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O plano de paz do presidente Trump para solucionar o conflito palestino-israelense veio à tona dois anos atrás e de lá para cá, surpreendentemente, somente ele próprio e um punhado de assessores sabem dos seus pormenores. Entretanto, uma onda de vazamentos encerra suficiente consistência intrínseca, de modo que a sua compilação complementada por conversas com funcionários da administração apresentam um esboço plausível do conteúdo do plano.

Esses dados apontam que o plano se resume a uma enorme troca: os estados árabes reconhecem Israel e Israel reconhece a Palestina, ambos com a capital em Jerusalém. Essa abordagem se baseia em ideias sugeridas pelo presidente do Egito Sisi em 2016, pela Administração Obama em 2009, pela Iniciativa de Paz Árabe em 2002 e até pelo meu próprio plano simétrico de 1990.

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