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Veja abaixo as datas das festividades judaicas em 2014 e suas explicações:

TU BISHVAT (16 de janeiro) – Tu B’Shvat é o dia que assinala o início do “Ano Novo das Árvores.” Celebramos o dia de Tu Bishvat comendo frutas, especialmente “Os Sete Tipos” que são destacados na Torá : trigo, cevada, uvas, figos, romãs, azeitonas e tâmaras. Neste dia, lembramos que o “Homem é uma árvore do campo” (Devarim 20:19), e refletimos sobre as lições que podemos extrair de nossa análoga botânica. É a face ecológica do judaísmo.
TA’ANIT ESTHER (13 de março) – Apesar de Purim ser um dos dias mais alegre do calendário judaico, sua história é sobre a tentativa de genocídio contra o povo judeu. Conta a história que para salvar seu povo, Esther teve que enfrentar o rei. Por isso, sabendo do grave perigo, ela pediu a Mordechai que reunisse todos os judeus de Shushan e que eles jejuassem e pedissem perdão a D´s por suas falhas durante 3 dias e 3 noites”. Desde então, para lembrar este acontecimento, os judeus jejuam no dia anterior a Purim. O “Jejum de Esther”, ou Taanit Esther, é iniciado pouco antes do nascer do sol do dia 13 de Adar e acaba ao pôr-do-sol do mesmo dia.
PURIM (16 de março) – Purim (em hebraico Purim: plural de pûr, do acadiano puru) é um feriado judaico que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, para exterminá-los, no antigo Império Persa tal como está escrito no Livro de Ester, um dos livros da Bíblia. A festa de Purim, uma das mais alegres do calendário judaico, pois comemora a vitória de nosso povo contra a ameaça de genocídio.
PESSACH (15 a 22 de abril) – O Pessach – a festa da Páscoa judaica – é comemorado por sete dias. Ele tem início com uma cerimônia na noite do 14º dia do mês de Nisan (o primeiro mês do calendário judaico). Em todo o mundo, as famílias judaicas reúnem-se para o seder do Pessach, ceia ritual em que relembram a libertação dos hebreus, depois de um longo período de cativeiro no Egito, há mais de 34 séculos.
YOM HASHOAH (28 de abril) – Dia de Memória do Holocauto, decretado pelo governo de Israel na data em que aconteceu o Levante do Gueto de Varsóvia, para lembrar e homenagear as 6 milhões de vítimas do Holocausto nazista durante a 2a Guerra Mundial.
YOM HAZIKARON (5 de maio) – Na véspera de celebração da Independência de Israel recorda-se dos mortos nas guerras que permitiram que o Estado de Israel sobrevivesse e se mantivesse. Recorda-se também das vítimas dos atentados terroristas mortos nos últimos anos.
YOM HAATZMA’UT (6 de maio) – Celebração da Independência de Israel, declarada por David Ben Gurion em 1948, após o término do mandato britânico, na terra de Israel, após 2.000 anos de exílio.
PESACH SHENI (14 de maio) – Pêssach Sheni ocorre exatamente um mês após Pêssach. Significa uma segunda chance para aqueles que, na época do Bet Hamicdash, Templo Sagrado de Jerusalém, se encontravam impuros ou em locais distantes impossibilitados desta forma de oferecer o sacrifício, Corban Pêssach, no Templo.
LAG B’OMER (18 de maio) – Lag Baômer tem a duração de 49 dias, conectando Pessach a Shavuot. É o nome dado à data judaica de 18 de Iyar. As sete semanas entre Pêssach e Shavuot são uma época de antecipação e preparação, durante a qual os judeus refazem os passos da jornada dos israelitas do Êxodo até o Monte Sinai há mais de 33 séculos.
YOM YERUSHALAYIM (28 de maio) – O Dia de Jerusalém marca a reunificação de Jerusalém e o Monte do Templo sob o domínio judaico, durante a Guerra dos Seis Dias em 1967, quase 1900 anos depois da destruição do Segundo Templo de Jerusalém. Jerusalém é a capital única e indivísivel do povo judeu.
SHAVUOT (4 a 5 de junho) – Shavuot, a Festa das Semanas, comemora a outorga da Torá no Monte Sinai, sete semanas após a saída do Egito. Neste dia os Dez Mandamentos são lidos nas sinagogas. Também é chamada Chag Habicurim, a Festa das Primícias, que eram levadas ao Templo de Jerusalém, nesta época do ano.
TZOM TAMMUZ (15 de julho) – O dia 17 de Tamuz é um dia de jejum em memória à queda de Jerusalém, antes da destruição do Templo Sagrado. Marca também o começo do período das 3 semanas de luto, encerrado por Tishá BeAv. O dia 17 de Tamuz é o primeiro dos 4 dias de jejum mencionados no livro Profetas. A intenção do dia de jejum é despertar nosso senso de perda com o Templo destruído ? e a subseqüente jornada do povo judeu pelo exílio. A tristeza desses eventos nos ajuda a conquistar aquelas deficiências espirituais que acompanharam esses momentos trágicos. Através do processo de “Teshuvá” – introspecção e o comprometimento em melhorar ? temos o poder de transformar a tragédia em alegria. Na verdade, o Talmud diz que após a futura redenção de Israel e a reconstrução do Templo, esses dias de jejum serão dedicados a dias de festividades e regozijo. Conforme dito pelo profeta Zechariah: o dia 17 de Tamuz se tornará o dia de “alegria para a Casa de Judá, e banquetes festivos e alegres.”
TISH’A B’AV (5 de agosto) – Tisha B’Av é o jejum e dia de luto que comemora dois dos mais trágicos eventos da História Judaica que ocorreram no dia 9 do mês de Av — a destruição pelos babilónicos, no ano 586 antes da Era Comum, do Templo de Salomão, ou Primeiro Templo de Jerusalém, e a destruição do Segundo Templo, no ano 70 da nossa era, pelos Romanos. Outras calamidades na História Judaica também tiveram lugar em Tisha BeAv, incluindo o édito do Rei Eduardo I, que forçava os Judeus a deixar a Inglaterra em 1290, e o Decreto de Alhambra, ou Édito de Expulsão dos Judeus de Espanha, pelos Reis Católicos, Fernando de Aragão e Isabel de Castela, em 1492.
TU B´AV (10 de agosto) – Tu BeAv possui vários significados, dos quais vários têm uma interpretação moderna. O feriado foi instituído na época do Segundo Templo, para marcar o início da colheita da uva. Como Iom Kipur também marca o fim da colheita de uva, a Mishná registra que em ambas as datas as meninas solteiras de Jerusalém vestiam-se com vestimentas brancas emprestadas e saíam para dançar nos vinhedos [Ta'anit 4:8]. Não está longe disto a associação da festa com casamenteiros e casamentos, embora este costume provavelmente venha de um período ainda mais antigo. A proximidade com Tisha BeAv, que precede em 6 dias, é um fator provável na pre-eminência de associações alegres com Tu BeAv. O costume judaico moderno mais amplamente difundido é de se marcar casamentos em Tu BeAv. Na Israel moderna, os kibutzim reavivaram o festival da colheita da uva como Chag HaKeramim [Festival dos Vinhedos], mas este não atingiu grandes escalas.
ROSH HASHANA 5774 (24, 25 e 26 de setembro) – Rosh Hashaná, o Ano Novo judaico, dá início a um período de dez dias conhecido como os Grandes Feriados, ou Yamim Nora’im, um período de penitência e oração que termina com o Yom Kipur. Estes dez dias são concedidos aos judeus do mundo inteiro para uma renovação espiritual. Em Rosh hashaná pede-se perdãopelos erros cometidos com seus semelhantes e comemora-se o início de um novo ciclo.
TZOM GEDALIAH (28 de setembro) – Sugere-se que o assassinato de Gedalia foi no dia 1o de Tishrei, mas o jejum foi adiado até depois de Rosh HaShaná, uma vez que é proibido jejuar durante uma festa judaica. Sobre este dia de jejum, os Rabino dizem que seu objetivo é estabelecer a relação entre a morte de um justo com a destruição da casa de D’us. Assim como ordenaram um jejum quando da destruição do Templo, ordenaram também um jejum quando da morte de Gedalia.
YOM KIPPUR (3 e 4 de outubro) – Yom Kipur, o Dia do Perdão, é o dia mais sagrado e solene do ano judaico o “Sábado dos Sábados” (Shabat HaShabatot), e é observado no décimo dia de Tishrei. É um dia de jejum, reflexão e orações. É o dia de pedir perdão por promessas feitas a D-us e que foram quebradas, fechando ciclo de renovação espiritual entre Rosh Hashaná e Yom Kipur.
SUCOT (8 a 15 de outubro) – Sucót inicia-se cinco dias após o Iom Kipur e representa muita alegria. Durante oito dias, a Sinagoga é enfeitada e perfumada com vegetação natural enquanto, nas casas, monta-se um caramanchão com plantas e frutas que representam a Sucá (cabana) – um templo portátil onde os judeus revivem a forma de vida e as habitações de seus antepassados, durante a travessia entre o deserto e a Terra Prometida.
SHMINI ATZERET (15 de outubro) – Shemini Atzeret, é a festa da conexão do Oitavo Dia de Assembléia, de acordo com o judaísmo. Depois de completar os sete dias de Sucot, o Oitavo dia significa que o judeu quer permanecer mais um dia na Sucá (na presença Divina). Em Israel, Shemini Atzeret e Simchá Torá são celebrados com uma mesma festa em Israel (22 de Tishrei) e em dois dias na diáspora (22 e 23 de Tshrei). A celebração começa ao entardecer. Porém, dois feriados são concedidos, a fim de “compensar-nos por não termos a felicidade de viver.
HASHANÁ RABÁ (14 de outubro) – O sétimo dia de Sucot é chamado Hoshaná Rabá (Grande Hoshaná) sendo considerado o último dia do “julgamento” Divino no qual o destino do novo ano é determinado. O Salmo L’David Hashem Ori, que tem sido acrescentado à nossa prece diária desde 1º de Elul, é recitado nesta data pela última vez.
SIMCHAT TORAH (16 e 17 de outubro) – Simchat Torá ou Alegria da Torá é o nome da festividade que ocorre no oitavo dia após Sucót. Neste dia encerra-se e reinicia a leitura anual da Torá,como lembrança da sua eternidade . A melhor maneira de celebrar Simchat Torá seria dedicar os dois dias à leitura da Torá. Mas é justamente o contrário que ocorre. Todos os judeus, sem exceção, pegam a Torá fechada e dançam com ela nos braços. O ato encerra uma grande lição: se os festejos fossem realizados com a Torá aberta, com sua leitura, haveria distinções.
CHANUKAH (16 a 24 de dezembro) – A palavra hebraica “chanucá” tem três significados: inauguração, educação e dedicação.Quando os macabeus libertaram o Templo do domínio dos gregos, descobriram que o local mais sagrado do Judaísmo tinha sido violado e profanado. O Chanucá é realizado durante oito dias, a partir do 25º dia de Kislev (novembro ou dezembro).
ASARA B’TEVET (13 de dezembro) – Este pequeno jejum marca o começo do cerco de Jerusalém, tal como é descrito no Livro dos Reis 25:1. E aconteceu que no nono ano do seu reinado, no décimo mês, no décimo dia do mês, que Nabucodonossor Rei da Babilónia veio, ele e todo o seu exército, contra Jerusalém, e acampou contra ela; e eles construiram fortes à sua volta. Como um pequeno jejum, é requerido jejuar da aurora ao anoitecer, mas outras leis do luto judaico não são observadas. A leitura da Torá e da Haftará, e uma reza especial durante a Amidá, são acrescentadas nas rezas de Shacharit e Minchá.

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