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Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante cerimônia de oferenda floral, no Hall da Memória Localizado no Yad Vashem, Centro Mundial de Memória do Holocausto.

É assim que ele é visto por alguns. Não falam, gritam; não dialogam, agridem, insultam, caluniam; acusam-no do que ele não é. Digam o que disserem de Bolsonaro, no dia de hoje desmentiu seus detratores, homenageando as vitimas do nazismo, do fascismo, seja qual fosse a cor da estrela que levassem em suas roupas, amarela de David, rósea como o Arco Iris, fossem judeus, negros, ciganos, o capital simbólico da sua presença diante da chama eterna acesa in memoriam das vitimas do Holocausto foi algo dramaticamente significativo.

Desde os tempos bíblicos o Povo de Israel se por um lado vem sendo submetido à provações, por outro tem encontrado verdadeiros amigos, dos quais talvez Bolsonaro seja um dos mais ardentes, mais sinceros.

Em tempos plenos de ameaças, seja contra Israel, seja contra os seguidores da Lei de Moisés mundo afora, seria de se esperar que não houvesse tamanha perseguição contra Bolsonaro;

Enquanto os piores ditadores do nosso tempo, em geral inimigos de Israel e do Povo Judeu jamais estenderam a mão a Israel, cortaram relações, nem pensaram em uma visita ao Instituto Yad Vashem de Jerusalem, Bolsonaro lá compareceu e se emocionou junto com os presentes, em homenagem silenciosa aos 6 milhões de Heróis e Mártires do Holocausto, que pereceram pelo Santificado Nome.

Bolsonaro, o Amigo Indesejado por uns, nos tempos difíceis que correm, teve a coragem de fazer valer as suas ideias, e confrontar a hostilidade do Mundo com força e serenidade.

Um exemplo para muitos.

Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante cerimônia de oferenda floral, no Hall da Memória Localizado no Yad Vashem, Centro Mundial de Memória do Holocausto.
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Israel Blajberg
Há 10 séculos seus antepassados paternos saíram de Bleiberg, na Carinthia (Áustria), firmes como o chumbo (Blei) e imponentes como a montanha (Berg), entrando na Polônia sob o Grande Rei Kazimierz. Teve a honra de ser o primeiro Blajberg nascido no Brasil (Rio de Janeiro, 1945), estando hoje a família na terceira geração verde-e-amarela. Professor da UFRJ e UFF e Engenheiro do BNDES, aposentado em 2015. Palestrante e Autor de livros e artigos sobre Historia do Brasil, Militar, Judaica, Genealogia e Viagens. Membro das Ordens do Mérito da Defesa, Naval, Militar e Aeronáutico, e Medalha Pro-Memoria da Republica da Polônia.