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Leia abaixo 3 artigos super interessantes do Jornalista Jose Roitberg sobre a história de alguns dos cemitérios judaicos mais antigos do Brasil.

cemit_rio_israelita_de_soledade_em_bel_m_2013_foto_de_Mois_s_Unger_pequena_thumb_2_O PRIMEIRO CEMITÉRIO JUDAICO DO BRASIL EXISTE EM BELÉM
É um lote apertado, hoje numa área de grande movimentação ao lado de uma universidade. Seu nome é Necrópole Israelita e foi estabelecido em 1842, portanto, 74 anos antes do Cemitério Israelita de Inhaúma no Rio de Janeiro. É só ver as fotos e perceber que é um cemitério único entre todos os outros cemitérios israelitas. Sua primeira sepultura com data confirmada é a do rabino Mordecai Hacohen z’l, falecido em 1848 provavelmente um dos primeiros rabinos investido no cargo, vindo com a imigração dos judeus do Marrocos e estabelecendo a primeira sinagoga brasileira, a Eshel Avraham (Bosque de Abraão) em data que os historiadores sefaraditas disputam. Não fosse a lápide, não haveria outro documento que atestasse a passagem e existência deste rabino entre nós. LEIA AQUI

A HISTÓRIA DO CEMITÉRIO ISRAELITA DO CAJU
A Comunal Israelita é a instituição beneficente que gerencia três dos cemitérios israelitas no Rio de Janeiro. É encarregada do Cemitério Israelita de Inhaúma (Polacas) a partir de alguns anos após o falecimento da última membro da ABFRI – Associação Beneficente Israelita do Rio de Janeiro. Apesar de arcar com os custos da limpeza, conservação, reforma dos túmulos, recolocação de nomes que haviam desaparecido ao longo do tempo e da manutenção atual, a Comunal está impedida na justiça de realizar novos sepultamentos em Inhaúma devido a uma ação impetrada por uma parte. Em Inhaúma há 770 túmulos e local para outros 700, no mínimo. É um cemitério de muito fácil acesso atualmente. LEIA AQUI

A HISTÓRIA DO CEMITÉRIO ISRAELITA DA VILA ROSALI
A Sociedade Religiosa Israelita Chevra Kadisha é incontestavelmente uma instituição da Comunidade Judaica que trabalha integralmente dentro do tripé do Judaísmo: Torá, Avodá e Guemilut Hassadim (Religião, Trabalho e Justiça Social). Cada judeu e cada instituição judaica deveria estar inserida em pelo menos uma destas três bases. Por Torá entende-se o estudo propriamente dito das leis religiosas e da sua implementação. Avodá é o trabalho, pois os judeus precisam sustentar não apenas a si próprios, mas também auxiliar as pessoas em dificuldades. Isto se estende também às instituições dedicadas à Guemilut Hassadim, que é a justiça social, no sentido mais simples de não permitir a pobreza judaica e de redistribuição de renda. LEIA AQUI

José Roitberg é Jornalista e Pesquisador e Membro da ABEC.

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