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Nas últimas semanas assistimos a uma escalada no conflito Israel – Palestina.

Há algumas semanas, os terroristas do Hamas criaram manifestações conclamando os habitantes de Gaza a invadirem Israel.

O início dos distúrbios aconteceu nos dias anteriores, quando os terroristas começaram a criar paredes de fogo, queimando pneus e tentando queimar os campos adjacentes à fronteira.

Com criatividade, lançavam pipas com tochas de fogo através do muro que nos separa, alcançando o território israelense e causando incêndios em nossos campos.

A seguir, centenas de pessoas, lideradas majoritariamente pela presença dos terroristas, começaram a tentar atravessar o muro que nos separa, numa flagrante tentativa de invasão de Israel.

Foi uma atitude que evidenciou o ataque às nossas fronteiras.

Todo país, inclusive Israel, tem o direito inalienável de defender seu território de qualquer ataque que ameace suas terras.

E Israel usou este direito para contra-atacar e cessar essa ação violenta contra o país.

Entretanto, como sempre, Israel foi condenado pela imprensa tendenciosa internacional, que gritava pelas mortes decorrentes deste ato de defesa.

As redes sociais foram invadidas por imagens falsas, numa clara conspiração para influenciar o ódio contra nossa nação.

Mas, até o Hamas concordou que a ampla maioria das fatalidades era de seus terroristas, evidenciando o perigo que Israel corria e justificando a resposta de Israel.

Na última semana de maio então, a Jihad islâmica, orientada e financiada pelo Irã, e o Hamas perpetraram um dos mais intensos ataques de morteiros e foguetes contra o país.

Foram mais de uma centena de ataques visando dezenas e dezenas de cidades israelenses.

Quem acompanha os ataques contra Israel, ouviu o alerta de bombas tocar incessantemente durante dia e noite.

Embora Israel tenha um sistema de defesa contra este tipo de agressão, que impede que estes morteiros e foguetes atinjam nossas terras e cidades, algumas destas armas atingiram nosso território e feriram pessoas.

Um dos eventos mais emblemáticos do perigo que Israel sofreu foi o ataque acontecido em uma escola infantil. Felizmente, quando a arma caiu sobre a escola, os alunos e alunas ainda não tinham chegado.

Chocantes também foram as imagens mostrando cidadãos tendo apenas 15 segundos para reagir contra os alarmes e procurar refúgio nos abrigos de concreto, que os protegem.

Enquanto toda esta violência do Jihad Islâmico e do Hamas acontecia, a imprensa internacional simplesmente ignorou a ação e não divulgou qualquer destes incidentes.

Então Israel atacou vários objetivos comandados pelo Hamas, inclusive mais um túnel previsto para enviar terroristas em sua terra. Aí sim, a imprensa divulgou a resposta de Israel.

Estes incidentes foram a maior ameaça ao país e o maior perigo de evoluir para uma guerra. Israel está em regime de alerta total.

No mundo todo, o povo hebreu sofre com isso e deve denunciar mais esta grave situação de antissionismo e antissemitismo que sofremos há muitos séculos. Devemos incessantemente corrigir as falsas notícias tanto da imprensa quanto das redes.

Israel conta com seu povo e com a comunidade judaica internacional.

Esperemos que este período se limite a estes atos e que não evolua para uma guerra que não queremos, mas não esperaremos inocentemente qualquer ataque grave contra nossa terra e nossa soberania.

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