazer um ataque suicida nuclear em suas instalações? Vocês são persas. São inteligentes. Sabem quem são seus reais inimigos. Sabem que sempre foram os árabes, os sunitas e agora os talibans. Depois de 10 anos de guerra com os sunitas iraquianos seus aiatolás quase atacaram o Afeganistão sob domínio taliban por 3 vezes. Só não fizeram porque foram um pouco mais espertos e deixaram os ocidentais se ferrarem por lá, como os soviéticos, sem conseguir resolver nada.

Mas seja bem vindo. Venha e ouça o que precisa ouvir! Venha e ouça o que precisa ser dito. Vai ser insuportável para você. Assine um contrato para uma área do pré-sal pois seu petróleo está acabando e você sabe disso melhor que ninguém.

E tenha uma certeza caro presidente: Israel não vai construir o segundo Yad Vashem, o segundo Museu do Holocausto. Mas se o Irã realmente enveredar pelo caminho da chantagem atômica, vocês poderão acabar tendo que construir o seu primeiro museu….

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José Roitberg é jornalista

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ENEM: MEC PUNE QUEM RESPEITA O SÁBADO COM CÁRCERE PRIVADO – por José Roitberg

Escrevi um artigo anterior onde definia a violação constitucional criada pela marcação do ENEM para um shabat e ainda por cima em Sucot, importante data judaica. Essa violação era apenas do artigo quinto da Constituição no que diz respeito à liberdade de credo e culto, sendo o culto a expressão do credo no dia-a-dia. No Brasil ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, senão em função da Lei. ENEM não é lei: é portaria do Ministério da Educação. Lei é algo elaborado coletivamente por nossos representantes eleitos, e aprovada por eles em nosso nome. Portaria é algo assinado por um ministro ou chefe de departamento como bem entender, sem submeter sua funcionalidade ou validade ao escrutínio da sociedade. E os brasileiros adoram portarias e não reclamam desta forma de legislar e estabelecer o controle – ilegal – sobre a sociedade. Leia mais

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Ataque contra a sede do Beit Chabad na Índia

(fonte: FIERJ) As informações a seguir são preliminares, colhidas de diversas fontes e não devem ser encaradas como a verdade absoluta dos fatos até o momento, pois a situação é extremamente confusa na capitala da Índia. Leia mais

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Sobrinho de Hitler em Israel? Não parece ser possível…

Originada alguns dias atrás por uma matéria em inglês na Aish, rapidamente um texto estranho sobre a existência de um sobrinho-neto de Hitler, judeu, em Israel, professor universitário conceituado, se alastrou pelo mundo. Se estivéssemos em abril, estava tudo explicado. Este é um dos exemplos típicos da credibilidade total que as pessoas atribuem ao que é colocado na Internet. Ainda tem gente chamando a “Garoto” de anti-semita…

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Dispositivo avisa ao passageiro sobre sua bagagem

Já viajou de avião? Sabe aquele momento meio desesperador em que você fica esperando sua mala aparecer na esteira de bagagem? E quando vêm várias malas iguais? Yoav Ben-David e Zvi Kanor da American Express Travel de Tel Aviv estão lançando o “Easy-2-Pick” – “Fácil de Pegar”. O dispositvo do tamanho de um cartão de crédito preso como etiqueta na mala é ativado pela luz. Ao entrar no saguão iluminado começa a enviar sinais com alcance de 15 metros para um receptor no seu chaveiro e pronto: sua mala está ali. Ufa! Deve custar cerca de 15 dólares no lançamento.

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Estudiosos pesquisam as origens da tuberculose

Um grupo de pesquisa misto israelense-palestino-alemão encontrou vestígios de tuberculose num esqueleto de 6.000 anos, da Idade do Bronze escavado em Jericó. O DNA encontrado nos ossos pode ajudar a enteder o surgimento da tuberculose. Segundo os cientistas acredita-se que a doença é originária da Mesopotâmia, no período de 9.000 a.c.

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