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Estamos entrando em 2020. Duas décadas do novo século. Apesar de alguns avanços, continuamos com velhos problemas. Mas não custa sonhar: dias melhores virão, dias felizes, que nos farão da vida uma maravilha a ser vivida. Não custa sonhar. E rir.

O Irã declara que os judeus usam bruxaria para realizar seus intentos. Os bruxos que se cuidem, porque o Irã é contra. Sorrir, sorrir gente! Mas como estamos terminando Chânuca, milagres acontecem. Ou seriam bruxarias pelo Irã? Sorriam!

Mas continuamos vendo o mundo se confrontando: os laicos ativistas esquerdistas contra a religião e as crenças, consideram os religiosos como ignorantes e fanáticos; e isso leva ao antissionismo, como decorrente da religião; os progressistas, como auto apelidada esquerda, são contra o nacionalismo e pelo internacionalismo, contra o globalismo.

Mas favorável ao internacionalismo, porque nacionalismo entendem como exclusivista, criando elite. A União Europeia é o pós-nacionalismo. Contra Israel, com o boicote e sanções, mas usando a Tecnologia da Informação, a Inteligência Artificial, tudo de Israel.

Isso não boicotam. Mentem deslavadamente. Em todo o caso, os progressistas não se manifestam contra a Índia, onde a nova Lei da Cidadania já produziu distúrbios e agitações em dezenas de suas cidades, provocadas pelos muçulmanos, não citados na Lei.

Mas ninguém conta que os muçulmanos, ao se estabelecerem na Índia, destruíram mais de 10.000 templos budistas, krishnas, zoroastrianos, erguendo no lugar suas mesquitas. Dizem que captam os fluidos da fé das outras religiões, mas destroem, querem ser exclusivos, e não aceitam os outros, querem impor, pela força, suas convicções.

A mudança começa a se manifestar na Europa, onde os Conservadores ingleses impuseram uma acachapante derrota aos Trabalhistas antissemitas. Boris Johnson, já se manifestou contra o antissemitismo e pelo apoio a Israel; a Rainha Elizabeth II, assim expõe em seu discurso na inauguração do novo Parlamento. Em todo o caso, Johnson falou de 74 anos de paz na Europa, esquecendo da Guerra da Sérvia e Kosovo, nos anos 1990, onde, aliás, foi jornalista correspondente e viu os acontecimentos, mas ficou nos 74 anos contínuos.

Alguns países árabes já se entendem com Israel e já se ouviu Hatikva nos Jogos disputados. Mas o antissemitismo, antissionismo, anti-israelismo ainda figuram na retórica da direita e da esquerda. Mas estamos chegando ao Ano Novo e devemos nos descartar das mágoas e dos pecados, e dos males, e pensar em um Novo Mundo, com paz, progresso e prosperidade para todos.

Só cabe desejar um Feliz Ano Novo para todos!

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