Canal | Herman Glanz

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Mudam os ventos?

por Herman Glanz – A “Primavera Árabe” é um golpe contra o Hizbollah porque, apoiando Assad, da Síria, e mantendo aliança com o Irã, levou a maioria sunita síria, que lidera o levante contra Assad, a ver o Hizbollah como inimigo, queimando as bandeiras do grupo terrorista . O movimento passou a ser visto como aliado de um ditador não-sunita em guerra contra a maioria do seu próprio povo, que é sunita sunita. Leia mais

Marcos Santana, Ralson Nuremberg liked this post
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O vírus do antisemitismo

por Herman Glanz – Ainda não se tem um antivírus para o antissemitismo, porque ele engloba múltiplos tipos de vírus conhecidos. Atinge judeus e Israel, porque Israel passou a ser o Judeu das Nações. Leia mais

Graças Lopes de Sousa, Marie Ben David, Igor Danilo, Maryna Wolkoff liked this post
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Guerra e Paz no Oriente Médio

por Herman Glanz – A situação no Oriente Médio se deteriora rapidamente. Devemos entender que os Estados Unidos, entenda-se, o governo de Barack Obama, deixou o Iraque, cumprindo promessa de campanha eleitoral, mas partiu para resolver as diferenças com o Irã, e, aí sim, resolver, indiretamente, a guerra no Iraque. Tudo decorre da grande ajuda que o Irã destina aos xiitas iraquianos que fustigavam os americanos. Lembremo-nos que o dirigente iraquiano é xiita. E Barack Obama precisa tomar posição em ano eleitoral, embora Obama não queira a guerra, porque o povo não quer lutar pelos outros. Leia mais

Ito Mechaber, Junior Ben Castro, Glúon Charges Charges, Jacques Griffel, Marie Ben David liked this post
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“Stamos” em 2012

por Herman Glanz – No início deste novo ano, com os tradicionais anseios por melhores tempos, pensamos divisar o que pode acontecer daqui prá frente. Leia mais

Wagner Hehnes curtiu este post
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Ano novo

por Herman Glanz – No primeiro dia de um Ano Novo devemos esperar um ano de venturas, paz, saúde, economia em alta, isto é, dinheiro suficiente, e inteligência para todo o mundo. Mas tentemos entender o que vai por aí, aqui perto e longe daqui. Leia mais

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Vai Melhorar?

por Herman Glanz – Estamos em Chanuca, a Festa Judaica das Luzes e estamos em pleno Natal. Chag Sameach aos nossos correligionários. Feliz Natal aos nossos amigos cristãos. Leia mais

Roberto Rozendo, Débora Medeiros, Marjory Lobato, Antonio Florentino liked this post
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A Era das Incertezas

por Herman Glanz – Estamos vivendo uma era de incertezas, incerteza sobre os acontecimentos e sobre o que pensam os dirigentes dos principais países deste nosso mundo. De um lado uma crise econômica se abate sobre a Europa, arrastando Portugal, Espanha, Itália, a já conhecida Grécia, mas não devemos excluir a França e a Alemanha e, tampouco, a Inglaterra; bem como para o lado dos Estados Unidos; a situação é confusa e acabará respingando até do nosso lado. Leia mais

Sergio Alejandro Ribaric curtiu este post
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Apesar dos Problemas, sobra Tempo para antisemitismo

por Herman Glanz – Os casos de antissemitismo e anti-israelismo são tantos no momento, que fica difícil selecionar os mais importantes. Leia mais

Sergio Copeliovitch, Rodolfo Augusto, Marie Ben David liked this post
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Intransigência

por Herman Glanz – Quando se trata da situação internacional e dos conflitos mundiais existentes, praticamente todos falam no Oriente Médio[bb], no conflito Israel-Árabe, Irã, petróleo, terrorismo e também na recente Primavera Árabe que é entendida como revoltas por dignidade e democracia. Leia mais

Christianno Cohin, Isabella Brandão Haas, Igor Danilo liked this post
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Paz Agora

por Herman Glanz – Ninguém fala que o Estado Judeu[bb] tem o direito de existir. Ninguém fala que os judeus têm o direito de viver como tal, em qualquer lugar. Leia mais

Camila Pontes, חנה לופס, Jacques Griffel, Sergio Alejandro Ribaric, Valeria Freidenberg, Jessica Sombra, Paulo Alexandre de Lima liked this post
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Um começo

por Herman Glanz – O assunto do momento é a libertação do soldado israelense Guilat Shalit, que fora sequestrado pelo Hamas e acabou sendo trocado por mais de 1000 terroristas palestinos presos em Israel, e ainda o fim de Muhamar Kadafi, da Líbia, encerrando 42 anos de sua ditadura. Leia mais

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Depois do Ano Novo

por Herman Glanz – E passou o Dia do Perdão – o Iom Quipur, quando, depois de inscritos no Livro da Vida do Novo Ano, já devidamente perdoados, recebemos a chancela do Senhor, o carimbo do reconhecimento do firmado no início do Ano. Há quem diz confiar na assinatura do Senhor, dispensando a chancela; ocorre que Ele não a dispensa. Mas, como aqui estamos, significa que fomos chancelados para mais um tempo.

E é neste tempo a nós dispensado que observamos o que vem passando o Povo do Livro. O que está chamando a atenção, no momento, é o pedido da OLP – Organização para a Libertação da Palestina visando o reconhecimento, pelas Nações Unidas, do Estado Palestino e o conseqüente desdobramento político. Aí reside a questão.

Muita gente, impulsionada pela mídia mundial, se pergunta por que não aceitar esse Estado Palestino? Por que não aproveitar a grande oportunidade de se criar um Estado Palestino independente, lado a lado de Israel, e assim acabar com o conflito? O mundo árabe e os muçulmanos aceitarão Israel, acabará a guerra e haverá paz. Todos os demais países, especialmente o Ocidente, terão bons motivos para aceitar Israel não mais como fator de insegurança e ameaça à paz mundial. Muita gente fala assim, inclusive uma parte da esquerda judaica, de Israel e fora de Israel.

As palavras podem ser belas, mas serão realistas? Lembremos que o pedido feito para as Nações Unidas se fez pela OLP – a mesma Organização para a Libertação da Palestina presidida por Mahmoud Abbas, codinome Abu Mazen, que é o Presidente da Autoridade Palestina, entidade criada pelos Acordos de Oslo de 1993, e que acabam sendo cancelados. Aliás, apesar da designação nos Acordos ser Autoridade Palestina, passaram a chamar-se Autoridade Nacional Palestina. Mesmo assim, Abbas preferiu a OLP. E o que é que tem, perguntarão?

Devemos nos lembrar que a OLP, criada em 1964 por Gamal Abdel Nasser, então ditador do Egito, sob a inspiração da ex-União Soviética, continha, em seu Estatuto, ou como o chamam, a Carta da OLP, no Artigo 24, que não havia qualquer reivindicação sobre a Faixa de Gaza, do Egito; sobre a Margem Ocidental do Reino Hashemita da Jordânia e sobre o Monte do Templo. Não havia os tais “territórios ocupados” como chamam agora. O que sobrava para libertar era o Estado de Israel de antes de 1967, nas linhas de Armistício de 1949, ou seja, o que se queria e se quer é acabar com o Estado de Israel.

Ahmed Shuqueiri, primeiro Presidente da OLP, antes de Arafat, não fazia segredo de que o objetivo era acabar com Israel. Era aparthaid claramente, porque consta nessa Carta que só seriam admitidos nessa Palestina os judeus que já lá se encontrassem antes de 1917. Ninguém protestava quanto a esse fato. E continua sendo repetido agora: todos os judeus que se encontram na área prevista para o Estado Palestino, isto é, Gaza e Margem Ocidental, nas Linhas do Armistício de 1949, deverão abandonar o lugar. Não podem permanecer num novo Estado. É o aparthaid claro, é o judenrein do nazismo. E ninguém protesta.

E no seu discurso na ONU, dia 23 de setembro, Abbas declarou que Israel é uma potência ocupante desde 1948. Precisa ser mais claro? Extrapola as Linhas de 1949. E ninguém protesta. E não devemos esquecer que Abbas fala pela Autoridade Palestina que manda na Margem Ocidental, porque em Gaza manda o Hamas, onde Abbas não tem vez, não representando todos os palestinos de hoje. Aliás, ninguém fala dos 850.000 judeus expulsos dos países árabes muçulmanos. No mês passado, o Wilileaks publicou telegramas citando os nomes dos últimos judeus vivendo ainda em Bagdá, que estão sendo instados a abandonar o Iraque, porque se encontram em perigo.

Segundo a Carta da ONU um membro deve ter um território definido e ser amante da paz. Estará o pretendido Estado conforme? Os mapas da Autoridade Palestina indicam que Israel não existe, porque a Palestina engloba tudo, suprimindo Israel. Pelo menos isso significa não querer paz. Mas perdoemos a todos, porque não sabem o que fazem e o que dizem. E que se caminhe para um entendimento, iluminando os corações e mentes para que haja paz. Amém.

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