Operações de contra-terrorismo das Forças de Defesa de Israel

Durante uma conferência sobre filantropia e sociedade civil , o Ministro da Defesa de Israel Ehud Barak comentou: “Hoje sete terroristas foram mortos e ontem três terroristas foram mortos em uma operação anti-terrorismo por parte das Forças de Defesa de Israel (IDF). No momento está sendo explorada a possibilidade de se chegar a estado de estabilidade (na Faixa de Gaza).

É prematuro anunciar este estado de estabilidade ou mesmo definir quando o mesmo será iniciado, se será iniciado ou estimar quanto tempo irá durar. Em última análise, o sucesso será medido pelos resultados, mas precisamos dar uma chance a ele. As Forças de Defesa de Israel estão preparadas para qualquer eventualidade; todavia é importante aproveitar ao máximo esta oportunidade para um estado de estabilidade para que possamos restaurar a paz em nossas comunidades adjacentes à Faixa de Gaza, incluindo as cidades de Sderot e Ashkelon, além de aproveitarmos o ensejo inerente pela retomada nas negociações para a soltura de Gilad Shalit.”

Pontos adicionais sobre este assunto:

1. Israel está disposto a dar uma chance ao “estado de calma” proposto, na esperança de que isso evitará uma banho de sangue entre os civis isralenses como também os civis palestinos.

2. A proposta atual veio por causa das dificuldades do Hamas de lidar com a pressão e a política anti-terrorista israelense.

3. Israel não está negociando com o Hamas e sua condição de organização terrorista não mudou.

4. O Gabinete decidiu em 11 de junho que Israel daria uma chance à proposta de paz egípcia, e nossos contatos em relação a este assunto foram com o Egito.

5. O Sucesso será julgado pelos resultados - os objetivos são a total cessação do terrorismo e de fogo contra Israel, o fim do contrabando palestino e de seu crescimento militar, e progresso ao assegurar a libertação do soldado seqüestrado Gilad Shalit . Se a calma for restaurada à parte sul do país, Israel aumentará o volume de bens que entrarão na Faixa de Gaza.

6. Israel está ciente de que a “calma” é certamente frágil e curta, mas é importante trilhar cada caminho que poderá levar à uma solução de não violência.

7. Devido às diversas dúvidas e incertezas sobre a “calma” proposta , Israel tem outras opções preparadas.

8. Após a efetivação da proposta, Israel fará um acompanhamento cuidadoso até sua total implementação e responderá por cada infração desta proposta. Qualquer ato terrorista originário da Faixa de Gaza - não importando qual a organização terrorista responsável - será considerado com uma quebra fundamental dessa cessação, e Israel responsabilizará o Hamas por estas violações e suas conseqüências.

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