Grã-Bretanha e Países Baixos ameaçam deixar Durban II se houver anti-semitismo

O governo da Grã-Bretanha informou ao parlamento a possibilidade de não participar da conferência da ONU sobre racismo, se houver uma repetição do caustico anti-semitismo que marcou a reunião de 2001, em Durban, na África do Sul. O ministro do Reino Unido para Europa Jim Murphy disse que “não deverá haver repetição do anti-semitismo que marcou os eventos em torno da conferência de 2001 contra o racismo”. Alguns dias depois o ministro do Interior dos Países Baixos Maxime Verhagen afirmou que seu país não aceitará nenhuma tentativa de chamar Israel de racista na conferência do próximo ano em Durban, cuja data será decidida em Genebra. O ministro ressaltou que o país está envolvido com a organização de Durban II e não hesitará em deixá-la se houver uma espiral de eventos negativos similar a 2001. Com o presidente do Irã conclamando à destruição do Estado de Israel, ao mesmo tempo em que seu governo está no comitê de planejamento de Durban II – chefiado pela Líbia de Kadafi, - a Inglaterra, Países Baixos e outras democracias estão certas em estar preocupadas e vigilantes. Fonte: UN WATCH

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