Canal | Alexandre (Nani) Ostrowiecki

Na cama com o Hamas e o PC do B

Porque existe um caso de amor entre esquerdistas e terroristas? Leia mais

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O Judeu da Mala Amarela

Em memória ao meu avô Simão Ostrowiecki Z”L Leia mais

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Fazendo MBA aos 16 – por Alexandre Ostrowiecki

Porque a colônia de férias judaica faz a diferença? Leia mais

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Lições da África do Sul: Negros, Judeus e a propaganda do OMO – por Alexandre Ostrowiecki

Estou escrevendo do aeroporto de Johanesburgo, África do Sul, onde tenho algumas horas livres antes do próximo vôo, rumo a Taipei. Nessas seis horas de conexão, resolvi dar um pulo fora do aeroporto e ver um pouco da vida na África do Sul. O prazo foi curto, mas muitas coisas interessantes surgiram. Ao ver, pela primeira vez na vida, um País onde os negros são “normais” (já já explico) acabei conseguindo refletir um pouco sobre o preconceito que está enraizado no subconsciente de cada um de nós. A história da África do Sul carrega muitas diferenças, mas também muitas semelhanças com o que ocorre em Israel. Leia mais

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Por que o Japão deu certo? – por Alexandre Ostrowiecki

Pegue-se uma pequena olha vulcânica no Oceano Pacífico, onde furacões e terremotos são uma constante. Retire-se dela todos os recursos naturais úteis ao homem, como metais preciosos ou petróleo. Deixar apenas uma pequena parcela da terra como adequada para o plantio, o resto sendo área seca e montanhosa. Em seguida, coloque-se sobre essa terra algumas dezenas de milhões de pessoas. Por fim, coloque-se o povo dessa terra dentro de uma guerra sangrenta durante a qual 90% das cidades são completamente arrasadas. Esse era o Japão em 1945, logo após a Segunda Guerra Mundial. Receita para um País fracassado? Nada disso, em três décadas, os japoneses transformaram essa terra condenada na segunda potencia econômica mundial, onde inexiste o analfabetismo e a expectativa de vida é a maior do mundo. Como isso foi possível? Leia mais

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Nós, os alienígenas – por Alexandre Ostrowiecki

“Havia uma terra árabe feliz, em que a maioria islâmica convivia pacificamente com outras religiões. Essa terra se chamava Palestina. No entanto, a partir do século XIX, um movimento colonialista e racista chamado Sionismo decidiu transplantar europeus para a Palestina, matando e expulsando os habitantes originais. Esse movimento eventualmente conseguiu formar o Estado de Israel, um Pais agressor e expansionista que de guerra em guerra foi aumentando cada vez mais de tamanho às custas dos verdadeiros nativos. O que os judeus sofreram durante a Segunda Guerra Mundial agora infligem aos palestinos.” Leia mais

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Hagadá Oriental: Um Seder de Pessach em Tóquio – por Alexandre Ostrowiecki

Chegar a Tóquio é uma tarefa que exige 1 hora de taxi até o aeroporto de Guarulhos, 3 horas de espera pela decolagem, 10 horas de vôo a Nova Iorque, mais 4 horas de conexão, mais 12 horas de vôo até o aeroporto internacional de Narita e, por fim, 2 horas de trem até a capital do Japão propriamente dita. Se você for um judeu como outro qualquer (ou seja, com forte complexo de culpa) e estiver acompanhado de uma esposa que valoriza as tradições judaicas corre o risco ainda de, imediatamente depois de tal viagem de 32 horas, ser convencido a se dirigir até a sinagoga local e participar do Seder. Tudo bem, é verdade que não fomos completamente “no escuro” e que já sabíamos que a tal sinagoga existia e funcionava (em um País com menos de 200 judeus é bom se garantir). Mesmo assim, correndo o risco de cair com a cara no pote de ovo com sal de tanto sono, posso dizer que foi uma experiência muito interessante. Leia mais

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Lições da ortodoxia para fabricar um Anti-Semita – por Alexandre Ostrowiecki

Cena um: durante uma cerimônia de luto, levanta-se um rabino ortodoxo para proferir algumas palavras. Numa sala com mais de 80 pessoas, parte dos quais amigos não-judeus da família, o Rabino conta a história (curtamente resumida aqui) de uma criança judia que viveu somente até os dois anos de idade e depois morreu repentinamente. Desconsolados, os pais tentam descobrir o que houve e o rabino local explica que a alma dessa criança era a mesma alma de um antigo sábio judeu que viveu muitos anos atrás. Infelizmente, segundo o Rabino, a mãe desse tal sábio não possuía leite então ele foi amamentado durante dois anos por uma ama de leite não-judia, fazendo com que sua alma ficasse impura. Explicou o Rabino que isso deixou uma mácula na alma do tal sábio, que só pode ser consertada muitas décadas depois, através do nascimento do bebê, esse sim alimentado com leite 100% judeu durante 2 anos e aí a alma estava consertada e pronta para ir ao paraíso. Leia mais

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Somos todos gregos e judeus – por Alexandre Ostrowiecki

Nossa civilização veio de uma curiosa fusão de valores vindos da antiguidade. Leia mais

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O Barmitzvometro – por Alexandre Ostrowiecki

A intensidade da Hora é o melhor indicador de identidade judaica que existe. Leia mais

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Cinco olhares sobre a bomba – por Alexandre Ostrowiecki

A geopolítica dita a visão de cada País sobre a crise iraniana. Leia mais

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