Interpol interpelada por que os Saudistas não prenderam Rafsanjani
O Centro Simon Wiesenthal com base em Los Angeles insistiu na quinta-feira que a Interpol, como também às autoridades Sauditas e Argentinas, investiguem por que dois Iranianos acusados de cúmplices do terror não foram detidos durante uma conferência na Arábia Saudita semana passada. O grupo de direitos humanos previamente havia pedido a Interpol que invocasse seu “alerta vermelho” internacional de mandato de prisão para as duas autoridades Iranianas que compareceram a uma conferência internacional Muçulmana sobre relações com outras fés em Mecca. O ex presidente Iraniano Akbar Hashemi Rafsanjani (foto) e seu assistente, Mohsen Rezai, foram indiciados na Argentina por cumplicidade no atentado ao Centro Comunitário Judaico (AMIA) em Buenos Aires em 1994 que matou 85 pessoas e feriu mais de 100. Os dois Iranianos deixaram a Arábia Saudita sem incidentes depois da conferência. O Centro de Wiesenthal também clamou aos países Muçulmanos moderados para expressarem “publicamente sua consternação de como uma iniciativa religiosa foi tristemente abusada,” disse a organização em uma declaração. “Cúmplices no terror não são locutores entre religiões”, disse o Rabino Abraham Cooper “, decano associado do Centro Simon Wiesenthal.
























